domingo, 3 de junho de 2012

TAXA DE FECUNDIDADE

Taxa de fecundidade

Número médio de filhos por mulher em idade de procriar, ou seja, entre 15 e 49 anos.

A taxa de fecundidade da mulher brasileira caiu de 6,28 filhos, em 1960, para 2,38 filhos, em 2000. Nas famílias mais pobres, a queda da fecundidade está muito relacionada à esterilização. As mulheres pobres têm dificuldade de acesso a informações e a serviços de contracepção, e muitas vezes acabam optando pela esterilização logo após o primeiro parto.

Em 1970 a mulher brasileira tinha, em média, 5,8 filhos. Trinta anos depois, esta média era de 2,3 filhos. No mundo, no final do século XX, a taxa de fecundidade era de 2,9 filhos por mulher, Nos países mais desenvolvidos esta taxa era de 1,5, e nos países menos desenvolvidos, em torno de 3,2.

Segundo a ONU, a taxa média de fecundidade necessária para a reposição da população é de 2,1 filhos por mulher. Os dados da tabela a seguir mostram que, enquanto em muitos países essa taxa supera esse valor, em outros ela é inferior. Nesses casos, ou esses países incentivam a natalidade (caso dos Países Baixos, que na década de 1990 estava com crescimento populacional negativo) e aceitam a entrada de imigrantes (caso da Itália), ou suas populações tendem a diminuir, como mostram projeções da ONU para 2050.Nos últimos dez anos, a taxa de fecundidade das mulheres brasileiras caiu 20,1%, apontam dados dos Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em 2000, a média era de 2,38 filhos para cada mulher. Em 2010 essa média foi de 1,90, número considerado abaixo do nível que garantiria a substituições das gerações, que é de 2,1 filhos por mulher.

As maiores quedas foram registradas na região Nordeste (23,4%) e Norte (21,8%). Sul e Sudeste tiveram um declínio de 20,0% e o Centro-Oeste, 14,5%.

A taxa de fecundidade também caiu entre adolescentes e jovens mulheres de 15 a 24 anos, revertendo uma tendência até o ano 2000, quando havia um aumento da concentração da fecundidade nesse grupo.

A participação de garotas de 15 a 19 anos caiu de 18,8% para 17,7%. Entre 20 e 24 anos taxa passou de 29,3% para 27,0%. A idade média da fecundidade passou de 26,3 anos em 2000 para 26,8 em 2010.

Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010

DEMOGRAFIA


Denomina-se demografia o estudo estatístico das coletividades humanas. As informações para esse estudo são obtidas, principalmente, por meio dos recenseadores oficiais, daí “estatística” derivar da palavra “Estado”.
Os diferentes aspectos demográficos, tais como população absoluta, densidade demográfica, crescimento populacional , superpovoamento, distribuição geográfica da população, estrutura etária , profissional e migrações, costumam ser alvo de estudo e preocupação por parte dos diversos especialistas (geógrafos, demográfos, economistas, etc.) e também dos detentores dos poderes : político, econômico e militar.
Gráfico da revista brasileira Época. Fonte:ONU
A população mundial atual totaliza 7 bilhões de pessoas e pode chegar a 9 bilhões em 2050, de acordo com relatório da ONU. O documento, elaborado pelo secretário-geral, Kofi Annan, alerta para o fato de que existe uma grande diversidade nas tendências demográficas de cada país.
crescimento populacional mundial
Conforme o relatório, o maior aumento de população nas próximas décadas acontecerá em países da África e da Ásia, liderado pela Índia, China, Paquistão e Nigéria, seguidos dos Estados Unidos.
Países mais populosos
TAXA DE NATALIDADE
É a relação entre o número de nascimentos ocorridos em um ano e o número de habitantes. Obtemos essa taxa tomando os nascimentos ocorridos durante um ano, multiplicando-os por 1.000 e dividindo o resultado pela população absoluta, ou seja: Número de nascimento X 1.000 dividido por número de habitantes = taxa natalidade
Brasil
15,77 % o(15,77 por 1.000) isso quer dizer que nasceram quase 16 crianças vivas para cada grupo de 1.000 habitantes em um ano.
foto/Júlia
Brasil 1974 passou a interessar-se pela adoção de uma política demográfica - planejamento familiar (posição moderada)

