domingo, 29 de setembro de 2013

NOVAS GERAÇÕES TÊM POUCAS REFERÊNCIAS DE AUTORIDADE.

FAMÍLIA E VALORES, SÃO NECESSÁRIOS PARA TODOS.



Colaboração do professor Adriano Medeiros.

CONFERÊNCIA DO CLIMA PARIS ( CPO 21), EM 2015

Políticos e cientistas fazem apelo por acordo em 2015
Pesquisadores, líderes políticos e militantes de organizações não governamentais (ONGs) se esforçaram ontem, após a divulgação do relatório do IPCC, para recriar o clima de expectativa e pressão internacional por um novo acordo climático. Os apelos foram para que um tratado de redução das emissões de gases de efeito estufa seja sacramentado na Conferência do Clima de Paris (COP21), em 2015.

A informação é de Andrei Netto e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 28-09-2013.

Fonte : Revista Época.com
Tão logo o relatório foi divulgado, governos de diferentes países - mesmo os que até aqui travam um acordo climático - saudaram o empenho do IPCC em aprofundar seus conhecimentos sobre o aquecimento global. Em Washington, o secretário de Estado americano, John Kerry, reconheceu que a comunidade internacional está em dívida. "Se há um tema que reclama mais cooperação e engajamento diplomático, é este", reconheceu.

Em Londres, David Cameron foi na mesma linha, enquanto em Paris o ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius, disse que a França está "mobilizada para construir um pacto mundial sobre o clima em 2015". O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, ignorou as conferências do clima de Varsóvia, em novembro, e de Lima, em 2014, e apelou pela realização de uma conferência extraordinária em Nova York em setembro de 2014, na qual seriam definidas as bases do acordo climático a ser selado em Paris dentro de dois anos. "Este novo relatório será essencial para os governos que trabalham para a realização de um acordo ambicioso sobre as mudanças climáticas em 2015", afirmou.
Revista Época.com
De Nairobi, no Quênia, Achim Steiner, diretor do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep), advertiu que o relatório do IPCC traz uma mensagem inequívoca que não pode ser ignorada. "Não se trata de ideologia, nem de interesses pessoais, mas do interesse coletivo", frisou.

Do lado de fora do centro em que o IPCC se reunia, um grupo de militantes de ONGs protestou em frente às câmeras, reivindicando que os líderes mundiais se mobilizem e revertam o fracasso da Conferência do Clima de Copenhague (COP15), em 2009. "Governos deveriam aprender com os erros da crise financeira global e ouvir os experts antes que seja tarde demais", afirmou Tom Gore, da Oxfam.
Fonte : Instituto Humanitas Unisinos

DERRETIMENTO NO ÁRTICO

Fonte: G1.com

Em 33 anos, Ártico perdeu 'uma Espanha'Grande parte dos dados que permitem aos cientistas afirmar como era o clima há 800 mil anos vem das camadas de gelo do Ártico e da Antártida. Mas, a julgar pelas próprias perspectivas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), esse estoque de informações está cada vez mais ameaçado. Estatísticas publicadas ontem indicam que o derretimento nas regiões polares nunca foi tão acentuado.

"A média global de decrescimento da extensão do gelo no Oceano Ártico no período 1979-2012 foi muito provavelmente entre 3,5% e 4,1% por década, ou entre 450 mil e 510 mil quilômetros quadrados", diz o IPCC, referindo-se a uma área equivalente ao tamanho da Espanha, pouco inferior ao tamanho de Minas Gerais.
A reportagem é de Andrei Netto e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 28-09-2013.
Nos verões, a perda chega a entre 9,4% e 13,6% por década, ou entre 730 mil e 1,07 milhão de quilômetros quadrados - maior que o Egito, ou um pouco menor que o Pará. Nas geleiras da Antártida, a taxa ficou entre 1,2 e 1,8% por década, ou entre 130 mil e 200 mil quilômetros quadrados no mesmo período.
Nas geleiras do planeta, um total de 275 bilhões de toneladas de gelo "muito provavelmente" derreteram por ano entre 1993 e 2009. "Nas últimas duas décadas, a Groenlândia e as banquisas de gelo da Antártida vêm perdendo massa, geleiras continuam a derreter em todo o mundo, o gelo do oceano Ártico e a cobertura de neve na primavera do Hemisfério Norte continuaram a decrescer em extensão", adverte o IPCC.
Tamanho impacto é causado, claro, pelo aumento da temperatura da Terra, que se verifica com clareza nas regiões polares. "Há grande confiança de que as temperaturas do permafrost (solo que permanece sempre congelado) aumentaram na maioria das regiões, desde o início de 1980", reitera o IPCC. "O aquecimento observado foi de até 3°C em partes do norte do Alasca (do início de 1980 a meados da década de 2000) e de até 2°C em partes do norte da Rússia Europeia (1971-2010)."
A medição do impacto para as populações da região é um dos pontos nos quais o IPCC precisa avançar, segundo explicou Thomas Stocker, um dos dois coordenadores do relatório. "Sempre foi um objetivo ser relevante para pequenas comunidades locais, mas este ainda é um desafio", reconhece.
Fonte: Instituto Humanitas Unisinos

