terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

PLANO DE ENSINO DE GEOGRAFIA - 1 ° ANO DO ENSINO MÉDIO - 2014


EIXO TEMÁTICO                                            
COMO DOM BOSCO, familiaridade com o outro e com DEUS.
TEMA:
Geografia: uma ciência que estuda a Terra.
Sub-Tema:
Teoria geral dos Sistemas aplicada aos estudos geográficos.
Como regionalizar o espaço geográfico?
TEMA:
Terra: formação natural. 
Sub-Tema:
Evolução geológica da Terra.
A Terra e sua estrutura interna.
Teorias da Tectônica de Placas e da Deriva Continental.
Processos internos que interferem na formação do relevo.
E terremotos, o que são?
Vulcanismo.
A estrutura da crosta terrestre.  
TEMA:
Terra: Clima e recursos hídricos.
Sub-Tema:
Tempo meteorológico e clima.
Hidrografia.
TEMA:
Terra: relevo, solos e biomas.
Sub-Tema:
Formação e formas do relevo.
Solo: origem e formação.
Biomas.
TEMA:
Terra: movimentos, orientação e localização.
Sub-Tema:
O “vai e vem” da Terra.
Formas de orientação.
Coordenadas geográficas.
Fusos horários.
Mapas, tipologia e componentes.
Tipos de mapas.
TEMA:
A população do mundo.
Sub-Tema:
Características gerais da população mundial.
Distribuição geográfica da população.
População e trabalho.
TEMA:
Rural: um espaço em constante transformação.
Sub-Tema:
Espaço rural: recursos naturais x atividades econômicas.
Atividades agrícolas.
Atividades pecuárias.
Atividades extrativas.
TEMA:
Do rural ao urbano: processo de urbanização.
Sub-Tema:
Origem e funções das cidades.
Mas afinal... O que é uma cidade?
Migrações: a população mundial em movimento.
TEMA:
Urbanização: um fenômeno mundial.
Sub-Tema:
Setor secundário: atividade industrial.
Processo de industrialização.
Espaço industrial.
Relação entre setor energético e indústrias.
Agroindústria.
TEMA:
Setor Terciário: comércio e serviços..
Sub-Tema:
Setor Terciário: o que é e por que existe?
Terceiro Setor.
TEMA:
Estrutura energética: vital para a sociedade?
Sub-Tema:
As diferentes fontes de energia.
Fontes alternativas de energia.
Energia: produzir para consumir.
TEMA:
Rural e urbano: questões ambientais.
Sub-Tema:
Interdependência campo/cidade.
Questões ambientais rurais.
Questões ambientais urbanas.
Outras questões ambientais.

JUSTIFICATIVA:

Os últimos anos do século XX testemunharam grandes mudanças em toda a face da Terra. O mundo torna-se unificado em virtude das novas condições técnicas, bases sólidas para uma ação humana mundializada. Esta, entretanto, impõe-se à maior parte da humanidade como uma globalização perversa. 
Há um verdadeiro retrocesso quanto à nação de bem público e de solidariedade, do qual é emblemático o encolhimento das funções sociais e políticas do Estado com a ampliação da pobreza e os crescentes agravos à soberania, enquanto se amplia o papel político das empresas na regulação da vida social. 
Seja qual for o ângulo sob o qual se examinem as situações características do período atual, a realidade pode ser vista como uma fábrica de perversidade. A fome deixa de ser um fato isolado ou ocasional e passa a ser um dado generalizado e permanente. Ela atinge 800 milhões de pessoas espalhadas por todos os continentes, sem exceção. Quando os progressos da medicina e da informação deveriam autorizar uma redução substancial dos problemas de saúde sabermos que 14 milhões de pessoas morrem todos os dias, antes do quinto ano de vida.
Dois bilhões de pessoas sobrevivem sem água potável. Nunca na história houve um tão grande número de deslocamentos e refugiados. O fenômeno dos sem teto, curiosidade na primeira metade do século XX, hoje é um fato banal, presente em todas as grandes cidades do mundo. O desemprego é algo tornado comum. Ao mesmo tempo, ficou mais difícil do que antes atribuir educação de qualidade e mesmo, acabar com o analfabetismo. A pobreza também aumenta. No fim do século XX, havia 600 milhões de pobres a mais do que em 1960 e 1,4 bilhão de pessoas ganharam menos de um dólar por dia. Tais números podem ser, na verdade, ampliados porque, ainda aqui, os métodos quantitativos da estatística enganam: ser pobre não é apenas ganhar menos do que a soma arbitrariamente fixada, ser pobre é participar de uma situação estrutural, com uma posição relativa inferior dentro da sociedade como um todo. E essa condição se amplia para um número cada vez maior de pessoas. O fato, porém, é que a pobreza tanto quanto o desemprego agora são considerados como algo “natural” inerente a seu próprio processo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Identificar as variadas possibilidades de regionalizar o espaço geográfico.
Analisar a evolução geológica da Terra, sua estrutura interna e a ação dos seus agentes.
Diferenciar os conceitos de tempo e clima e sua influencia na hidrografia.
Identificar e conceituar as formas de relevo.
Caracterizar e localizar os principais biomas.
Dominar e aplicar os conhecimentos das formas de orientação, fusos horários e as coordenadas geográficas.
Caracterizar e mapear a população mundial.
Identificar as constantes transformações do espaço rural e suas atividades econômicas.
Analisar o processo de urbanização com os movimentos populacionais.
Identificar as principais características da rede urbana.
Identificar as principais características do processo de industrialização e sua relação com o setor energético.
Caracterizar o setor terciário e sua influência no setor econômico.
Identificar e caracterizar as fontes de energia.
Analisar o espaço rural e o urbano, em relação a sua interdependência e a questão ambiental. 
Primeiro Trimestre: de 10 de fevereiro a 09 de maio
CONTEÚDOS: Capítulos 1, 2, 3 e 4.
Teoria geral dos sistemas aplicada aos estudos geográficos.
Conceitos básicos da Geografia.
Regionalização do espaço geográfico.
Estrutura Geológica da Terra.
Camadas da Terra.
Estrutura interna da Terra e sua composição química.
Teorias da Tectônica de Placas e da Deriva Continental.
Movimentos internos da Terra.
Tipos de rochas.
Terra: Clima e recursos hídricos.
Elementos e fatores do clima.
Classificação climática.
Hidrografia – rios (conceitos).
Águas oceânicas – águas subterrâneas.
Formação e formas de relevo.
Solo.
Biomas.

METODOLOGIA

Construção de um banco de conceitos geográficos.
Analise reflexiva com exercícios através da poesia: Geografia em Poesias: tempos, espaços, pensamentos...
Atividades propostas pelo livro digital e pelo caderno de atividades digitais.
Atividades de pesquisas e avaliativas com o blog Geo-Conceição com os temas: Placas tectônicas / Agentes internos do relevo / Tipos de rochas / Recursos minerais / solo / clima e hidrografia.
Atividades com mapas para regionalizar o mundo em critérios físico-naturais e históricos. 
Construção de uma linha do tempo com a evolução geológica da Terra.
Construção de retrato falado sobre a Terra e sua estrutura interna.
Atividades com exercícios de vestibulares selecionados para cada tema estudado.
Construção de mapas conceituais, gráficos, tabelas, charges, registros argumentativos.
Atividades com o Portal Futurum.
Parceria entre Geografia e Língua Portuguesa, através de temas atuais para a redação.
Atividade com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.