PRINCIPAIS CAUSAS DA REDUÇÃO DAS TAXAS DE NATALIDADE.
População passou de rural para Urbano
Casamentos tardios (taxa de fecundidade)
Maior escolarização
Encargo econômico (custo com criação – educação)
Uso de anticoncepcionais
Abortos e desnutrição (pode inibir a evolução feminina e provocar perda fetal)

MORTALIDADE INFANTIL
A taxa de mortalidade infantil expressa o número de crianças de um determinado local que morre antes de completar 1 ano de vida a cada mil nascidas vivas. Esse dado é um indicador da qualidade dos serviços de saúde, saneamento básico e educação.

Entre as principais causas da mortalidade infantil estão a falta de assistência e de instrução às gestantes, ausência de acompanhamento médico, deficiência na assistência hospitalar, desnutrição, déficit nos serviços de saneamento ambiental, entre outros. A ausência de saneamento provoca a contaminação da água e dos alimentos, podendo desencadear doenças como a hepatite A, malária, febre amarela, cólera, diarreia, etc.

Conforme dados do Fundo de População das Nações Unidas (Fnuap), a taxa de mortalidade infantil mundial é de 45 óbitos a cada mil crianças nascidas vivas. Esses dados estão em constante declínio, visto que há 20 anos o número de mortes de crianças com menos de 1 ano era de 65 para a mesma quantidade de nascidas vivas.

Contudo, é importante destacar que essa redução não ocorre da mesma forma em todos os países. Nas nações desenvolvidas economicamente, a taxa de mortalidade infantil é muito baixa, sendo que algumas registram médias inferiores a 3 mortes para cada mil nascidos, como o Japão, Islândia, Finlândia, Suécia, Noruega e Cingapura. No Brasil, essa taxa é de 22 para cada mil nascidos.

Por outro lado, alguns países possuem taxas de mortalidade infantil altíssimas: Afeganistão (152), Chade (127), Angola (111), Guiné-Bissau (109), Nigéria (107), Somália (106), Mali (103) e Serra Leoa (102). Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas (ONU) incluiu a redução da mortalidade infantil entre uma das oito Metas de Desenvolvimento do Milênio.

Para que o objetivo seja alcançado, os países ricos devem contribuir para a estruturação das nações que enfrentam esse grande problema social, realizando a construção de hospitais, capacitação da equipe médica, educação familiar, subsídios para a alimentação adequada, saneamento ambiental, entre outros.
CAUSAS PARA A REDUÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL
Acesso a tratamento médico
Saneamento básico
Programas de vacinação
Revolução médico-sanitária
Campanhas ex: aleitamento materno
Saúde/ hábitos de higiene




TEORIAS DEMOGRÁFICAS.

Imagine se hoje fosse o seu aniversário! E você convidou muitos amigos e amigas! Também não esqueceu seus familiares e vizinhos! Você precisaria de bastante comida e bebida, não é mesmo?

Mas, no meio da noite, começa a chegar mais gente! Na verdade, os seus amigos, familiares e vizinhos chamaram também seus próprios colegas e pessoas mais próximas!

E você se pergunta, será que a comida vai dar? E a bebida? Será que vai caber todo mundo aqui? Pois é... Esse tipo de preocupação não acontece só com você.

Há duzentos anos, já havia gente preocupada com o crescimento da população no mundo! Desde aquela época foram elaboradas muitas teorias para explicar e solucionar o problema do crescimento populacional.
Inúmeras teorias foram elaboradas para tentar explicar o crescimento populacional. Dentre elas, é comum se destacarem três, que estão profundamente inter-relacionadas: a malthusiana, a neomalthusiana e a reformista.

Teoria Malthusiana
A teoria demográfica formulada pelo economista inglês Thomas Robert Malthus(1776-1834) foi publicada em 1798, no livro Ensaio sobre o princípio da população. Segundo Malthus, a população mundial cresceria em um ritmo rápido, comparado por ele a uma progressão geométrica (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64...), e a produção de alimentos cresceria em um ritmo lento, comparado a uma progressão aritmética (1, 2, 3, 4, 5, 6...)

