quinta-feira, 10 de setembro de 2009

REGIÃO CENTRO - OESTE DO BRASIL.

Atualizado: 28/08/2012
gruta‑do‑lago‑azul‑em‑bonito‑mato‑grosso‑do‑sul.jpg udiviagens.blogspot.com

topicos.estadao- Ave monogâmica, em Bonito, Mato Grosso do Sul

CONHECENDO UM POUCO DA REGIÃO CENTRO-OESTE


A região Centro-Oeste, entre as cinco existentes, é a segunda maior região do país. É constituída por três Estados e o Distrito Federal, são eles: Goiás (capital Goiânia), Mato Grosso (Cuiabá), Mato Grosso do Sul (Campo Grande) e Brasília (capital federal).
O Centro-Oeste ocupa uma área 1 606 372 km2, que supera em extensão a soma de todos os territórios da Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Noruega, Suíça e Reino Unido.

A região Centro-Oeste abriga cerca de 13 milhões de habitantes (18,9% do território nacional) e uma densidade demográfica de 8,26 hab./km2. A população da região possui origem multicultural, em virtude de a mesma ser composta por pessoas vindas de diversas partes do Brasil.

A região Centro-Oeste é muito rica em diversidades naturais, nela são encontradas importantes características vegetais, sendo as principais: o Cerrado, o Pantanal e a floresta Amazônica. Domínios que se destacam por serem considerados patrimônios naturais do Brasil.
biologo.com.br

schonereise.com.br O Pantanal do Mato Grosso .



VEGETAÇÃO AMEAÇADA




O Centro-Oeste: abrange ao mesmo tempo parte de duas regiões geoeconômicas, são elas: Amazônia e Centro-Sul. Quanto à localização, essa parte do Brasil é privilegiada, tendo em vista que se limita com todas as outras regiões, além de fazer fronteira com Paraguai e Bolívia.

Atualmente, o Centro-Oeste é uma das regiões que mais cresce no país, fato explicado por melhorias na agropecuária e desenvolvimento industrial, especialmente pelas agroindústrias instaladas.


A MECANIZAÇÃO NO CAMPO



A abertura das fronteiras econômicas na Região Centro-Oeste facilitou a entrada de uma grande quantidade de migrantes, trabalhadores rurais que tinham como objetivo conseguir trabalho nas novas áreas de agricultura e pecuária.

A partir desse fato, alguns migrantes compraram e outros tomaram posse de terras dando origem a diversas propriedades rurais de pequeno e médio porte, geralmente com poucas tecnologias, isso significa que era desenvolvida a agropecuária tradicional, mão-de-obra praticada pela família que cultivava produtos da base alimentar como o arroz, milho e feijão.

Algum tempo depois ocorreu o processo de expropriação dos pequenos e médios proprietários, o fato é explicado, pois grandes latifundiários e grupos empresariais iniciaram a compra de grandes extensões de terras promovendo a concentração fundiária.

Como consequência, a região hoje é uma das que apresenta grande incidência de concentração de terras no Brasil. Outro resultado desse processo foi a falta de trabalho no campo, uma vez que grandes propriedades desenvolviam pecuária extensiva e outras a produção agrícola altamente mecanizada. A escassez de emprego levou milhares de pessoas às cidades próximas, ocasionando assim o fenômeno do êxodo rural.

O processo do êxodo rural ocorrido na Região Centro-Oeste resultou em um rápido crescimento da população que ocupou os centros urbanos e até mesmo fez surgir novas cidades. A chegada intensa da população do campo nas cidades fez com que essas ficassem saturadas em relação à quantidade de pessoas, desestabilizando a estrutura urbana.


O ÊXODO RURAL



Isso significa que, ao ocupar de forma rápida áreas que até então eram desabitadas, o governo não conseguiu disponibilizar a todos os serviços públicos, com isso a população passou a enfrentar uma série de problemas de caráter de infra-estrutura como a falta de saneamento, escolas, iluminação, pavimentação, policiamento entre outros.
O crescimento de bairros marginalizados nas grandes cidades da Região Centro-Oeste acontece porque a oferta de emprego é incapaz de absorver a quantidade de mão-de-obra derivada do campo.

O agronégocio é a principal atividade econômica da região Centro-Oeste. O mesmo engloba as agroindústrias e a produção agropecuária. A última tem se destacado no fornecimento de matéria prima para indústrias de alimentos e de outros setores do Brasil e do exterior, principalmente carne, soja, algodão, milho, cana-de-açúcar e arroz.