Segundo Trimestre: de 12 de maio a 22 de agosto
CONTEÚDOS: Capítulos 5, 6, 7 e 8.
Movimentos da Terra.
Meios de orientação.
Coordenadas Geográficas.
Fusos horários.
Projeções cartográficas.
Tipos de mapas.
Escalas.
Teorias demográficas.
Estrutura da população.
I.D.H.
Setores Econômicos.
Tipos de empregos.
Modalidades agrícolas.
Extrativismo.
Urbanização – Origem da cidade.
Migrações.

METODOLOGIA:

Analise com imagens sobre os principais movimentos da Terra.
Construção de um banco de conceitos geográficos.
 Atividade de pesquisa e avaliativa com o blog Geo-Conceição sobre Movimentos da Terra / Fusos Horários / Coordenadas Geográficas / Projeções Cartográficas / Escalas / Teorias Demográficas / Censo demográfico (IBGE) / Pirâmides etárias / Setores econômicos / Espaço Agrário / Urbanização.
Leitura reflexiva com os textos do livro digital e registro das atividades sugeridas pelo livro e pelo caderno digital.
Atividade com exercícios de vestibulares de acordo com os temas trabalhados.
Analise das teorias demográficas e das pirâmides etárias.
Construção de gráficos, tabelas, pirâmides, quadros sobre a estrutura da população.
Atividade com o portal Futurum
Parceria entre Geografia e Língua Portuguesa, através de temas atuais para a redação.
Atividade com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.
Trabalho em grupo para apresentação usando o prezi.

Terceiro Trimestre: de 25 de agosto a 21 de novembro
CONTEÚDOS: Capítulos 9,10,11,12 e 13.
Processos da urbanização.
Redes urbanas.
Hierarquia urbana.
Tipos de indústrias.
Etapas da Revolução Industrial.
Espaço Industrial.
Indústria x Energia.
Setor Terciário.
Fontes de energia.
Produção e consumo de energia.
Interdependência campo / cidade.
Questões ambientais: rural e urbano.

METODOLOGIA

Reflexão com a música  Fotografia 3x4 de Belchior, para trabalhar a questão das causas e consequências dos imigrantes.
Pesquisa-entrevista para trabalhar a questão da imigração do século XXI.
Atividade proposta no livro impresso, no digital e no caderno de exercícios digitais.
Atividade com o ABC Cartográfico apresentado nos capítulos do livro texto.
Construção de um banco com conceitos geográficos.
Atividade de pesquisa e avaliativa com o blog Geo-Conceição ; com os temas: Urbanização, tipos de Indústrias, Fordismo, Keynesianismo, Taylorismo e,Toyotismo, Revolução Industrial, Fontes de Energia.
Atividade com exercícios de vestibulares de acordo com os temas trabalhados.
Construção de gráficos, tabela, quadros, mapa conceitual, charge e cruzadinhas.
Reflexão com textos para construção de sínteses com fundamentação e argumentação.
Mapeamento da indústria e da distribuição da população pelos setores econômicos.
Reflexão sobre os temas da Âncora Geográfica para fórum de debates.
Atividade com o portal Futurum
Parceria entre Geografia e Língua Portuguesa, através de temas atuais para a redação.
Atividade com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.

AVALIAÇÃO:

Participação comprometida nas atividades individuais e coletivas.
Pontualidade na entrega das tarefas e trabalhos;
Nos trabalhos em dupla ou em grupo: a pesquisa individual, a qualidade, a pontualidade, a organização, o registro, o cumprimento dos critérios elaborados pelo grupo.
Nos debates com os temas transversais: a argumentação, a contra argumentação, saber ouvir, o respeito pelos colegas que apresentam ideias diferentes, a comparação e a relação com o cotidiano;
Nos exercícios com textos complementares: a leitura silenciosa, a concentração, o respeito, a interpretação, o registro e a qualidade na resolução das questões solicitadas;
No deslocamento e no uso de outros ambientes: o cochicho, o respeito, a manutenção da limpeza e a organização do material;
Nas provas contextualizadas, a organização, a clareza de ideias, as respostas com fundamentação.
Nas atividades com o blog Geo-Conceição , a pontualidade nas datas dos comentários, o valor do peso combinado para cada tema, a qualidade das respostas, os questionamentos em sala de aula, sendo que  a postagem somente será aceita via blog.
No uso do material digital, deverá ser seguido os critérios estabelecidos pelo colégio, pelo professor e alunos.
Aula com atualidade : temas em destaque através das mais variadas fontes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
GEOGRAFIA Ensino médio I. Santis Dirce Grando Diaz.
DELBONI, Henrique e KOBAYASCHI, Mércia – Geografia Ensino Médio – Rede Salesiana Ensino Volume 3
COIMBRA, Pedro Jorge e TIBÚRCIO, José Arnaldo M. – Geografia – Uma Análise do Espaço Geográfico - Editora Harbra – 2a edição - 2002
COELHO, Marcos de Amorim – Geografia do Brasil - Editora Moderna – 4a edição 1999
SENE, Eustáquio de e MOREIRA, João Carlos – Geografia Geral e do Brasil – Espaço Geográfico e Globalização. - Editora Scipione – 2a edição 2002
MAGNOLI, Demétrio e ARAUJO, Regina – Projeto de Ensino de Geografia – Natureza, Tecnologias e Sociedades - Editora Moderna – 1a edição 2000 
Diversos autores-Coordenação geral de Jean Robert Pitte – Geografia: A Natureza Humanizada
Editora FTD S.A. – 1a edição 1998
OLIVA, Jaime e GIANSANTI, Roberto –Geografia do Brasil – Espaço e Sociedade - Atual Editora - 2002 
MOREIRA, Igor – Geografia Geral e do Brasil – O Espaço Geográfico - Editora Ática – 40a edição - 2000
VESENTINI, J. William – Sociedade e Espaço – Geografia do Brasil - Editora Ática – 31aedição2001
ADAS, Melhem e ADAS, Sergio – Panorama Geográfico do Brasil - Editora Moderna - 1999
LUCCI, Elian Alabi – Geografia – O homem no espaço Global - Editora Saraiva – 4a edição 1999

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS:
www.ibge.gov.br 
www.sosmataatlantica.com.br
www.sua pesquisa.com.br
www.sogeografia.com.br
Google: geoconceicao.com
InfoEnem
Mundo Vestibular
Geografia para todos

DIA DA ACOLHIDA

Dia da Acolhida – 2ºs Anos EM (10/02/14)