Assim, segundo a visão de Malthus, ao final de um período de apenas dois séculos, o crescimento da população teria sido 28 vezes maior do que o crescimento da produção de alimentos. Dessa forma, a partir de determinado momento, não existiriam alimentos para todos os habitantes da Terra, produzindo-se, portanto, uma situação catastrófica, em que a humanidade morreria de inanição.

Malthus chegou a propor como única solução - para o problema da defasagem entre população e alimentos - o que ele chamou de "sujeição moral", ou seja, a própria população deveria adotar uma postura de privação voluntária dos desejos sexuais, com o objetivo de reduzir a natalidade, equilibrando o crescimento demográfico com a possibilidade de expansão da produção de alimentos.

Na realidade, ocorre grande concentração de alimentos nos países ricos e, consequentemente, má distribuição nos países pobres. Porém, em nenhum momento a população cresceu conforme o cálculo de Malthus.
Neomalthusianismo

No pós 2ª Guerra Mundial, o crescimento populacional acelerado nos países subdesenvolvidos, fez despertarem os adeptos de Malthus chamados de neomalthusianos.
Segundo eles, a pobreza e o subdesenvolvimento seriam gerados pelo grande crescimento populacional, e em virtude disso seriam necessárias drásticas políticas de controle de natalidade, que se dariam através do famoso e bastante difundido, "planejamento familiar". Muitos países subdesenvolvidos adotaram essas políticas anti-natalistas, mas com exceção da China onde a natalidade caiu pela metade em quarenta anos nos outros praticamente não surtiu efeito.
Hoje em dia existem também os chamados ecomalthusianos, que defendem a tese de que o rápido crescimento populacional geraria enorme pressão sobre os recursos naturais, e por consequência sérios riscos para o futuro.
No Brasil nunca chegou a acontecer um controle de natalidade rígido por parte do estado nacional, mas a partir da década de 70 o governo brasileiro passou a apoiar programas desenvolvidos por entidades nacionais e estrangeiras como a Fundação Ford, que visavam o controle de natalidade no país.

Reformistas ou marxistas

Diferentemente do que defendem os neomalthusianos, os demógrafos marxistas, consideram que é a própria miséria a responsável pelo acelerado crescimento populacional. E por conta disso, defendem reformas de caráter sócio-econômico que possibilitem a melhoria do padrão de vida das populações dos países subdesenvolvidos, segundo eles isso traria por consequência o planejamento familiar espontâneo, e com isso a redução das taxas de natalidade e crescimento vegetativo, como ocorreu em vários países hoje desenvolvidos.
FASES DO CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO

1º Fase:

Caracteriza-se por ter elevadas taxas de natalidade e mortalidade, ligadas à cultura dos filhos serem mão-de-obra ocasionando uma alta natalidade, e baixas ou mesmo nenhuma condições de saneamento resultando em epidemias tendo um alto índice de mortalidade, o que faz a população crescer muito pouco.

A Europa passou por ela antes de 1760
O Brasil passou por ela antes de 1940

2º Fase:

Ocorre um decréscimo da mortalidade, como consequência das melhorias alimentares e sanitárias, a evolução da medicina (combate às doenças como Cólera e Malária no Brasil), a urbanização e a expectativa de vida. No entanto, a alta taxa de natalidade é mantida, o que acarreta um intenso crescimento populacional (explosão demográfica).

A Europa passou por ela entre 1760 a 1880
O Brasil passou por ela entre 1940 a 1970

3ºFase:

Nessa fase temos a queda acelerada da taxa de natalidade devido a educação familiar ao acesso a métodos anticoncepcionais, a entrada da mulher no mercado de trabalho e a manutenção da taxa de mortalidade fixando o modelo urbano.

A Europa passou por ela entre 1880 a 1940
O Brasil está no ciclo final dessa fase.

4ºFase:

Observa-se nessa fase baixas taxas de natalidade devido ao alto custo de se criar filhos e a opção de manter o padrão de vida e baixas taxas de mortalidade com consequente queda do crescimento populacional ou sua estagnação. Há consequências: aumento da proporção de idosos podendo ocasionar um rombo na previdência; encolhimento da população e necessidade de imigrantes para trabalhar nos empregos de mais baixo salário.
Alguns países da Europa como a Alemanha e Itália estão nessa fase.

sábado, 2 de junho de 2012

SANTA CATARINA/ POPULAÇÃO

Expoville/Joinville/festa das flores
Localizado na Região Sul do território nacional, o estado de Santa Catarina possui extensão territorial de 95.703,487 quilômetros quadrados e população de 6.248.436 habitantes (3,2% da população brasileira), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o menor e menos populoso dos estados que integram a Região Sul do Brasil.