A região tem uma participação significativa no cenário nacional quanto à produção agropecuária, uma vez que a cada ano os índices de produtividade se elevam. Isso tem ocorrido em razão de investimentos em tecnologias, especialmente naquelas propriedades de produção tradicional. Os recursos são aplicados na compra de maquinários, insumos agrícolas, e na utilização de mão-de-obra especializada (técnicos) no desenvolvimento das atividades. Em suma, o que tem ocorrido é um processo de modernização maciça do campo na região.
akatu.org.br-plantação de algodão

veja.abril.com.br - Plantação de soja em Sorriso, Mato Grosso

Na região Centro-Oeste é possível identificar áreas agrícolas que se destacam na produção de determinadas culturas. No Mato Grosso, as culturas que se destacam são: arroz, soja e o milho no norte da capital (Cuiabá); algodão no sul do Estado; e cana-de-açúcar a oeste do mesmo. No Mato Grosso do Sul, nas proximidades de sua capital (Campo Grande), destaca-se a produção da soja e do trigo; no município de Dourados, soja, cana-de-açúcar, milho e arroz; e ao norte do Estado, soja. Já em Goiás, o que se destaca é a produção de algodão, soja, milho e arroz, isso no sudoeste do Estado; no Mato Grosso goiano (centro do Estado) a principal cultura é a cana-de-açúcar.


A PECUÁRIA DO CENTRO OESTE


Historicamente, a região sempre se destacou na pecuária. Ainda hoje, essa atividade possui uma grande relevância para a economia do Centro-Oeste, respondendo pela maioria da renda proveniente do setor agropecuário. A pecuária desenvolvida na região se dedica, principalmente, à criação de bovinos, mas também existem criadores de bubalinos e eqüinos.




ATIVIDADE:
1- Quais os estados e capitais que formam a região Centro-Oeste ?
2- Quais os biomas que estão presentes na regoão Centro-Oeste? Escreva três características de cada vagetação:
3- Atualmente quais são as principais atividades econômicas da região?
4- Quais foram as principais causas para o êxodo rural na região Centro-Oeste?
5- Quais foram as principais consequências para a população e para as cidades com o êxodo rural?
6- Escreva sobre a bacia hidrográfica Tocantins-Araguaia:
7- Escreva sobre a rodovia Transbrasiliana:






sábado, 5 de setembro de 2009

IMPORTAÇÃO DO LIXO

DESTINO DOS DEJETOS É UM GRANDE DESAFIO AMBIENTAL



A descoberta de contêineres provenientes do Reino Unido, com 1.500 toneladas de lixo tóxico, nos portos de Santos (SP) e do Rio Grande do Sul, é apenas uma amostra de um dos maiores problemas enfrentados pelo mundo globalizado. O destino do lixo produzido pela sociedade tornou-se um negócio que movimenta bilhões de dólares e envolve desde empresas lícitas até o crime organizado.

Lixo tóxico é todo tipo de material descartado que traz riscos à saúde humana e ao meio ambiente. Por isso, precisa receber um tratamento adequado para ser jogado fora. Ele compreende desde pilhas, lâmpadas fluorescentes e remédios vencidos do lixo doméstico comum, até lixo hospitalar, industrial e nuclear.
O carregamento que chegou aos portos brasileiros estava "disfarçado" numa carga de lixo reciclável, que é aquele formado por materiais - como plástico, papelão, vidro e alumínio - que podem ser reutilizados pela indústria na fabricação de novos produtos. Autoridades investigam os responsáveis para saber se houve engano ou má-fé no envio dos contêineres.



O caso provocou indignação no Brasil. Porém, os comércios legal e clandestino de lixo funcionam há muitos anos, acumulando escândalos desde a década de 1980. O mercado internacional do lixo surgiu da necessidade de se depositar, em algum local, a imensa quantidade de lixo produzido pelos países ricos, bem como da demanda, pelo setor industrial, por materiais recicláveis.

Mesmo o lixo tóxico pode ser negociado, contanto que haja concordância entre os países envolvidos, o que não ocorreu no caso envolvendo Brasil e Reino Unido.
Desde o final dos anos de 1990 surgiram tratados e leis para regular as transações comerciais envolvendo lixo, de modo a impedir que países pobres se transformem nos depósitos dos países desenvolvidos. Mesmo assim, máfias que agem globalmente, como a napolitana Camorra, ganham dinheiro com atividades ilícitas que incluem o transporte e o descarte de lixo tóxico.

Reciclagem
Poucas pessoas sabem, mas o Brasil compra lixo, de forma lícita, para abastecer a indústria nacional. De acordo com reportagem publicada recentemente pelo jornal O Estado de São Paulo, o Brasil gastou, em um ano e meio, US$ 257,9 milhões (R$ 485,8 milhões) na importação de 223 mil toneladas de lixo "limpo" (papelão, plástico, alumínio etc.).

O motivo da importação é que o país recicla apenas 22% do seu lixo, por falta de coleta seletiva. Segundo dados de 2008 da ONG Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), apenas 7% dos municípios brasileiros possuem coleta seletiva, que atende a 14% da população (e desse total, quase metade reside na região Sudeste).