1. Dividir a sala em grupos de 4 alunos e entregar o cartão contendo o que devem fazer de mímica;
2. Cada grupo fará a apresentação de seus integrantes (cada um se apresenta) – Nome; Aluno novo ou antigo; Quanto tempo estuda no colégio; Qual colégio/lugar veio; O que mais curtiu nas férias...
3. Após a apresentação, os integrantes do grupo farão a mímica para o grande grupo até que seja descoberto o que é (Nome de filme; Nome de música; Nome de novelas; Nome de jogos; Nome de pratos típicos; Profissões)
4. Após todos os grupos terem se apresentado e feito as mímicas, cada grupo receberá uma folha A3 e escolherá uma palavra-força para este ano (grupo) e apresentará em forma de desenho.
5. Ao final das apresentações, todos colarão seus desenhos e palavras-força no painel da sala;
6. Fala do regente: Apresentação da Campanha da Fraternidade, Eixo Temático “Como Dom Bosco, familiaridade com o outro e com Deus” Vídeo.
7. Por último, começar o trabalho de gestão de grupo – Cada aluno escolhe um regulador, em duplas preencher a ficha de metas e objetivos pessoais para 2014. (Os alunos novos ficam em trios).
8. Se sobrar tempo, apresentar o Plano de Ensino da disciplina.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PLANO DE ENSINO DE GEOGRAFIA- 2014-3 º ANO DO ENSINO MÉDIO.

EIXO TEMÁTICO:
COMO DOM BOSCO, familiaridade com o outro e com DEUS.
TEMA:
Natureza e territorialidades.
Sub-tema:
A ciência moderna e o controle da natureza.
Calamidades naturais.
Catástrofes industriais;
TEMA:
Espaço público – Natureza, cidade e consumo.
Sub-tema:
Produção/ circulação/ consumo e modo de vida.
Lixo urbano: quantidade/ causas e consequências.
Aterros sanitários/ reciclagens.
TEMA:
Desafios da sociedade: Natureza e territorialidades.
Sub-tema:
Aquecimento global – causas e consequências.
Efeito estufa – Protocolo de Kyoto – Rio 92.
Ilha de calor e Inversão térmica.
Brasil: Unidades de conservação.
TEMA:
As transformações no campo.
Sub-tema:
Teorias demográficas.
Revolução verde – Sistema agroindustrial.
Tipos de solo – Agricultura sustentável.
Alimentos transgênicos: produzir ou não produzir.
TEMA:
Brasil: questão da terra, pluralidade social e territorialidades.
Sub-tema:
Concentração de terras (latifúndios) – conflitos – leis, causas e consequências.
Reforma agrária.
TEMA:
Desconstrução de um imaginário social do Nordeste.
Sub-tema:
Disponibilidade de água doce.
Binômio: seca e miséria.
Desertificação – transposição das águas.
TEMA:
O Centro-Sul: expansão da fronteira agrícola.
Sub-tema:
Relevo e vegetação.
Agronegócio.
TEMA:
A sustentabilidade da Amazônia
Sub-tema:
Características e divisão da Amazônia.
Clima/ Vegetação/ Hidrografia.
A Amazônia como problema de segurança nacional.
Usinas hidrelétricas.
Neo-extrativismo na Amazônia.

JUSTIFICATIVA:
A Geografia é uma ciência que tem como objeto principal de estudo o espaço geográfico que corresponde ao palco das realizações humanas. O homem sempre teve uma curiosidade aguçada acerca dos lugares onde desenvolvem as relações humanas e as do homem com a natureza, principalmente com o intuito de alcançar seus interesses.
O conhecimento da Terra e de todas dinâmicas existentes configura como um objetivo intrínseco da ciência geográfica, essa tem seu início paralelo ao surgimento do homem, no entanto, sua condição de ciência ocorreu somente com o nascimento da civilização grega, na qual existiam pensadores filósofos que nessa época englobavam diversos conhecimentos de distintos temas, dentre eles Pitágoras e Aristóteles que já tinham convicção acerca da forma esférica do planeta.
A Geografia recebe diversos significados, de uma forma genérica dizemos que geo. significa Terra e grafia, descrição, ou seja, descrição da Terra, essa descreve todos os elementos contidos na superfície do planeta como atmosfera, hidrosfera e litosfera que compõe a biosfera ou esfera da vida (onde desenvolve a vida), além da interação desses com os seres vivos.
O estudo da Geografia em sua fase inicial focaliza somente os elementos naturais, mais tarde, pesquisas unindo aspectos físicos com sociais foram estabelecidas, referentes à ação antrópica sobre o espaço natural. A partir desse momento teve início também o estudo sistemático das sociedades, tais como a forma de organização econômica e social, a distribuição da população no mundo e nos países, as culturas, os problemas ambientais decorrentes da produção humana, além de conhecer os recursos dispostos na natureza que são úteis para as atividades produtivas (indústria e agropecuária). Assim, o estudo geográfico conduz ao levantamento de dados sobre os elementos naturais que atingem diretamente a vida humana como clima, relevo, vegetação, hidrografia entre outros.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Centralizar a ideia de Natureza como possibilidade de apropriação de seus recursos em detrimento dos interesses associados ao capital.
Ampliar o conceito universo conceitual geográfico bem como reconhecer a diversidade de formas de se relacionar com a natureza além daquela sob a qual vivemos.
Perceber como a leitura e o estudo possibilitam a ampliação dos conhecimentos acerca de noções fundamentais para pensar geograficamente o mundo: Natureza, sociedade, território e territorialidade.
Analisar a produção de resíduos sólidos com as novas tecnologias na produção de produtos plásticos, estabelecendo causas – consequências e soluções.
Compreender como os espaços públicos, sob a gestão do Estado adquirem outras territorialidades em função da questão ambiental frente às questões e discussões decorrentes do impacto que a sociedade urbana – industrial capitalista tem provocado à dinâmica do espaço nas escalas local, nacional e global.
Identificar as recentes transformações ocorridas no campo, principalmente, aquelas em que a elevada produtividade transfere em ônus social e ambiental.
Selecionar, analisar, interpretar, comparar, relacionar e opinar com argumentação através das diversas reportagens (atualidade).
Produzir textos, mapas, gráficos, charges, poesias, painéis.
Resolver as atividades propostas no livro texto, exercícios, treino vestibular, pesquisas, provas, desafios, etc.
Refletir sobre as próprias atitudes em relação aos preconceitos da sociedade, desenvolvendo o respeito e a preocupação com as outras pessoas.
Reconhecer que o espaço geográfico como um produto histórico e social.
Comparar os processos de formação socioeconômica, relacionando-os com o seu contexto histórico e geográfico.
Posicionar-se criticamente em relação aos avanços tecnológicos, propondo soluções para a grande demanda da mão de obra desqualificada.
Desenvolver o conhecimento para a argumentação e contra-argumentação mediante questões e problematizações vivenciadas.


Primeiro Trimestre: de 10 de Fevereiro a 9 de Maio. 
Conteúdos dos capítulos: 1 , 2 e 3
Ideias de natureza / Paisagem / Ciência e pensamento moderno / Territórios / Local, regional, global.
Territorialidades / Natureza, técnica, ciência e território / Ciência moderna e o controle da natureza.
Territorialidade / Formação sócio-espacial / Urbanização / Descentralização industrial / Produção, circulação, consumo / Modo de vida urbano / Impacto ambiental / Globalização / Espaço público e privado / DIT.