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

REDUÇÃO NA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL

Um relatório do UNICEF sobre mortalidade infantil divulgado nesta sexta-feira mostra que o Brasil foi um dos países que mais conseguiu reduzir sua taxa de mortalidade infantil. Em 1990, a taxa de crianças que morriam com menos de cinco anos era de 62 a cada 1 mil nascimentos. Em 2012, para cada 1 mil, morreram 14, representando uma redução de 77%.

.


"O Brasil se destaca no cenário internacional como um dos países que mais reduziram a mortalidade infantil nos últimos anos", disse a representante adjunta do UNICEF no Brasil, Antonella Scolamiero. Para ela, no entanto, mais do que comemorar, o resultado implica novos desafios para o País. "Ao conquistar esse resultado, (o Brasil) passa à responsabilidade de avançar mais e ajudar outros países a alcançarem resultados relevantes", afirmou.
Segundo dados do Ministério da Saúde, nos últimos 22 anos, o Nordeste foi a região com maior percentual de queda dentro do Brasil, com 77,5%, passando de 87,3 crianças mortas a cada mil nascidas vivas para 19,6. Os Estados que se destacam são Alagoas (-83,9), Ceará (-82,3), Paraíba (-81), Pernambuco (-80,9) e Rio Grande do Norte (-79,3).
"É um número para que a gente aprenda o que fizemos de correto, possa transferir para outras regiões do Brasil. E aprender com os outros países do mundo o que podemos fazer a mais", avaliou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Dentre os fatores apresentados como decisivos, estão o foco na atenção primária de saúde, a melhoria no atendimento materno e ao recém-nascido, a promoção do aleitamento materno, a expansão da imunização e a criação de incentivos de proteção social, como os programas de transferência de renda. "Não é à toa que a maior parte dessa redução aconteceu nos últimos dez anos", disse Padilha.
Para que o ritmo continue, o ministro da Saúde promete que o programa Mais Médicos leve mais atenção profissional tanto a municípios isolados quanto a distritos indígenas. Ele também reconhece que é preciso voltar as atenções ao atendimento a recém-nascidos.
"O grande desafio que temos hoje na atenção primária é melhorar a qualidade dessa atenção, sobretudo a qualidade do neonatal, do parto, e poder expandir as UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) neonatais em todo o Brasil", afirmou Padilha.
Comparativo internacional
O relatório do UNICEF se baseou no monitoramento de 196 países ou territórios. A exemplo de 1990, o Brasil conseguiu ficar com índices superiores à média mundial. Há 22 anos, a média de crianças que morriam com menos de cinco anos era de 90 por mil, contra 62 por mil no Brasil. Hoje, a média mundial é de 48 por mil, contra a marca brasileira de 14 por mil.
Quando ranqueados os países que registraram quedas mais representativas, o Brasil aparece na sétima posição, atrás de Maldivas, Estônia, Arábia Saudita, Turquia, Macedônia e Peru. Com esse indicador, o País conseguiu bater com três anos de antecedência a meta de redução de mortalidade infantil estabelecida pelas Nações Unidas dentro dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A meta brasileira era a de reduzir o número de óbitos para 17,9 por mil até 2015.
Fonte : Diogo Alcântara

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

MEU IRMÃO, PAIXÃO POR FNM E EU PELA EDUCAÇÃO.

Coleção de FNM

Para ficar perto de sua paixão, empresário vai trabalhar de caminhão 

Fonte: QuatroRodas.

Por Isadora Carvalho
Fotos: Daniel Spalatto
Março de 2012

Coleção FNM
Strada e o FNM: a mãe e as irmãs também dirigem

Dizem que uma das razões para o sucesso urbano dos SUVs é a posição mais alta de dirigir. Pode ser. Mas certamente isso não está entre as justificativas para um empresário paulistano adotar o caminhão como seu meio de transporte preferido. Na contramão da tendência do downsizing e dos compactos e econômicos carros urbanos, o programador Osvaldo Tadeu Strada, 54 anos, não abre mão de ir trabalhar ao volante de um de seus 27 caminhões, 22 deles da marca FNM, o primeiro fabricado no Brasil.