Enquanto isso, a indústria precisa de matéria-prima para produzir papel, roupas e embalagens. Assim, a solução é importar. Ou seja, comprar produtos como aquelas garrafas PET que poluem os rios e canais que cortam as cidades. Para se ter uma ideia da importância da reciclagem para a indústria, com a fibra reciclada de apenas duas garrafas PET é possível confeccionar uma camiseta.
O Reino Unido também compra lixo para atender o mercado interno, ao mesmo tempo em que exporta lixo tóxico para países que têm condições de fazer a reciclagem ou dar um destino mais adequado. Para empresas, é mais barato enviar lixo tóxico para outro país do que investir em uma infra-estrutura própria - usinas para reciclar plástico, por exemplo - que atenda às exigências ambientais.




Por este motivo, um dos países que mais faturam com o lixo é a China. Os chineses compram toneladas de todo tipo de resíduo e usam mão-de-obra barata e disponível - que trabalha em condições muitas vezes degradantes - para extrair a matéria-prima que as empresas tanto precisam. O país é, atualmente, o maior processador do lixo ocidental, e ganha uma fortuna com esse serviço. Não é à toa que uma das mulheres mais ricas do mundo é a chinesa Yan Cheung, que atua no setor de reciclagem de papelão.

Outro destino comum do lixo tóxico produzido nos países ricos é a África, num comércio clandestino que conta com a falta de fiscalização ou mesmo a corrupção dos governos locais. O crime organizado também investe no negócio, tornando cada vez mais difícil separar o que é lícito e ilícito nesse comércio.

Para impedir o avanço do lixo nos bolsões de pobreza, em 1992 entrou em vigor a Convenção da Basileia, o principal tratado internacional de controle e regulamentação do comércio de lixo. O documento já foi assinado por mais de 50 países desenvolvidos, incluindo os países da União Europeia (UE). No entanto, os Estados Unidos, o maior mercado consumidor do mundo, até hoje não ratificaram o tratado.

Lixo eletrônico
Um dos tipos de lixo tóxico que mais são produzidos hoje no mundo é o chamado lixo eletrônico (em inglês, o e-waste). Lixo eletrônico é aquele gerado pelo descarte de televisores, computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos que contêm substâncias poluentes e que oferecem risco à saúde humana, como o chumbo, o mercúrio, o berílio e o cádmio. Menos de 10% desse lixo é reciclado.

A indústria eletrônica é uma das maiores do planeta. Como a demanda do mercado cresce a cada ano - e o tempo de vida útil dos produtos é cada vez mais reduzido -, há um aumento de lixo eletrônico. O que fazer com o computador obsoleto, o celular fora de moda ou o aparelho de TV velho?

Nos Estados Unidos, 80% do lixo eletrônico é enviado de navio para países asiáticos, como Índia e China. África e países da América Latina também são destinos comuns para materiais eletrônicos descartados. Em comunidades pobres, computadores de segunda mão são reutilizados, mas boa parte chega sem quaisquer condições de aproveitamento.

Na África, estima-se que mais de 75% do e-waste não é reaproveitado, sendo descartado ou queimado em condições inadequadas, contaminando o solo, a água e o ar. Computadores que são despejados nos lixos britânicos (responsáveis por 15% do e-waste europeu) acabam em favelas de países como a Nigéria, onde, depois de retiradas peças economicamente viáveis, viram verdadeiras "bombas químicas" na natureza.

Uma solução para esse problema seria obrigar as empresas a trocarem os componentes tóxicos dos produtos fabricados. Na União Europeia, foi aprovada uma lei que proibiu, a partir de julho de 2006, a venda nos países-membros de artigos eletrônicos que contenham substâncias nocivas à saúde.

Ainda assim, as companhias são relutantes em adotar medidas que previnam a poluição pelo lixo eletrônico. Os governos também falham na fiscalização e os consumidores nem sempre adotam os cuidados necessários na hora de se desfazer do monitor de computador ou do aparelho de ar condicionado velhos.

Num mundo globalizado, nações encontraram no livre comércio uma forma de lidar com o lixo produzido em massa. Mas negócios ilegais, envolvendo enormes quantias de dinheiro, ameaçam transformar países emergentes ou pobres em depósitos de lixo do mundo, afetando o meio ambiente. Por essa razão, há cada vez mais necessidade de tornar o mercado transparente e regularizado.

TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO


Água, o “Ouro Azul” do nosso século
Imagem decorativaTransposição do rio São Francisco: um projeto ambicioso e polêmico.

O governo federal deverá iniciar este ano um projeto concebido há mais de um século, o da ligação do Rio São Francisco com outros rios menores da região semi-árida do Nordeste. Esse projeto tem como objetivo garantir água às populações dessa região e também o desenvolvimento agrícola, comercial e industrial.