METODOLOGIA:
Planejamento cooperativo para aprofundar o estudo sobre a Natureza, técnica e ciência.
Blog: Haiti. Para mapear os agentes interno do relevo: Placas tectônicas, vulcanismo e abalos sísmicos.
Análise reflexiva com o mapa múndi sobre catástrofes industriais, catástrofes ambientais (Rio de Janeiro) e os hotspots.
Leitura interpretativa sobre espaços públicos: Natureza, cidade e consumo, analisando a coleta seletiva do lixo em Itajaí.
Trabalho com situação problema: Onde você vai morar? O que acontecerá com Itajaí, Balneário Camboriu, Navegantes e outras cidades se o nível do mar aumentar devido ao aumento médio da temperatura do Planeta? Como está sendo nosso verão? Quais as causas e consequências?
Após a discussão; elaborar o planejamento cooperativo.
Multimídia com imagens explicativas sobre: (Mapa que mostra quanto a Terra pode esquentar até 2085), efeito estufa, chuva ácida, inversão térmica, ilhas de calor, vídeos sobre aquecimento global e o lixão do Pacífico.
Refletindo sobre o tema com textos complementares que abordam noções de cultura, natureza e selvagem (disponibilizar sites).
Revisão de conteúdo com Power Point sobre os biomas brasileiros e as unidades de conservação.
Aplicação e exercícios de vestibular sobre o conteúdo trabalhado.
Blog. Aterro Sanitário/Importação de lixo e trabalho cooperativo com texto complementar.
Desafio geográfico: Quantas toneladas de lixo são produzidas por ano no Brasil? Santa Catarina? Itajaí?
Qual o destino final desse lixo? Qual a importância do Movimento Nacional de Catadores de Materiais recicláveis? Quais são minhas atitudes diante dessa problemática?
Exercícios de vestibular e preparação para o provão.
Atividades com o Portal Futurum.
Parceria entre, Geografia e a Língua Portuguesa, através de temas para a redação.
Atividades com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.

Segundo Trimestre: de 12 de Maio a 22 de Agosto. 
Conteúdos dos capítulos: 4 e 5.
Biomas brasileiros.
Sociodiversidade e biodiversidade / Crescimento vegetativo, teoria malthusiana / Expansão capitalista no campo / Montante e jusante / Êxodo rural / solo; curva de nível / Biodiversidade e diversidade cultural.
Formação territorial brasileira / Estado / Revolução Verde / Ideia de natureza
Projeções Cartográficas e Coordenadas Geográficas (capítulo 9 do 1º ano do Ensino Médio

METODOLOGIA:
Planejamento cooperativo sobre as teorias demográficas X Revolução Verde.
Vídeo do canal do produtor (CNA)/Agricultura familiar / Agronegócio – problemas atuais.
Desmatamento para expansão da fronteira agrícola.
Desafio geográfico: a Revolução Verde trouxe grandes recordes na produção de grãos. Porque ainda existe a fome e a miséria? Porque diariamente um grande contingente morre de fome? A quem interessa a grande produção de alimentos?
Blog: Revolução Verde e a produção de alimentos.
Power Point: Teorias Demográficas e o Agronegócio.
Pesquisa sobre a questão de terra no Brasil para comparar com o processo de colonização dos Estados Unidos (Homestead Act e Utti Possidetis)
Vídeo: Dia de Campo na TV – Sistema integrado de produção agro ecologia (debate).
Aula expositiva dialogada sobre as questões de terras no Brasil a partir das sesmarias até as leis de terra de 1850.
Desafio geográfico: A herança secular dos latifúndios, as lutas pelas terras, terras devolutas, grilagem, Lei Eusébio de Queiroz, Lei de terras de 1850 e Ligas Camponesas.
Elaborar um texto argumentativo após pesquisa prévia para socialização.
Trabalho no blog: migrações internas (1950 – 1990); causas e consequências / hipertrofia e concentração fundiária fechamento com textos complementares: Comissão Pastoral da Terra (CPT) e Viagem Apostólica ao Brasil: Homilia do Papa João Paulo II para confrontar as idéias com os grandes latifundiários sobre a reforma agrária no Brasil.
Exercícios de vestibular e revisão para o provão.
Reflexão sobre o aumento populacional na Europa com o vídeo: Mundo Muçulmano
Atividades com o Portal Futurum.
Parceria entre, Geografia e a Língua Portuguesa, através de temas para a redação.
Atividades com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.

Terceiro Trimestre; de 25 de Agosto até 21 de Novembro
Conteúdo dos capítulos: 6, 7 e 8.
Ciclo hidrológico / Regionalização / Desertificação / Estrutura Agrária.
Modelo agroexportador / Impacto ambiental / Planalto, planície, chapadas / Região Metropolitana.
Amazônia / Climograma / Amazônia legal / Impactos ambientais / Biopirataria / Reserva extrativista.

METODOLOGIA:
Ficha descritiva, registro do conhecimento individual sobre o Nordeste, formar dupla (troca de informações) e juntar duas duplas para cruzar, registrar as informações diferentes e socializar para o grande grupo.
Power Point sobre disponibilidade de água doce, ciclo hidrológico, o semi árido e o processo de desertificação.
Blog com o tema: A transposição do Rio São Francisco.
Desafio geográfico: O que explica a chamada “indústria da seca”.
Exercícios de vestibular sobre o conteúdo do provão (revisão).
Planejamento cooperativo sobre a expansão das fronteiras agrícolas do Centro-Sul.
Analise de mapas e gráficos sobre os índices de mecanização, mapeando os estados com descentralização do capital do interior da região Centro Sul, destacando a expansão do agronegócio em direção aos estados do Mato Grosso do Sul, Goiás, Sul dos estados do Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.
Trabalho com o mapa de relevo de Jurandir Ross; mapeando a estrutura geológica.
Power Point sobre o Pantanal, o Cerrado e a hidrovia.
Planejamento cooperativo sobre a Amazônia e sua sustentabilidade.
Vídeo: Amazônia, uma região de poucos. Blog, comentário do vídeo, aquecimento na Amazônia .
Aprofundar o estudo: A interdependência da Amazônia: localização, solo, divisão, aspectos geomorfológico e climático.
Atividades com principais climas do Brasil – tipos de chuvas e climogramas.
Vídeo da RIC: A verdadeira nascente do rio Amazonas.
Analise do texto complementar: A Amazônia como problema de segurança Nacional e Tucurui – Um mar na Amazônia.
Desafio geográfico: O mito da abundância.
É possível um desenvolvimento sustentável para a Amazônia?
Música: Saga da Amazônia.
Atividades com o Portal Futurum.
Parceria entre, Geografia e a Língua Portuguesa, através de temas para a redação.
Atividades com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.