A maioria da população catarinense reside em áreas urbanas (84%), sendo que a população rural corresponde aos outros 16% do total. A densidade demográfica é de 65,3 habitantes por quilômetro quadrado e o crescimento demográfico é de 1,6% ao ano.

Santa Catarina apresenta grande diversidade étnica. Seus habitantes têm grande influência de imigrantes portugueses, alemães, italianos, japoneses, austríacos e poloneses, fato que reflete diretamente na cultura local. Outros grupos que também têm participação direta neste dado peculiar são os indígenas, primeiros habitantes da região, além dos descendentes de africanos.

Diante disso, a composição étnica estadual se apresenta da seguinte forma:

Brancos: 88,1%.
Pardos: 9%.
Negros: 2,7%.
Indígenas: 0,2%.

Os portugueses, a partir do século XVI, ocuparam as áreas litorâneas de Santa Catarina, estabelecendo povoados na região. Os alemães exercem forte influência nas cidades de Joinville, Blumenau, Brusque e Pomerode, fato comprovado por meio da arquitetura, culinária, sotaque e festas populares, como, por exemplo, a Oktoberfest.
A população imigrante de origem italiana, por sua vez, ocupou a porção sul do estado, exercendo influência na cultura das cidades de Criciúma, Urussanga e Nova Veneza, com destaque no cultivo da uva e na produção de vinho.

Florianópolis, capital de Santa Catarina, possui população de 421.240 habitantes, considerada a segunda cidade mais populosa do estado. Os municípios catarinenses que apresentam maior concentração populacional são: Joinville (515.288), Blumenau (309.011), São José (209.804), Criciúma (192.308), Chapecó (183.530), Itajaí (183.373) e Lages (156.727).

O estado proporciona boa qualidade de vida à sua população. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) catarinense, com média de 0,840, é o segundo maior no ranking nacional, inferior apenas ao do Distrito Federal (0,874). A taxa de alfabetização é de 95,1% - terceira mais alta do país. O analfabetismo atinge apenas 4,9% dos habitantes.

O índice de mortalidade infantil é de 15 a cada mil nascidos vivos, sendo inferior à média nacional, que é de 22. A taxa de homicídios dolosos (com intenção de matar) é de 11,3 por 100 mil habitantes.

DADOS GERAIS:

Capital: Florianópolis
Região: Sul
Sigla: SC
Gentílico: catarinense
População: 6.249.682 (Censo 2010)
Área (em km²): 95.346,181
Densidade Demográfica (habitantes por km²): 65,54
Quantidade de municípios: 293
mapa da densidade demográfica
População da área rural diminui
Thiago Carneiro
18/3/2011 10:49:00
Segundo coordenador do IBGE, o que ainda mantém 75% dos agricultores da região no interior é a cultura do fumo

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a população rural de Canoinhas diminuiu 235 habitantes em dez anos, sofrendo uma queda de 1,7%, enquanto a população urbana aumentou em 1.379 habitantes. Em todo o Brasil, essa queda foi de 6,6% (de 31.947.618 para 29.852.986 habitantes), enquanto a taxa de urbanização cresceu 16,5% (de 137.925.238 para 160.879.708 habitantes) em dez anos.

Em Santa Catarina, a população urbana, que era de 5.139.071 em 2000, cresceu 110.126 habitantes, enquanto a rural caiu de 2.176.289 para 1.000.485 habitantes.

CIDADES
Além de Canoinhas, Três Barras e Major Vieira também tiveram suas populações rurais diminuídas, apesar de que, em Major Vieira, a população rural ainda é maior que a população urbana.
Monumeto dos im imigrantes/Canoinhas-SC
Outras cidades que têm a população rural maior que a urbana são Irineópolis e Bela Vista do Toldo, mas que, na contramão da tendência da região, tiveram um crescimento na população do campo. Enquanto, em dez anos, Irineópolis teve um acréscimo de 159 habitantes, Bela Vista do Toldo ganhou 6 novos habitantes.