Imaginado pelo imperador D. Pedro II no final do século XIX e estruturado na virada do século XX para o XXI, o Projeto de Transposição das Águas do Rio São Francisco é cercado de polêmica.
O rio São Francisco é um dos maiores e mais importantes dos rios brasileiros, estende-se por 2.700 quilômetros. Nasce na região Sudeste, cruza a Centro-Oeste e vai até a Nordeste. Após cruzar três estados, ele desemboca no mar na divisa entre Sergipe e Alagoas. Por isso, o rio ostenta o título de Rio da Integração Nacional e é chamado carinhosamente de “Velho Chico”.
Ao longo de sua extensão, o São Francisco recebe a água de 168 rios afluentes, dos quais 90 são perenes, ou seja, permanentes e os 78 restantes podem secar em períodos de estiagem.


Seu fluxo é interrompido por duas barragens para geração de eletricidade, a de Sobradinho, que garante a fluência do rio mesmo no período da seca, e a represa de Itaparica, ambas na divisa entre a Bahia e Pernambuco.

Atualmente, 95% das águas do rio desembocam no mar e apenas 5% são usadas pelas populações beneficiadas, em cidades ou na irrigação. Basicamente, o governo pretende aumentar o uso da água para benefício da população.
O projeto prevê retirar água justamente nas duas represas e levar essa água para duas outras bacias de rios menores, mas também importantes: a do rio Paraíba (a leste) e a dos rios Jaguaribe, Apodi e Piranhas-Açu (ao norte).

Um projeto para 20 anos

O Projeto de Transposição do Rio São Francisco já foi feito e refeito ao longo de várias décadas, mas foi ampliado no atual governo, após um planejamento conjunto entre 12 ministérios.
Basicamente, trata-se da construção de dois imensos canais de ligação do São Francisco com as bacias menores e seus açudes e, depois, a construção de futuras adutoras (por canos).
O projeto da ligação do São Francisco com outros rios menores da região semi-árida do Nordeste foi concebido há mais de um século. Seu início ainda conta com resistência de ambientalistas e da população que temem a morte do “Velho Chico”, o maior e mais importante rio da região. Apesar disso, a transposição do Rio São Francisco tem como objetivo garantir água às populações dessa região e também desenvolvimento agrícola, comercial e industrial.

O prazo previsto é de 20 anos, a um custo final estimado de R$ 4,5 bilhões. Pelo planejado, ele beneficiará diretamente 60 cidades, somando as que já recebiam alguma água e as que não recebiam nenhuma, e uma população de 12 milhões de nordestinos.

Como cada litro de água pesa um quilo, para as adutoras será preciso construir estações de bombeamento e de elevação para vencer montanhas e desníveis de terreno de até 500 metros.
Junto com a interligação de bacias, será também executado um Projeto de Recuperação do Rio São Francisco e seus afluentes, muitos deles assoreados como conseqüência do desmatamento e da agricultura.
A revitalização do rio é uma reivindicação antiga e permanente dos que se preocupam com o rio.
O projeto ameaça o rio e os que dependem dele?
Transpor e interligar as bacias desses rios parece lógico e muito promissor, mas o projeto gerou e ainda gera polêmicas e críticas daqueles que temem danos sociais e ambientais em razão de variáveis não-previstas.



Ambientalistas, geógrafos, biólogos, assistentes sociais e padres se perguntam: qual será o impacto disso para as espécies que hoje vivem nesse rio ou nos rios que receberão a água?

Se houver diminuição das espécies de peixe, o que acontecerá com as populações que dependem deles? A retirada da água pode comprometer a vazão do rio a jusante (ou seja, nas áreas mais próximas da foz)? Se água sumir em áreas onde ela é abundante, o que acontecerá aos que dependem dela?
O ministério da Integração Nacional, que cuida do projeto, diz que sua revisão e detalhamento foi mais cuidadosa, o que garantirá resultados melhores, e que o volume de água a ser usado é inferior a 1% do que o rio despeja no mar.
Apesar de ser uma das prioridades do atual governo, o projeto deveria ter sido iniciado em 2005 mas foi adiado para este ano.


Fontes:
Ministério da Integração Nacional: http://www.integracao.gov.br
Conselho Indigenista Missionário: http:// www.cimi.org.br




Transposição do Rio São Francisco from RX30 Produtora on Vimeo.
ATIVIDADE:
1- Quais são os principais fatores que originam os problemas com a escassez de água nas áreas semi-áridas no Nordeste ?
2-Identifique as principais causas, físicas, naturais, sociais e antrópicas para o processo de desertificação no Nordeste:
3-Quais são os estados brasileiros banhados pelo rio São Fransisco?
4-Qual a diferença entre os rios perenes e intermitentes?
5-Escreva duas vantagens e duas desvantagens sobre a transposição das águas do rio São Francisco ?
6-Qual é o trecho navegável do rio São Francisco ?
7-Quais são as principais usinas hidrelétricas do rio São Franscisco ?
8-Quais os apelidos que esse rio recebe ?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