AVALIAÇÃO:
Participação comprometida nas atividades individuais e coletivas.
Pontualidade na entrega das tarefas e trabalhos;
Nos trabalhos em dupla ou em grupo: a pesquisa individual, a qualidade, a pontualidade, a organização, o registro, o cumprimento dos critérios elaborados pelo grupo.
Nos debates com os temas transversais: a argumentação, a contra argumentação, saber ouvir, o respeito pelos colegas que apresentam e diferentes, a comparação e a relação com o cotidiano;
Nos exercícios com textos complementares: a leitura silenciosa, a concentração, o respeito, a interpretação, o registro e a qualidade na resolução das questões solicitadas;
No deslocamento e no uso de outros ambientes: o cochicho, o respeito, a manutenção da limpeza e a organização do material;
Nas provas contextualizadas, a organização, a clareza de ideias, as respostas com fundamentação.
Aula com atualidade.
Nos temas trabalhados com o blog Geo- Conceição : a pontualidade das datas estabelecidas, a  argumentação nas respostas , o valor do peso previamente combinado e o envio das respostas somente pelo blog.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

DELBONI, Henrique e KOBAYASCHI, Mércia – Geografia Ensino Médio – Rede Salesiana Ensino Volume 3
COIMBRA, Pedro Jorge e TIBÚRCIO, José Arnaldo M. – Geografia – Uma Análise do Espaço Geográfico - Editora Harbra – 2a edição - 2002
COELHO, Marcos de Amorim – Geografia do Brasil - Editora Moderna – 4a edição 1999
SENE, Eustáquio de e MOREIRA, João Carlos – Geografia Geral e do Brasil – Espaço Geográfico e Globalização. - Editora Scipione – 2a edição 2002
MAGNOLI, Demétrio e ARAUJO, Regina – Projeto de Ensino de Geografia – Natureza, Tecnologias e Sociedades - Editora Moderna – 1a edição 2000
Diversos autores-Coordenação geral de Jean Robert Pitte – Geografia: A Natureza Humanizada
Editora FTD S.A. – 1a edição 1998
OLIVA, Jaime e GIANSANTI, Roberto –Geografia do Brasil – Espaço e Sociedade - Atual Editora - 2002
MOREIRA, Igor – Geografia Geral e do Brasil – O Espaço Geográfico - Editora Ática – 40a edição - 2000
VESENTINI, J. William – Sociedade e Espaço – Geografia do Brasil - Editora Ática – 31aedição2001
ADAS, Melhem e ADAS, Sergio – Panorama Geográfico do Brasil - Editora Moderna - 1999
LUCCI, Elian Alabi – Geografia – O homem no espaço Global - Editora Saraiva – 4a edição 1999

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS:

www.ibge.gov.br
www.sosmataatlantica.com.br
www.sua pesquisa.com.br
www.sogeografia.com.br
Google: geoconceicao.com
Geografiaparatodos
InfoEnem
Mundo Vestibular
Brasil Escola
Portal Futurum

domingo, 2 de fevereiro de 2014

PLANO DE ENSINO DE GEOGRAFIA- 2014- 2 º ANO do ENSINO MÉDIO

EIXO TEMÁTICO:
COMO DOM BOSCO, familiaridade com o outro e com DEUS.
TEMA:
As transformações sócio-espaciais da produção industrial nas escalas local, nacional e mundial.
Sub-tema:
A interdependência entre a produção e a organização do espaço.
TEMA:
As paisagens da industrialização brasileira.
Sub-tema:
A industrialização brasileira em relação as duas Guerras Mundiais e a crise de 1929.
A reorganização do espaço industrial brasileiro e mundial.
TEMA:
Cidades e Urbanização.
Sub-tema:
As cidades em diferentes tempos
A cidade e a indústria.
Metrópoles e modos de vida
TEMA:
Energia e cidade: o modo de vida urbano e o atual modelo energético.
Sub-tema:
As paisagens do modo de vida urbano no atual modelo energético.
Energia elétrica e organização do espaço geográfico.

JUSTIFICATIVA:

O entendimento da cidade como uma produção espacial, marcada pelas relações sociais. Ao longo do tempo, a cidade adquiriu diferentes significados, mas sempre esteve associada à centralização de poderes, ao adensamento demográfico e a diversidade de modo de vida e de atividades humanas. Nosso olhar deve perceber as diferentes cidades; quais suas funções, que características permaneceram ao longo das diferentes épocas e que tipo de relações estabelecemos com elas.
A Geografia é uma ciência que tem como objeto principal de estudo o espaço geográfico que corresponde ao palco das realizações humanas. O homem sempre teve uma curiosidade aguçada acerca dos lugares onde desenvolvem as relações humanas e as do homem com a natureza, principalmente com o intuito de alcançar seus interesses.
O conhecimento da Terra e de todas dinâmicas existentes configura como um objetivo intrínseco da ciência geográfica, essa tem seu início paralelo ao surgimento do homem, no entanto, sua condição de ciência ocorreu somente com o nascimento da civilização grega, na qual existiam pensadores filósofos que nessa época englobavam diversos conhecimentos de distintos temas, dentre eles Pitágoras e Aristóteles que já tinham convicção acerca da forma esférica do planeta.
A Geografia recebe diversos significados, de uma forma genérica dizemos que geo. significa Terra e grafia, descrição, ou seja, descrição da Terra, essa descreve todos os elementos contidos na superfície do planeta como atmosfera, hidrosfera e litosfera que compõe a biosfera ou esfera da vida (onde desenvolve a vida), além da interação desses com os seres vivos.
O estudo da Geografia em sua fase inicial focaliza somente os elementos naturais, mais tarde, pesquisas unindo aspectos físicos com sociais foram estabelecidas, referentes à ação antrópica sobre o espaço natural. A partir desse momento teve início também o estudo sistemático das sociedades, tais como a forma de organização econômica e social, a distribuição da população no mundo e nos países, as culturas, os problemas ambientais decorrentes da produção humana, além de conhecer os recursos dispostos na natureza que são úteis para as atividades produtivas (indústria e agropecuária). Assim, o estudo geográfico conduz ao levantamento de dados sobre os elementos naturais que atingem diretamente a vida humana como clima, relevo, vegetação, hidrografia entre outros.



OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Identificar as várias formas de produzir e transformar matérias primas em produtos mais elaborados.
Identificar na paisagem as diferentes relações estabelecidas pela produção e comercialização artesanal e da indústria moderna.
Analisar as transformações ocorridas no território brasileiro a partir do processo de industrialização.
Comparar as transformações sociais e econômicas dos Estados Unidos com as do Brasil, ocorridas na segunda metade do século XIX.
Mapear a presença e as transformações decorrentes da atividade industrial em nossa região.
Analisar o acirramento da disputa existente entre os Estados industrializados, pela busca de mercados, matérias-primas, mão de obra e de investimentos.
Olhar as cidades em diversos tempos como produtos das relações sociais, suas permanências e mudanças ao longo dos tempos, no espaço urbano.
Aplicar conceitos trabalhados na análise das cidades brasileiras, tendo como foco a relação que sua cidade estabelece com as demais.
Reconhecer alguns dos diferentes sujeitos sociais que produzem e organizam a vida nas grandes cidades relacionando o espaço urbano com o produto, não só dos interesses capitalistas, mas também dos movimentos dos diversos grupos e sujeitos da sociedade.
Reconhecer a importância da energia e discutir sobre o modelo energético brasileiro.