Coleção FNM
Estribo elevado e porta suicida: sinais do tempo

Produzidos durante 35 anos - a partir da década de 50 - pela Fábrica Nacional de Motores, os FNM eram equipados com motores Alfa Romeo e tornaram- se populares em nossas estradas, conquistando a fidelidade de muitos caminhoneiros. Entre eles, o pai de Osvaldo, que o influenciou na paixão pela marca e pelo mundo dos pesados. "Meu pai ensinou todos em casa a dirigir FNM: minha mãe, as três irmãs e eu."

Coleção FNM
No painel, os instrumentos e a reduzida: são 4 marchas

O colecionador já chegou a atravessar a cidade de São Paulo todos os dias de caminhão, já que mora na Serra da Cantareira (zona norte) e tem escritório na Chácara Santo Antônio (zona sul). "Atualmente, vou uma vez por semana de caminhão, devido à restrição de circulação", diz Strada. "Sem dúvida, me acham um maluco, mas é uma verdadeira satisfação."

Coleção FNM
No acervo, as várias gerações FNM reunidas

Brinquedo A coleção começou em 2000, com um caminhão baú, mas só no ano seguinte realizou o sonho de adquirir um FNM, que por coincidência encontrou na rua onde morava, na Vila Maria, zona norte. "Como estava muito deteriorado, paguei apenas 5 000 reais, mas nunca fiquei tão feliz com uma aquisição. Tratava-se de um D 11 Standart 1965 prata", diz Strada, que já começou a circular pela cidade com o "novo" brinquedo.

No mesmo ano, ao sair para trocar sua Hilux antiga por uma zero-quilômetro, resolveu comprar um cavalo mecânico da Volvo na concessionária em frente. "E para explicar para minha esposa que tinha trocado o carro por um caminhão", diz Strada, que passou a usar o veículo como carro de passeio.

Ele achava que era o único que colecionava caminhões, até que soube de um evento chamado Alfa Day, que reunia os aficionados por Alfa Romeo. "Fui com o FNM prata, o único na época, no encontro realizado em 2004 na cidade de Avaré e fiquei satisfeito ao encontrar outros admiradores de FNM."

Coleção FNM
Ex-caseiro e quase engenheiro Beto: formação para cuidar da mecânica

A partir daí, começou a comprar um atrás do outro. Em 2006 sua coleção já somava 15 caminhões e ele teve de arrumar um jeito para guardálos. Como tinha uma chácara em Pilar do Sul, interior de São Paulo, decidiu construir um galpão de 1 600 metros quadrados. No mesmo ano, contratou um funileiro apenas para restaurar os caminhões e decidiu investir na formação do caseiro da chácara para que pudesse cuidar de seu acervo de maneira mais criteriosa. "Atualmente, financio uma faculdade de engenharia para que ele possa aperfeiçoar os sistemas mecânicos dos FNM."

Como viaja bastante com os caminhões, aprimora os motores sem ficar preso a purismos. "Altero a compressão e atualizo os componentes", afirma Strada, que divide sua coleção em dois segmentos: os caminhões para exposição, aqueles que mantêm a mecânica original, e os para circular regularmente.

Em sua chácara há uma verdadeira linha de montagem, com direito a áreas de funilaria, pintura e mecânica, além de estoque suficiente para montar dez caminhões FNM. "O caminhão é reconstruído", diz Strada, que também se preocupa com o acabamento, instalando revestimento de couro nos estofamentos, nos painéis de instrumentos e nas maçanetas originais. Cada restauração leva um ano e meio para ser concluída.

Coleção FNM
Cuidando dos detalhes

O galpão conta ainda com um mezanino com seis suítes para hospedar os amigos que chegam de FNM. Segundo Strada, a grande satisfação de ter entrado nesse ramo foram as amizades verdadeiras que conquistou e por isso quer sempre cultivá-las.

Em 2007 resolveu lançar o site AlfaFNM, para resgatar a história da marca. "A intenção é mostrar para as novas gerações a importância da fábrica na história do nosso transporte. O portal já recebe 700 000 visitas por ano."



FNM

A Fábrica Nacional de Motores (FNM) foi inaugurada em 1942 na cidade de Duque de Caxias (RJ). Até 1948 ela produziu, principalmente, motores aeronáuticos. Em 1950 a FNM foi vendida para Alfa Romeo. Em 1952 lançou o FNM D-9500, que foi bem aceito graças a sua robustez. Em 1972, apresentou o FNM 180 e 210. Em 1976 a Fiat comprou a marca e encerrou a produção em 1979, passando a fabricar o Fiat 190. 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

REUNIÃO COM OS PAIS : TEXTO PARA REFLEXÃO.