CAMADA DE PRÉ-SAL




O pré-sal é uma camada de petróleo localizada em grandes profundidades, sob as águas oceânicas, abaixo de uma espessa camada de sal. No final de 2007, foi encontrada uma extensa reserva de petróleo e gás natural nessa camada, em uma faixa que se estende por 800km entre o Espírito Santo e Santa Catarina. Ainda não existem números concretos sobre quanto óleo realmente existe na região. O Brasil poderia se tornar exportador de petróleo. René Rodrigues, professor da Faculdade de Geologia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), não é tão otimista, mas admite que há um grande potencial de exploração. "Só há estimativas, mas acredito que, pelo que já se sabe, as reservas brasileiras de petróleo devem ao menos duplicar".
o petróleo acumulado acima da espessa camada de sal também tem origem no pré-sal. "O petróleo pode se formar no pré-sal e ficar preso. Em alguns casos, o sal escorrega e abre passagem para o óleo, que se acumula nas rochas do pós-sal. É o que acontece na Bacia de Campos (RJ), por exemplo".Quando esse petróleo encontrado no pós-sal começou a escassear é que se iniciaram as prospecções na camada pré-sal. Apesar da origem comum, o petróleo que continua confinado e é extraído diretamente do pré-sal tem vantagens em relação ao encontrado a pequenas profundidades. No pós-sal, o óleo pode ser atacado por bactérias, que podem estragá-lo. Essas bactérias consomem a parte leve do petróleo, mais nobre e a partir da qual se extraem a gasolina e o diesel. "No pré-sal, como a profundidade é maior, o óleo fica a uma temperatura acima de 80ºC, o que o esteriliza e preserva sua qualidade.




A camada do pré-sal já foi manchete, polêmica e até bandeira da próxima campanha presidencial. Apesar dos bilhões de barris de petróleo alardeados pelo governo, que estão supostamente encobertos por espessas camadas de sal abaixo do leito do mar brasileiro, muito do que se falou até hoje são meras conjecturas. O que realmente significa o pré-sal para o país? Como essa riqueza será explorada? Quais são as garantias de que a extração de petróleo nessas áreas é um bom investimento? Essas e outras respostas irão ajudar você a entender a questão.

1. O que é a camada do pré-sal e onde ela está situada?
2. Qual é o potencial da exploração de pré-sal no Brasil?
3. Quanto representa esse potencial em nível mundial?
4. Como o Brasil vai explorar essa riqueza?
5. Quanto deverá custar o projeto?
6. Há alguma garantia que justifique o investimento?
7. Quando haverá uma perspectiva mais concreta?
8. Quais são os riscos desse investimento?
9. Onde será usado o dinheiro obtido com a exploração?
10. O que acontecerá com os contratos de concessão do local já licitados e assinados?
11. O que é unitização e por que isso está sendo cogitado?

1. O que é a camada do pré-sal e onde ela está situada?

É uma porção do subsolo que se encontra sob uma camada de sal situada alguns quilômetros abaixo do leito do mar. Acredita-se que a camada do pré-sal, formada há 150 milhões de anos, possui grandes reservatórios de óleo leve (de 28º API – óleo de melhor qualidade e que produz petróleo mais fino). De acordo com os resultados obtidos através de perfurações de poços, as rochas do pré-sal se estendem por 800 quilômetros do litoral brasileiro, desde Santa Catarina até o Espírito Santo,e chegam a atingir até 200 quilômetros de largura.

2- Qual é o potencial da exploração de pré-sal no Brasil?

Estima-se que a camada do pré-sal guarde o equivalente a cerca de 100 bilhões de boe (medida que inclui óleo e gás). O número supera em mais de cinco vezes as reservas atuais do país, da ordem de 12 a 14 bilhões de boe. Só no campo de Tupi (porção fluminense da Bacia de Santos), de acordo com análises de testes de formação, estima-se que haja entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, isto é, o suficiente para elevar as reservas de petróleo e gás da Petrobras em 40% a 60%. Soma-se a isso o fato de que a Petrobras é uma das empresas pioneiras no tipo de perfuração exigida para essa extração.



3. Quanto representa esse potencial em nível mundial?

Caso a expectativa seja confirmada, o Brasil ficaria entre os seis países que possuem as maiores reservas de petróleo do mundo, atrás somente de Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes.

4. Como o Brasil vai explorar essa riqueza?

A grande polêmica está justamente na tecnologia que será necessária para a extração. Ainda não se sabe, por exemplo, o que será preciso para retirar o óleo de camadas tão profundas e muito menos se o país dispõe desses recursos. Tupi, por exemplo, a parte que realmente interessa na área do pré-sal, encontra-se a 300 quilômetros do litoral, a uma profundidade de 7.000 metros e sob 2.000 metros de sal. É de lá e dos blocos contíguos que o governo espera que vá jorrar aproximados 50 bilhões de barris de petróleo. Além disso, não se sabe se a real quantidade de petróleo no pré-sal irá compensar os custos tecnológicos.