Primeiro Trimestre: 10 de Fevereiro a 9 de Maio

CONTEÚDOS DOS CAPÍTULOS 1, 2 e 3.
Produção artesanal.
Indústria moderna.
Organização do espaço.
Divisão territorial do trabalho.
Formação do carvão mineral.
Indústria brasileira.
Primeira Guerra Mundial.



METODOLOGIA:

Planejamento Cooperativo.
Leitura interpretativa dos textos base e complementares.
Projeto de Pesquisa: Qual a importância da produção artesanal do Brasil? (balança comercial) países importadores / tipos de artesanatos / origem da matéria prima.
Multimídia: socialização de vídeos sobre alguns artesanatos produzidos e exportados pelo Brasil como exemplo peças produzidas pelo capim dourado, bordados, etc. Vídeos: Capim dourado, e Neto palha artesanato.
Construção de um mapa conceitual em dupla com pesquisa prévia sobre as formas, etapas, tipos, origem e classificação das indústrias, relacionando com o Fordismo e Taylorismo. (laboratório de informática).
Vídeos: A Revolução Industrial. Globalização, sonho ou pesadelo.
Trabalho no blog com o tema: A expansão da fronteira industrial na produção e organização do território norte-americano e a Guerra da Secessão.
Pesquisas sobre a origem, formação e tipos do carvão mineral, registrando a importância para a primeira Revolução Industrial. Pesquisa no blog: Carvão Mineral e sua importância para a primeira revolução industrial.
Análise comparativa entre o processo de industrialização dos Estados Unidos, Itália e Brasil.
Desafio Geográfico: Quais as consequências para o Brasil no contexto da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a crise de 1929 e a Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945) e por que a região Sudeste foi escolhida para o processo industrial?
Atividades propostas pelo autor e questões de vestibular.
Atividades com o Portal Futurum.
Parceria entre: Geografia e a Língua Portuguesa, através de temas para a redação.
Atividades com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.



Segundo Trimestre: de 12 de Maio a 22 de Agosto

Conteúdo dos capítulos 3, 4 e 5.
Desconcentração espacial.
Ciência e tecnologia.
Divisão Internacional do Trabalho (DIT)
Formação socioespacial.
Êxodo rural e urbanização.




METODOLOGIA:

Trabalho com mapa múndi – mapear a reorganização do espaço industrial brasileiro e mundial.
Planejamento Corporativo sobre os principais agentes no desenvolvimento tecnológico (Guerra Fria e Corrida Espacial).
Construção em dupla de charges para socialização (Conferência de Yalta/ Potesdam/ São Francisco)
Construção de uma linha do tempo a partir de 1947 (início da Guerra fria) até os dias atuais, datando os principais acontecimentos, socialização e montagens de painel.
Análise de tabelas propostas pelo autor: investimentos estrangeiros no Brasil entre 1955 e 1959, a distribuição regional do valor da transformação industrial de 1940 a 1980, ranking de desemprego em alguns países no período entre 1980 e 1990.
Textos reflexivos, análise e discussão.
Texto 1 – robôs e empregos. Texto 2 – O trabalho de hoje.
Aula multimídia : com imagens sobre a formação socioespacial , cidades em diferentes tempos e cidades como lugar de muitos poderes (quadro do poder oficial e paralelo).
Reflexão a respeito da cidade com o poema de Berthold Brecht: Perguntas de um trabalhador que lê.
Construção em grupo de jogos utilizando os conteúdos do trimestre.
Aulas de revisão de conteúdos para a realização do simulado.
Blog com temas de “Guerra Fria” / Nanotecnologia / Feudalismo.
Trabalho com imagens de cidades em tempos diferentes (antes e depois da indústria) para observar e identificar as semelhanças e diferenças com o advento do capitalismo industrial.
Atividades com o Portal Futurum.
Parceria entre :Geografia e a Língua Portuguesa, através de temas para a redação.
Atividades com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.



Terceiro Trimestre: de 25 de Agosto até 21 de Novembro

Conteúdo dos capítulos 6, 7 e 8.
Segregação socioespacial.
Hierarquia urbana.
Fontes de energia – Formação do petróleo.
Usina nuclear – Energia elétrica
Hidrografia.



METODOLOGIA:

Leitura, interpretação, síntese e registros, com textos do livro da RSE.
Planejamento Cooperativo com o tema êxodo rural e a urbanização / Metrópoles, seus problemas.
Análise e debates dos últimos acontecimentos em 2010 em decorrência das chuvas.
Blog com os temas êxodo rural e a urbanização.
Atividade com imagens observando e refletindo sobre o processo de urbanização como o formador da segregação socioespacial na cidade.
Desafio Geográfico: Por que na paisagem das grandes cidades predominam os edifícios sedes das grandes empresas? O que isso revela sobre a produção e organização da sociedade atual? E os galpões e fábricas que marcaram as paisagens das cidades?
E os trabalhadores? O que faz com os diferentes sujeitos adquiram consciência de seu papel na sociedade
Leitura reflexiva com o poema de Vinícius de Moraes: Operário em Construção e a Marcha dos mineradores de Émilie Zola.
Vídeo: O Germinal.
Construção no laboratório de informática de um mapa conceitual com os acontecimentos principais, iniciando pelo governo de Jânio Quadros passando pela ditadura militar, as diretas já, impeachment do Presidente Collor até o Governo atual.
 Desafio Geográfico: Como a lógica do capital, através da sua especulação, produz “vazios” urbanos, que na espera de sua valorização reproduz contrastes sociais gritantes?
Debates em pequenos grupos, registro argumentativo e socialização das ideias.
Aplicação de conhecimentos: Atividade pesquisa sobre problemas e soluções de sua cidade, seguindo as etapas propostas. Ao término da apresentação dos trabalhos, cada aluno elabora uma conclusão em um texto que deve conter as seguintes palavras: consciência política, organização social, metrópoles; problemas e soluções, qualidade de vida, poder, cultura, espaço urbano, desigualdade, contrastes e urbanização.
Aplicação de exercícios de vestibular.
Planejamento Cooperativo: Consumo de energia.
Trabalho com tabelas, mapa múndi e gráfico para cruzar informações e mapear o consumo de energia e a dependência do petróleo.
Blog Petróleo, o ouro negro (debate em sala de aula), camada do pré-sal (realidade e o uso eleitoreiro).
Trabalho com filmes seriados ou ficção científica que apresentam uma futura sociedade hipotética altamente dependente de máquinas, equipamentos, robôs. Pense que para tudo isso são necessárias fontes de energia eficientes. O nosso planeta suportaria?
Revisão de conteúdo para o simulado.
Leitura refletiva sobre transporte individual: solução ou problema e Automóvel: Do sonho ao pesadelo.
Pesquisa e debate sobre a polêmica das Usinas Nucleares. Vídeos com usinas hidrelétricas.
Trabalho com mapas climogramas do Brasil para localizar os tipos climáticos, as bacias hidrográficas e o potencial hidrelétrico (Blog e Power point.)
Pesquisa para debate com o tema: Racionar energia; um assunto para o futuro?
Como está o consumo no Brasil em: Apagão ou Blecaute?
Atividades com o Portal Futurum.
Parceria entre, Geografia e a Língua Portuguesa, através de temas para a redação.
Atividades com vídeos da “Fundação para uma vida melhor”.