O agricultor William Amauri Curpiel, morador de Encruzilhada, localidade de Canoinhas, já pensou em se mudar para a área urbana, para buscar outro padrão de vida. “A ideia de sair não é porque aqui é pior ou na cidade é melhor. É apenas para ter novas alternativas de renda. Mas, por enquanto, prefiro a calmaria da área rural”, conta.
Curpiel já teve vizinhos que se mudaram para a cidade, mas se arrependeram. “Saíram por terem pouca opção de trabalho, mas não era o que achavam que era. A realidade na cidade era mais complicada, e eles não estavam acostumados com hábitos diferentes”.

CULTURA
De acordo com o coordenador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de Canoinhas (IBGE), Valdir Spadotto, um dos maiores motivos que ainda mantém os agricultores na área rural é a cultura do fumo. “Para cerca de 1,4 mil famílias a receita é exclusiva do fumo. Os demais agricultores plantam fumo e milho, criam gado, tiram leite, mas 75% dependem apenas do fumo”.
produção de fumo em Santa Catarina
Outros motivos que levam à queda dos habitantes da área rural é que os filhos dos agricultores vão estudar na cidade e não voltam mais. “Vão ficando só as pessoas de idade”, afirma. “E algumas regiões, que já são de acesso difícil, vão se transformando em terreno de empresas, em áreas de reflorestamento”. Apesar da queda em dez anos, Spadotto diz que a população está estável. “Tudo depende do ano e do direcionamento do fumo.”

quinta-feira, 31 de maio de 2012

ENEM-CONTEÚDOS DAS DISCIPLINAS.

Objetos de conhecimento associados às Matrizes de Referência
1. Linguagem, Códigos e suas Tecnologias

• Estudo do texto: as sequências discursivas e os gêneros textuais no sistema
de comunicação e informação - modos de organização da composição textual;
atividades de produção escrita e de leitura de textos gerados nas diferentes esferas
sociais - públicas e privadas.

• Estudo das práticas corporais: a linguagem corporal como integradora social
e formadora de identidade - performance corporal e identidades juvenis;
possibilidades de vivência crítica e emancipada do lazer; mitos e verdades sobre os
corpos masculino e feminino na sociedade atual; exercício físico e saúde; o corpo e
a expressão artística e cultural; o corpo no mundo dos símbolos e como produção
da cultura; práticas corporais e autonomia; condicionamentos e esforços físicos; o
esporte;. a dança; as lutas; os jogos; as brincadeiras.

• Produção e recepção de textos artísticos: interpretação e representação do
mundo para o fortalecimento dos processos de identidade e cidadania - Artes
Visuais: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto dacomunidade. Teatro: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, ocontexto da comunidade, as fontes de criação. Música: estrutura morfológica,sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes decriação. Dança: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de criação. Conteúdos estruturantes daslinguagens artísticas (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), elaborados a partir desuas estruturas morfológicas e sintáticas; inclusão, diversidade e multiculturalidade:a valorização da pluralidade expressada nas produções estéticas e artísticas das minorias sociais e dos portadores de necessidades especiais educacionais.

• Estudo do texto literário: relações entre produção literária e processo social,
concepções artísticas, procedimentos de construção e recepção de textos -
produção literária e processo social; processos de formação literária e de formaçãonacional; produção de textos literários, sua recepção e a constituição do patrimônioliterário nacional; relações entre a dialética cosmopolitismo/localismo e a produção literária nacional; elementos de continuidade e ruptura entre os diversos momentos da literatura brasileira; associações entre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário em seus gêneros (épico/narrativo, lírico e dramático) e formas diversas.; articulações entre os recursos expressivos e estruturais do texto literário e o processo social relacionado ao momento de sua produção; representação literária: natureza, função, organização e estrutura do texto literário;relações entre literatura, outras artes e outros saberes.