5. Quanto deverá custar o projeto?

Devido à falta de informações sobre os campos, ainda é muito cedo para se ter uma estimativa concreta de custos. No entanto, alguns estudos já dão uma idéia do tamanho do desafio. Uma pesquisa elaborada pelo banco USB Pactual, por exemplo, diz que seriam necessários 600 bilhões de dólares (45% do produto interno bruto brasileiro) para extrair os 50 bilhões de barris estimados para os blocos de exploração de Tupi, Júpiter e Pão de Açúcar (apenas 13% da área do pré-sal). A Petrobras já é mais modesta em suas previsões. Para a companhia, o custo até se aproxima dos 600 bilhões de dólares, mas engloba as seis áreas já licitadas em que é a operadora: Tupi e Iara, Bem-Te-Vi, Carioca e Guará, Parati, Júpiter e Carambá.

6. Há alguma garantia que justifique o investimento?

Ainda não existe na área do pré-sal uma única gota de petróleo que possa ser classificada como “reserva provada”, ou seja, quantidade de petróleo de cuja existência se tem certeza e que seja passível de extração. O que se encontrou até agora foram indícios em diferentes pontos do litoral. Já foram perfurados poços das três bacias que compreendem o pré-sal: a do Espírito Santo (ES), a e Campos (RJ) e a de Santos (RJ, SP, PR e SC.

7. Quando haverá uma perspectiva mais concreta?

A Petrobras e seus sócios internacionais agendaram para março de 2009 o primeiro Teste de Longa Duração (TLD) no campo de Tupi, a grande aposta do país no pré-sal. A partir de então, a previsão é de que o campo produza 30.000 barris diários de petróleo.

8. Quais são os riscos desse investimento?

Fora o risco de não haver os alardeados bilhões de barris de petróleo no pré-sal, a Petrobras ainda poderá enfrentar outros problemas. Existe a chance de a rocha-reservatório, que armazena o petróleo e os gás em seus poros, não se prestar à produção em larga escala a longo prazo com a tecnologia existente hoje. Como a rocha geradora de petróleo em Tupi possui uma formação heterogênea, talvez também sejam necessárias tecnologias distintas em cada parte do campo. Além disso, há o receio de que a alta concentração de dióxido de carbono presente no petróleo do local possa danificar as instalações.

9. Onde será usado o dinheiro obtido com a exploração?

Uma das principais promessas do governo com relação ao pré-sal é de que irá aplicar seus dividendos na área da Educação. Mas já se falou de tudo, desde usar o dinheiro no combate à miséria até para a construção de um submarino nuclear. Os lucros com a exploração, no entanto, não devem vir antes de 2014.

10. O que acontecerá com os contratos de concessão do local já licitados e assinados?

Embora tenha inicialmente se falado na desapropriação de blocos já licitados na camada do pré-sal, o governo já anunciou que serão garantidos os resultados dos leilões anteriores e honrados os contratos firmados. Porém, não haverá mais concessão de novos blocos à iniciativa privada ou a Petrobrás na área do pré-sal. Ao invés disso, será adotado o regime de partilha de produção, com a criação de uma empresa estatal, mas não operacional, para gerir os contratos de exploração.


11. O que é unitização e por que isso está sendo cogitado?

A unitização é um acordo de gerenciamento compartilhado entre as concessionárias de diferentes áreas em casos de as reservas de dois ou mais blocos serem ligadas, em decorrência de uma maior extensão dos reservatórios para além dos limites licitados pela ANP. Esse recurso, previsto em lei, foi trazido à tona, pois ainda não se sabe se na área de 14 mil quilômetros quadrados já concedida, onde estão os blocos de Tupi, Júpiter e Carioca, entre outros, existe apenas um campo gigantesco e contínuo de petróleo. Nesse caso, a União terá direito a parte da exploração, pois as áreas limítrofes a esses blocos ainda não foram concedidas.





segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mudança de Endereço

NOSSO BLOG MUDOU DE ENDEREÇO!!!

HTTP://GEO.EDUCACAO.WS
planeta

NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR!

sábado, 11 de julho de 2009

MODERNIZAÇÃO DA AGRICULTURA BRASILEIRA



TRANSGÊNICOS - VANTAGENS E DESVANTAGENS



HISTÓRICO SOBRE OS AVANÇOS NO SÉCULO XX


1900. Ocorrem as primeiras experiências de melhoramento genético de plantas, com a transferência de genes em espécies sexualmente compatíveis.

1920. Início do melhoramento genético: desenvolvidas a partir da seleção e cruzamento controlado de duas plantas, surgem as primeiras lavouras com sementes de milho híbrido, responsáveis pelo aumento de 600% da produção norte-americana de milho entre 1930 e 1985.