AVALIAÇÃO:

Participação comprometida nas atividades individuais e coletivas.
Pontualidade na entrega das tarefas e trabalhos;
Nos trabalhos em dupla ou em grupo: a pesquisa individual, a qualidade, a pontualidade, a organização, o registro, o cumprimento dos critérios elaborados pelo grupo.
Nos debates com os temas transversais: a argumentação, a contra argumentação, saber ouvir, o respeito pelos colegas que apresentam ideias diferentes, a comparação e a relação com o cotidiano;
Nos exercícios com textos complementares: a leitura silenciosa, a concentração, o respeito, a interpretação, o registro e a qualidade na resolução das questões solicitadas;
No deslocamento e no uso de outros ambientes: o cochicho, o respeito, a manutenção da limpeza e a organização do material;
Nas provas contextualizadas, a organização, a clareza de ideias, as respostas com fundamentação.
Nas atividades com o blog Geo-Conceição, a pontualidade nas datas dos comentários, o valor do peso combinado para cada tema, a qualidade das respostas, os questionamentos em sala de aula e a postagem somente será aceita via blog.
Aula com atualidade : temas em destaque através das mais variadas fontes.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS :

DELBONI, Henrique e KOBAYASCHI, Mércia – Geografia Ensino Médio – Rede Salesiana de Ensino
COIMBRA, Pedro Jorge e TIBÚRCIO, José Arnaldo M. – Geografia – Uma Análise do Espaço Geográfico - Editora Harbra – 2a edição - 2002
COELHO, Marcos de Amorim – Geografia do Brasil - Editora Moderna – 4a edição 1999
SENE, Eustáquio de e MOREIRA, João Carlos – Geografia Geral e do Brasil – Espaço Geográfico e Globalização. - Editora Scipione – 2a edição 2002
MAGNOLI, Demétrio e ARAUJO, Regina – Projeto de Ensino de Geografia – Natureza, Tecnologias e Sociedades - Editora Moderna – 1a edição 2000
Diversos autores-Coordenação geral de Jean Robert Pitte – Geografia: A Natureza Humanizada
Editora FTD S.A. – 1a edição 1998
OLIVA, Jaime e GIANSANTI, Roberto –Geografia do Brasil – Espaço e Sociedade - Atual Editora - 2002
MOREIRA, Igor – Geografia Geral e do Brasil – O Espaço Geográfico - Editora Ática – 40a edição - 2000
VESENTINI, J. William – Sociedade e Espaço – Geografia do Brasil - Editora Ática – 31aedição2001
ADAS, Melhem e ADAS, Sergio – Panorama Geográfico do Brasil - Editora Moderna - 1999
LUCCI, Elian Alabi – Geografia – O homem no espaço Global - Editora Saraiva – 4a edição 1999

ENDEREÇOS DE SITES :
 www.suapesquisa.com.br  
 www.ibge.gov.br  
 www.aneel.com.br
Google : geoconceicao.com              
 www.greenpeac
InfoEnem
Mundo Vestibular
Geografiaparatodos

RADICAIS CONTRA DILMA

Protestos reúnem extremistas de esquerda e de direita e desafiam governo a contornar danos políticos e eleitorais
Planalto já adota estratégias para evitar que caos urbano reflita no resultado da eleição presidencial

A preocupação é latente e tomou conta dos gabinetes mais estrelados do Planalto. O temor não é só com uma nova onda de protestos pelo país tendo como mote os gastos com a Copa do Mundo, mas os reflexos do caos urbano no resultado da eleição presidencial. Se antes as manifestações eram espontâneas, agora estão sendo planejadas com um viés claramente político e eleitoral. Um dos objetivos é desgastar Dilma Rousseff.

Dentro do governo há uma certa incompreensão com os movimentos e com o ecumenismo que se formou da esquerda à direita nas redes sociais. Nas ruas, essa miscelânea ideológica dá forma a um monstro sem cabeça, mas altamente inflamável e que pode resultar na escalada da violência. E o pior: por conta da visibilidade da Copa, o Brasil vai estar sob o escrutínio do mundo inteiro.

— As manifestações voltarão com força total, com um impacto eleitoral indefinido diante de um ambiente provável de confusão e desestabilização eleitoral — prevê o cientista político da UnB Ricardo Caldas.

Antes de serem tomadas por black blocs e grupos de direita, as manifestações de junho contavam com o apoio da sociedade. É isso que o Planalto quer evitar, atuando para isolar os extremistas e deixar nos protestos só os grupos radicais, que assustam e têm o repúdio da classe média. O problema é que até agora os governantes não souberam dar vazão aos anseios de grande parte da população contrariada com os maus serviços públicos e a corrupção.

Para o professor de História da UFRJ Francisco Teixeira, apesar de serem grupos diferentes, o denominador que os une é a “ineficácia do Estado”:

— É uma nova fase dos protestos, mais organizada, sem a característica espontânea de antes.

Os últimos protestos em São Paulo e em Porto Alegre são só uma amostra do que os governos terão de atravessar, com prováveis reprises das cenas de vandalismo e brigas. Teixeira prevê prejuízos eleitorais para todos os governantes se o quadro de São Paulo, onde um jovem foi baleado, for reproduzido em outras capitais durante a Copa.

A capacidade de mobilização, porém, é uma incógnita. Especialistas ouvidos pelo Caderno Cultura, de ZH, publicado no sábado, não acreditam que haverá uma grande movimentação capaz de influenciar na eleição.

— Não vejo, por parte dos movimentos sociais e mesmo entre os partidos, uma estratégia capaz de levar o povo para as ruas e influir nas eleições — disse Roberto 
Romano, professor da Unicamp.

Mas o Planalto segue atento. Um plano envolvendo as Forças Armadas e que prevê homens aquartelados nas cidades-sede da Copa foi montado, demonstrando o grau de preocupação do governo. O uso das tropas não é descartado. Será alternativa no caso de fracasso das forças policiais.

Com receio de prejuízos políticos, o Planalto mantém o discurso de respeito às manifestações sem violência, mas, nos bastidores, a postura diplomática é deixada de lado. Com o afunilamento do calendário eleitoral, o PT montou reuniões com donos de institutos de pesquisa para avaliar o comportamento do eleitorado. Não quer ser surpreendido. Ainda durante a viagem a Cuba, Dilma mandou recados dizendo que quem não percebe a importância do Mundial tem uma “visão pequena do Brasil”.