• Estudo dos aspectos linguísticos em diferentes textos: recursos expressivos
da língua, procedimentos de construção e recepção de textos - organização da
macroestrutura semântica e a articulação entre idéias e proposições (relações
lógico-semânticas).
• Estudo do texto argumentativo, seus gêneros e recursos linguísticos:
argumentação: tipo, gêneros e usos em língua portuguesa - formas de
apresentação de diferentes pontos de vista; organização e progressão textual;
papéis sociais e comunicativos dos interlocutores, relação entre usos e propósitos
comunicativos, função sociocomunicativa do gênero, aspectos da dimensão espaço-temporal em que se produz o texto.

• Estudo dos aspectos linguísticos da língua portuguesa: usos da língua:
norma culta e variação lingüística - uso dos recursos linguísticos em relação ao
contexto em que o texto é constituído: elementos de referência pessoal, temporal,
espacial, registro linguístico, grau de formalidade, seleção lexical, tempos e modos
verbais; uso dos recursos linguísticos em processo de coesão textual: elementos de
articulação das sequências dos textos ou à construção da micro estrutura do texto.

• Estudo dos gêneros digitais: tecnologia da comunicação e informação:
impacto e função social - o texto literário típico da cultura de massa: o suporte
textual em gêneros digitais; a caracterização dos interlocutores na comunicação
tecnológica; os recursos linguísticos e os gêneros digitais; a função social das
novas tecnologias.

2. Matemática e suas Tecnologias

• Conhecimentos numéricos: operações em conjuntos numéricos (naturais, inteiros,racionais e reais), desigualdades, divisibilidade, fatoração, razões e proporções,porcentagem e juros, relações de dependência entre grandezas, sequências eprogressões, princípios de contagem.
• Conhecimentos geométricos: características das figuras geométricas planas e
espaciais; grandezas, unidades de medida e escalas; comprimentos, áreas e
volumes; ângulos; posições de retas; simetrias de figuras planas ou espaciais;
congruência e semelhança de triângulos; teorema de Tales; relações métricas nos
triângulos; circunferências; trigonometria do ângulo agudo.
• Conhecimentos de estatística e probabilidade: representação e análise de
dados; medidas de tendência central (médias, moda e mediana); desvios e
variância; noções de probabilidade.
• Conhecimentos algébricos: gráficos e funções; funções algébricas do 1.º e do 2.º
graus, polinomiais, racionais, exponenciais e logarítmicas; equações e inequações;
relações no ciclo trigonométrico e funções trigonométricas.
• Conhecimentos algébricos/geométricos: plano cartesiano; retas; circunferências;
paralelismo e perpendicularidade, sistemas de equações.

3.1 Física

• Conhecimentos básicos e fundamentais - Noções de ordem de grandeza.
Notação Científica. Sistema Internacional de Unidades. Metodologia de
investigação: a procura de regularidades e de sinais na interpretação física do
mundo. Observações e mensurações: representação de grandezas físicas como
grandezas mensuráveis. Ferramentas básicas: gráficos e vetores. Conceituação de
grandezas vetoriais e escalares. Operações básicas com vetores.

• O movimento, o equilíbrio e a descoberta de leis físicas - Grandezas
fundamentais da mecânica: tempo, espaço, velocidade e aceleração. Relação
histórica entre força e movimento. Descrições do movimento e sua interpretação:
quantificação do movimento e sua descrição matemática e gráfica. Casos especiais
de movimentos e suas regularidades observáveis. Conceito de inércia. Noção de
sistemas de referência inerciais e não inerciais. Noção dinâmica de massa e
quantidade de movimento (momento linear). Força e variação da quantidade de
movimento. Leis de Newton. Centro de massa e a idéia de ponto material. Conceito
de forças externas e internas. Lei da conservação da quantidade de movimento
(momento linear) e teorema do impulso. Momento de uma força (torque). Condições de equilíbrio estático de ponto material e de corpos rígidos. Força de atrito, força peso, força normal de contato e tração. Diagramas de forças. Identificação das forças que atuam nos movimentos circulares. Noção de força centrípeta e sua quantificação. A hidrostática: aspectos históricos e variáveis relevantes. Empuxo.
Princípios de Pascal, Arquimedes e Stevin: condições de flutuação, relação entre
diferença de nível e pressão hidrostática.