1953. Descoberta a estrutura do DNA.

1973. Início da era da biotecnologia, quando Stanley Cohen e Herbert Bouyer conseguem efetivamente a transferência genética de um organismo para outro.

1982. A insulina humana para o tratamento da diabetes é o primeiro produto biotecnológico a ser amplamente utilizado.

1990. Na China, começam a ser comercializadas as primeiras plantas geneticamente modificadas

1993. Nos EUA, lançado o tomate longa vida.

1996. Primeiro plantio comercial da soja geneticamente modificada nos Estados Unidos.

1997. Primeiro plantio da soja geneticamente modificada na Argentina.

1999. As áreas cultivadas com plantas geneticamente modificadas em todo o mundo somam perto de 40 milhões de hectares. Cientistas suíços e alemães anunciam a descoberta de uma espécie de arroz contendo betacaroteno, substância convertida em vitamina A pelo organismo.

2002. Ano previsto para o lançamento da segunda geração de produtos agrícolas geneticamente modificados

VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DE OGM´S

Vantagens

· Aumentar a produção de alimentos com redução nos custos de produção;

· Aumento da resistência induzida diminuindo assim, a necessidade do uso de herbicidas;

· Produção de alimentos de maior qualidade nutricional e menor perecibilidade;

· Produção de anticorpos em plantas transgênicas e a possibilidade de distribuição em massa;

· Introdução de novas características não existentes no organismo em seu estado original.


Desvantagens e riscos

1. À saúde humana

· Aumento das alergias pela transferência de gens de uma espécie para a outra porque a alergia é causada pelas proteínas que são produzidas por determinada espécie e a transferência de gens pode levar a esta característica de se fabricar mais ou outra proteína;

· Prejudicar seriamente o tratamento de algumas doenças de homens e animais. Isto ocorre porque muitos cultivos possuem genes de resistência antibiótica. Se o gene resistente atingir uma bactéria nociva, pode conferir-lhe imunidade ao antibiótico, aumentando a lista, já alarmante, de problemas médicos envolvendo doenças ligadas a bactérias imunes;

· Aumento de resíduos de agrotóxicos: Alguns dos produtos transgênicos têm como característica adquirirem resistência aos efeitos dos agrotóxicos, como a soja transgênica “Roundup Ready”, resistente ao herbicida Roundup, permitindo uma utilização mais intensa do agrotóxico, cujos resíduos permanecerão nos alimentos e poluirão os rios e o solo.

2. Ao meio-ambiente


· Fluxo gênico: pode ocorrer a transferência de gens da planta transgênica para uma espécie diferente que pode ser um parente silvestre ou plantas daninhas sexualmente compatíveis podendo gerar desequilíbrio nas cadeias alimentas e no próprio ecossistema;

· Desenvolvimento de resistência em pragas e doenças se houver a transferência do gen resistente da planta;

· Impactos sobre a biodiversidade: O uso da engenharia genética na agricultura está se espalhando rapidamente com a globalização, sendo amplamente aplicado em monoculturas (são as monoculturas as grandes disseminadoras da engenharia genética) que, juntamente com outros fatores, são responsáveis pela diminuição da diversidade de espécies. Segundo Miguel Altieri, “embora a biotecnologia tenha a grande capacidade de criar mais variedades de cultivos comerciais, a tendência estabelecida por apenas quatro multinacionais é criar um mercado internacional para um único produto, criando condições para a uniformização genética de paisagens rurais”. A uniformidade genética leva a uma maior vulnerabilidade do cultivo porque a invasão de pestes, doenças e ervas daninha sempre é maior em áreas que plantam o mesmo tipo de cultivo. O caso da “fome das batatas”, que aconteceu na Irlanda no século passado, é um bom exemplo das conseqüências que a uniformidade genética das plantações pode causar.

· E outros efeitos colaterais que não podem ser previstos a curto prazo.

TRANSGÊNICOS NO BRASIL

A soja transgênica tomou conta das lavouras gaúchas. Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, cerca de 98% dos plantios transgênicos no Brasil estão no Rio Grande do Sul.

Uma reportagem publicada na Gazeta do Povo revela que, no Paraná, são equivalentes as áreas para plantio de soja convencional e transgênica. Enquanto a soja convencional ocupa 51% das áreas plantadas, a transgênica fica com 49%. A diferença é pequena: cerca de 40 mil hectares.

Para aqueles que optaram pela transgênica, a principal vantagem é a facilidade no manejo da lavoura e maior produtividade; já o grão convencional ganha no preço. Atualmente a remuneração pela soja convencional é maior.

Plantar ou não alimentos transgênicos ?
É viavel investir na agricultura orgânica, sabendo que para 2020 seremos 8 bilhões de habitantes no planeta ?

terça-feira, 7 de julho de 2009

A REGIÃO NORDESTE DO BRASIL 7ºano

REGIÃO NORDESTE


REGIÃO NORDESTE E SUA DIVERSIDADE.......