Varredura na web

O monitoramento das manifestações foi reforçado, com apoio da Polícia Federal e da Abin. Os relatórios são quase diários, com dados sobre mobilizações, como a greve dos rodoviários em Porto Alegre, e varreduras na internet — habitat de grupos difusos que reúne a ultraesquerda, a extrema direita com tintas militaristas e religiosas, black blocs e até servidores que protestam contra Dilma e o PT exibindo seus contracheques.

A presença da presidente é esperada para o dia 7 na inauguração do Beira-Rio, mas, se o clima na Capital continuar inflamável, é possível que a visita seja cancelada.

Nas redes sociais, extremistas de esquerda e de direta acabam se misturando.  Declarações contra a Copa, por exemplo, aparecem tanto em páginas que defendem o transporte coletivo estatizado quanto em comunidades que exigem a intervenção militar contra o PT e o “comunismo”.

À espreita das ações desse exército de anônimos, estão os partidos de oposição, que nutrem a esperança de que mais uma vez a popularidade da presidente caia diante do recrudescimento das manifestações. Ricardo Caldas não acredita que eventuais votos que o governo venha a perder sejam carreados por PSB e PSDB.

Quem joga gasolina no incêndio são as siglas de extrema esquerda, que comandam grupos como o Bloco de Luta pelo Transporte Público. Militantes vinculados ao PSOL estiveram por trás da invasão à Câmara de Porto Alegre, mas seus dirigentes afirmam não apoiar atos de violência.

— O PT tinha a ilusão de que poderia tutelar os movimentos sociais. Não vamos inverter as coisas. As manifestações ocorrem porque alguém dá razão para elas. Há um disparate entre os gastos com a Copa e as necessidades das pessoas — afirma o senador Randolfe Rodrigues (AP), candidato do PSOL à Presidência.

*Colaborou Caue Fonseca

A estratégia dos aliados da presidente contra o desgaste

Apesar da aparente quebra de diálogo, os movimentos sociais ligados ao PT guardam distância dos protestos.

A postura é inversa à da Força Sindical, central satélite do partido Solidariedade e parte do projeto político do deputado federal Paulo Pereira da Silva (SP), que decidiu engrossar o caldeirão estimulando greves em todo o país ao mesmo tempo em que se aproxima do PSDB na corrida eleitoral. Já a CUT, o principal braço sindical do PT, se mantém em silêncio. Seus dirigentes só se pronunciam em encontros sindicais.

— Nas manifestações verdadeiramente sociais, a CUT está junto ou organizando. Agora, não podemos compactuar com esses protestos surgidos nas redes sociais ou mesmo com encapuzados destruindo o patrimônio público. A CUT não vai entrar nesse ti-ti-ti — diz um porta-voz da central.

O discurso é da boca para fora. A CUT, o MST e até a UNE – dominada pelo PC do B, partido que controla o Ministério do Esporte — estão mobilizados para agir como antídoto, apesar de algumas defecções na base acabarem engrossando os movimentos e as greves.

Em Porto Alegre, há militantes da CUT em litígio com a entidade e com o PT na greve dos rodoviários. Nos últimos protestos, uma integrante do coletivo Rebele-se, que tem como símbolo a estampa de Che Guevara, foi presa.

— Não é o papel da UNE ficar defendendo a Copa ou mesmo convocar estudantes para serem voluntários no evento. Os jogos não vão deixar legado algum, e os gastos desenfreados deveriam ser investidos em educação, na assistência estudantil — critica Katerine Oliveira, vice-presidente da UNE, que foi presa enquanto se refugiava em um hotel na Rua Augusta, em São Paulo, durante o protesto do último dia 25.

O próprio PT criou um exército nas redes sociais, disseminando o slogan #VaiTerCopa para servir de contraponto às manifestações. Na semana passada, secretários de comunicação do partido se reuniram para traçar estratégias contra os grupos conservadores da web, e o ex-presidente Lula usou o Facebook para criticar o jogo “rasteiro” da internet.

Já a Secretaria de Comunicação Social, que ganhou novo perfil, tem como focos a criação de uma campanha publicitária para defender a realização da Copa e a aproximação com blogs que fazem o enfrentamento na rede em favor do governo, algo reivindicado pelo partido.

É na internet que a multiplicidade de visões se difunde e ganha adeptos. Nesta ágora virtual, a verborragia principal é o #NãoVaiTerCopa, mas há espaço para tudo, com novas manifestações sendo programadas para fevereiro, sinal de que a situação está em ebulição. As vaias que Dilma tomou no Mané Garrincha não significarão nada, apenas uma remota lembrança, diante do estopim que se desenha no horizonte.

A tipificação dos protestos

Os integrantes das mobilizações são variados, confundem-se entre si e não raro entram em conflito uns com os outros por divergências ideológicas. Veja como estão distribuídos

Anarquistas

— Berço dos black blocs, este grupo é composto por integrantes muito jovens – de 92 presos pela PM de SP, em outubro, o mais velho tinha 23 anos. Agem infiltrados nas manifestações. Não há demanda clara. Com brados genéricos como o “não vai ter Copa”, atuam anônimos no enfrentamento com a polícia e na depredação de bancos e prédios do governo. Grupos de esquerda os classificam como “fascistas”.

Aparelhados

— Integram sindicatos ou agremiações de esquerda, já habituados a protestos contra prefeitos, governadores ou presidente, conforme o partido. Clamam por melhores serviços públicos e aumento salarial para servidores. Ao longo de 2013, foram criticados por dar tintas políticas às manifestações. Alguns grupos foram para a rua para oferecer um contraponto aos adversários do governo Dilma.

Idealistas

— Integrantes de grupos, como o Movimento do Passe Livre (MPL), deram origem aos protestos de junho. Definem-se como apartidários e fazem demandas mais objetivas, como o cancelamento do aumento das passagens ou o esclarecimento de casos como o do pedreiro Amarildo. Seguem atuantes no Rio, mas perderam força no resto do país.

Minorias

— Habituados a mobilizar eventos pacíficos em causa própria, como a Marcha das Vadias, engrossaram o caldo das manifestações de 2013. Vem desse grupo a maioria dos protestos contra o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). Entre as bandeiras, estão a igualdade entre os sexos, os direitos dos homossexuais e o fim da violência contra a mulher. Entre eles, também existem grupos ligados à defesa ambiental.

Indignados

— Corrupção, gastos com a Copa e a precariedade dos serviços públicos são alguns temas lembrados pelo grupo que tomou o país em junho, mas arrefeceu. Entre eles, há quem prega nova intervenção dos militares contra o comunismo e o PT. Para o dia 22 de março, mobilizam em SP uma reedição da Marcha da Família, 50 anos depois do evento que antecedeu o golpe de 1964.

Religiosos

— Em geral evangélicos, mas também com a presença de alguns católicos, são grupos mobilizados por líderes religiosos contra a tramitação de projetos que envolvam temas caros às igrejas, como o aborto. Com facilidade, aderem aos milhares a protestos mobilizados por pastores ligados à política. Atuam para neutralizar os grupos de minorias.
Fonte : Diário Catarinense
ZERO HORA - BRASÍLIA