• Energia, trabalho e potência - Conceituação de trabalho, energia e potência.
Conceito de energia potencial e de energia cinética. Conservação de energia
mecânica e dissipação de energia. Trabalho da força gravitacional e energia
potencial gravitacional. Forças conservativas e dissipativas.

• A Mecânica e o funcionamento do Universo - Força peso. Aceleração
gravitacional. Lei da Gravitação Universal. Leis de Kepler. Movimentos de corpos
celestes. Influência na Terra: marés e variações climáticas. Concepções históricas
sobre a origem do universo e sua evolução.

• Fenômenos Elétricos e Magnéticos - Carga elétrica e corrente elétrica. Lei de
Coulomb. Campo elétrico e potencial elétrico. Linhas de campo. Superfícies
equipotenciais. Poder das pontas. Blindagem. Capacitores. Efeito Joule. Lei de
Ohm. Resistência elétrica e resistividade. Relações entre grandezas elétricas:
tensão, corrente, potência e energia. Circuitos elétricos simples. Correntes contínua e alternada. Medidores elétricos. Representação gráfica de circuitos. Símbolos convencionais. Potência e consumo de energia em dispositivos elétricos. Campo magnético. Imãs permanentes. Linhas de campo magnético. Campo magnético terrestre.

• Oscilações, ondas, óptica e radiação - Feixes e frentes de ondas. Reflexão e
refração. Óptica geométrica: lentes e espelhos. Formação de imagens. Instrumentos ópticos simples. Fenômenos ondulatórios. Pulsos e ondas. Período, freqüência, ciclo. Propagação: relação entre velocidade, frequência e comprimento de onda.
Ondas em diferentes meios de propagação.

• O calor e os fenômenos térmicos - Conceitos de calor e de temperatura. Escalas
termométricas. Transferência de calor e equilíbrio térmico. Capacidade calorífica e calor específico. Condução do calor. Dilatação térmica. Mudanças de estado físico e calor latente de transformação. Comportamento de Gases ideais. Máquinas
térmicas. Ciclo de Carnot. Leis da Termodinâmica. Aplicações e fenômenos
térmicos de uso cotidiano. Compreensão de fenômenos climáticos relacionados ao
ciclo da água.

3.2 Química

• Transformações Químicas - Evidências de transformações químicas.
Interpretando transformações químicas. Sistemas Gasosos: Lei dos gases. Equação geral dos gases ideais, Princípio de Avogadro, conceito de molécula; massa molar, volume molar dos gases. Teoria cinética dos gases. Misturas gasosas. Modelo corpuscular da matéria. Modelo atômico de Dalton. Natureza elétrica da matéria:
Modelo Atômico de Thomson, Rutherford, Rutherford-Bohr. Átomos e sua estrutura.
Número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica. Elementos químicos
e Tabela Periódica. Reações químicas.

• Representação das transformações químicas - Fórmulas químicas.
Balanceamento de equações químicas. Aspectos quantitativos das transformações
químicas. Leis ponderais das reações químicas. Determinação de fórmulas
químicas. Grandezas Químicas: massa, volume, mol, massa molar, constante de
Avogadro. Cálculos estequiométricos.

• Materiais, suas propriedades e usos - Propriedades de materiais. Estados físicos
de materiais. Mudanças de estado. Misturas: tipos e métodos de separação.
Substâncias químicas: classificação e características gerais. Metais e Ligas
metálicas. Ferro, cobre e alumínio. Ligações metálicas. Substâncias iônicas:
características e propriedades. Substâncias iônicas do grupo: cloreto, carbonato,
nitrato e sulfato. Ligação iônica. Substâncias moleculares: características e
propriedades. Substâncias moleculares: H2, O2, N2, Cl2, NH3, H2O, HCl, CH4.
Ligação Covalente. Polaridade de moléculas. Forças intermoleculares. Relação
entre estruturas, propriedade e aplicação das substâncias.

• Água - Ocorrência e importância na vida animal e vegetal. Ligação, estrutura e
propriedades. Sistemas em Solução Aquosa: Soluções verdadeiras, soluções
coloidais e suspensões. Solubilidade. Concentração das soluções. Aspectos
qualitativos das propriedades coligativas das soluções. Ácidos, Bases, Sais e
Óxidos: definição, classificação, propriedades, formulação e nomenclatura.
Conceitos de ácidos e base. Principais propriedades dos ácidos e bases:
indicadores, condutibilidade elétrica, reação com metais, reação de neutralização.