A Região Nordeste é a região brasileira que possui a maior quantidade de estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo o Distrito Estadual de Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.
As maiores cidades nordestinas, em termos populacionais, são: Salvador, Fortaleza, Recife, São Luís, Maceió, Natal, João Pessoa, Aracaju, Ilhéus, Itabuna, Teresina, Campina Grande, Feira de Santana e Olinda.
História
O Nordeste foi primordialmente habitado pelos homens da Pré-História, posteriormente pelos índios, que antes da colonização ajudavam os europeus na extração do pau-brasil em troca de especiarias, era o escambo; mas foi durante o período de colonização que eles foram sendo eliminados, devido as constantes "batalhas" contra os senhores de engenhos. A região foi o palco do descobrimento, os primeiros portugueses chegaram aqui por volta de 1500, ao comando de Pedro Álvares Cabral, na atual cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia.
Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. Países como a França, que não concordavam com o Tratado de Tordesilhas, realizavam constantes ataques ao litoral com o objetivo de roubar aquela madeira tão apreciada na Europa.




Migração nordestina

Devido principalmente ao problema da seca na região do sertão nordestino, somados com a grande oferta de empregos de outras regiões principalmente nas décadas de 60, 70 e 80, em especial na região Sudeste, a migração nordestina tem sido destaque na migração nacional. Mas, na última década, devido à superpopulação nas grandes cidades, os empregos diminuiram, a qualidade da educação piorou e a renda continuou mal distribuída, fazendo com que a maioria dos nordestinos e descendentes que antes migraram pela falta de recurso, continuassem com estrutura de vida precária. Por causa da visão espelhada nas décadas anteriores, o falso ideal imaginário que se formou em relação à região Sudeste é da promessa de uma qualidade de vida melhor, de fácil oportunidade de emprego, salários mais altos, entre outros; iludido por esse sonho, quando um nordestino migra para o Sudeste em busca de uma melhoria na qualidade de vida, acaba encontrando o contrário, além de sofrer preconceito social no dia-a-dia.
Geografia : A área do nordeste brasileiro é de aproximadamente 1.558.196 km², equivalente a 18% do território nacional e é a região que possui a maior costa litorânea. Um fato interessante é que a região possui os estados com a maior e a menor costa litorânea, respectivamente Bahia, com 932 km de litoral e Piauí, com 60 km de litoral.
Relevo: Uma das características importantes do relevo nordestino é a existência de dois antigos e extensos planaltos, o da Borborema e o da Bacia do rio Parnaíba e de algumas áreas altas e planas que formam as chamadas chapadas, como a Diamantina e a do Araripe. Entre essas regiões ficam algumas depressões, nas quais está localizado o sertão, que é uma região de clima semi-árido.

CHAPADA DIAMANTINA


Clima:O Nordeste do Brasil, apresenta temperaturas elevadas cuja média anual varia de 20° a 28°C. Nas áreas situadas acima de 200m e no litoral oriental as temperaturas variam de 24° a 26°C. As médias anuais inferiores a 20°C encontram-se nas áreas mais elevadas da chapada Diamantina e da Borborema. O índice de precipitação anual varia de 300 a 2.000 mm. 3 dos 4 tipos de climas que existem no Brasil estão presentes no Nordeste, são eles:
Equatorial Úmido -- Presente em uma pequena parte do Maranhão, na divisa com o Pará; Litorâneo Úmido -- Presente do litoral da Bahia ao do Rio Grande do Norte; Tropical -- Presente nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí; Tropical Semi-árido -- Presente em todo o sertão.
Vegetação


VEGETAÇÃO DE CAATINGA - SEMI-ÁRIDO
A vegetação nordestina é bastante rica e diversificada, vai desde a Mata Atlântica no litoral à Mata dos Cocais no Meio-Norte, ecossistemas como os manguezais, a caatinga, o cerrado, as restingas, dentre outros, possuem fauna e flora exuberantes, diversas espécies endêmicas, uma boa parte da vida no planeta e animais ameaçados de extinção

MATA DOS COCAIS

AGRESTE- ÁREA DE TRANSIÇÃO

ZONA DA MATA OU LITORAL DO NORDESTE

Atividades:
1-Quais os estados e as capitais que formam a região Nordeste?
2- Como está dividida a região Nordeste?
3- Coloque as principais características de cada sub-região do Nordeste?
4- Quais as principais fontes econômicas do Nordeste?
5-Qual a importância do turismo para a região Nordeste?
6- Síntese do vídeo:

ENDEREÇOS:
www.bnb.gov.br/...Nordeste/.../fatores_de_atratividade.asp -
www.suapesquisa.com.br
www.sogeografia.com.br