Chegou o boletim, e agora pais?
Por que muitos alunos temem o boletim escolar? Para que serve o boletim? Seria para premiar ou para castigar?  Quais são as posturas dos alunos e educadores, pais e professores, diante do boletim?
A resposta a essas perguntas  depende do sentido que damos à avaliação.  Tanto a indiferença  diante do boletim  quanto a supervalorização da nota não fazem sentido  quando  queremos educar  crianças e adolescentes.  Tanto o prêmio como o castigo não mostram à criança e ao adolescente que estudar é bom, que é necessário e importante, porque o foco deixa de ser a aprendizagem e passa a ser o prêmio ou o castigo, fruto de notas boas ou ruins.
Se o foco for a nota, teremos uma proposta pedagógica centrada fortemente no conteúdo. Então temos posturas de prêmio ou castigo diante do boletim. Se o foco estiver na aprendizagem,  teremos uma proposta pedagógica centrada no aluno, no educando. Neste caso, a postura diante do boletim deve ser diversa, marcada por processos dialógicos e de hetero e autorregulação. 
No primeiro caso, o aluno é convidado a prestar atenção na aula, estar muito atento às explicações do professor, fazer exercícios de aprendizagem, exercícios de fixação e devolver tudo isso numa prova. Neste processo é muito valorizada a capacidade de memorização, mesmo que sem compreensão, porque tudo deve ser devolvido na prova da forma como foi trabalhado na classe ou está no livro.   
No segundo caso, quando o foco está no aluno, os conteúdos também estão presentes, são construídos noções e conceitos nas diversas áreas do conhecimento, porém, o aluno é convidado a ser sujeito de suas aprendizagens, desenvolvendo habilidades, aprendendo a comunicar  suas dificuldades e seus talentos, aprendendo a regular  e a desenvolver paulatinamente  as capacidades para aprender. Neste caso o aluno é convidado a se apropriar do planejamento, da execução do planejado e da avaliação. 
No primeiro caso a postura de utilizar o boletim para  premiar ou castigar vão muito bem. No segundo caso o processo é um pouco mais complexo, porém, muito mais eficiente e eficaz.
Somos  da opinião de que toda criança e adolescente necessitam de um adulto para o qual tenha que “prestar contas”. Prestar contas não no sentido de pagar dívida e sim, de ter um adulto com o qual possa dialogar e que o estimule a pensar e a fazer boas escolhas.  Neste contexto cabem duas perguntas: como o boletim pode se tornar uma ferramenta de diálogo e quais são os frutos esperados desse processo?
Sugerimos  aos pais sentar ao lado dos filhos, criando um clima de mútua confiança,  e com eles ler o boletim – ou qualquer outra forma de indicador de aprendizagem – analisando os dados, fazendo perguntas,  incentivando-os a falarem sobre os avanços que tiveram, sobre as dificuldades que permanecem,  sobre as ações  e atitudes que terão ou da ajuda de que necessitam  para superar dificuldades ou para continuar aprendendo sempre mais e melhor. 

A conversa precisa ser seguida de registro escrito, que pode ser feito na agenda pessoal do aluno. Bom que sejam duas ou três atitudes, comportamentos, ações bem concretas, facilmente verificáveis pelos atores desse processo. Evitar propósitos muito genéricos como “estudar mais”, “me empenhar mais nas aulas”, estudar todos os dias, etc. Procure  propósitos bem objetivos, atendendo aos problemas identificados,  como:  fazer todas as tarefas seguindo as orientações dadas pelo professor; organizar os registros no caderno; cuidar da ortografia; fazer pergunta quando não consegue resolver um problema;  ser mais persistente na resolução de problemas; exercitar a caligrafia; exercitar o resumo; exercitar a interpretação de texto; exercitar a escrita e reescrita; pesquisar em fontes diferentes, perder o medo de fazer pergunta; cooperar com minha classe evitando falar fora de hora; levar o material solicitado para as aulas; fazer as entregas no prazo, etc.
FONTE: ENIO BERNARDO SCHMITZ




A IMPORTÂNCIA DO PLANO DE AULA/ SOCIALIZAÇÃO DO PA
AGENDA ON LINE
RPA
BOLETIM
MÉDIA ATRAVÉS DE PESO
ATENDIMENTOS E ENCAMINHAMENTOS