• Transformações Químicas e Energia - Transformações químicas e energia
calorífica. Calor de reação. Entalpia. Equações termoquímicas. Lei de Hess.
Transformações químicas e energia elétrica. Reação de oxirredução. Potenciais
padrão de redução. Pilha. Eletrólise. Leis de Faraday. Transformações nucleares.
Conceitos fundamentais da radioatividade. Reações de fissão e fusão nuclear.
Desintegração radioativa e radioisótopos.

• Dinâmica das Transformações Químicas - Transformações Químicas e
velocidade. Velocidade de reação. Energia de ativação. Fatores que alteram a
velocidade de reação: concentração, pressão, temperatura e catalisador.

• Transformação Química e Equilíbrio - Caracterização do sistema em equilíbrio.
Constante de equilíbrio. Produto iônico da água, equilíbrio ácido-base e pH.
Solubilidade dos sais e hidrólise. Fatores que alteram o sistema em equilíbrio.
Aplicação da velocidade e do equilíbrio químico no cotidiano.

• Compostos de Carbono - Características gerais dos compostos orgânicos.
Principais funções orgânicas. Estrutura e propriedades de Hidrocarbonetos.
Estrutura e propriedades de compostos orgânicos oxigenados. Fermentação.
Estrutura e propriedades de compostos orgânicos nitrogenados. Macromoléculas
naturais e sintéticas. Noções básicas sobre polímeros. Amido, glicogênio e celulose.
Borracha natural e sintética. Polietileno, poliestireno, PVC, Teflon, náilon. Óleos e
gorduras, sabões e detergentes sintéticos. Proteínas e enzimas.

• Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente -
Química no cotidiano. Química na agricultura e na saúde. Química nos alimentos.
Química e ambiente. Aspectos científico-tecnológicos, socioeconômicos e
ambientais associados à obtenção ou produção de substâncias químicas. Indústria
Química: obtenção e utilização do cloro, hidróxido de sódio, ácido sulfúrico, amônia e ácido nítrico. Mineração e Metalurgia. Poluição e tratamento de água. Poluição atmosférica. Contaminação e proteção do ambiente.

• Energias Químicas no Cotidiano - Petróleo, gás natural e carvão. Madeira e hulha.
Biomassa. Biocombustíveis. Impactos ambientais de combustíveis fosseis. Energia
nuclear. Lixo atômico. Vantagens e desvantagens do uso de energia nuclear.

3.3 Biologia

• Moléculas, células e tecidos - Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo. Divisão celular. Aspectos bioquímicos das estruturas celulares. Aspectos gerais do metabolismo celular. Metabolismo energético: fotossíntese e respiração.
Codificação da informação genética. Síntese protéica. Diferenciação celular.
Principais tecidos animais e vegetais. Origem e evolução das células. Noções sobre
células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante. Aplicações de
biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos.
Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas,
determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos.
Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico. Biotecnologia e
sustentabilidade.

• Hereditariedade e diversidade da vida - Princípios básicos que regem a
transmissão de características hereditárias. Concepções pré-mendelianas sobre a
hereditariedade. Aspectos genéticos do funcionamento do corpo humano. Antígenos
e anticorpos. Grupos sangüíneos, transplantes e doenças auto-imunes. Neoplasias
e a influência de fatores ambientais. Mutações gênicas e cromossômicas.
Aconselhamento genético. Fundamentos genéticos da evolução. Aspectos genéticos da formação e manutenção da diversidade biológica.

• Identidade dos seres vivos - Níveis de organização dos seres vivos. Vírus,
procariontes e eucariontes. Autótrofos e heterótrofos. Seres unicelulares e
pluricelulares. Sistemática e as grandes linhas da evolução dos seres vivos. Tipos
de ciclo de vida. Evolução e padrões anatômicos e fisiológicos observados nos
seres vivos. Funções vitais dos seres vivos e sua relação com a adaptação desses
organismos a diferentes ambientes. Embriologia, anatomia e fisiologia humana.
Evolução humana. Biotecnologia e sistemática.

• Ecologia e ciências ambientais - Ecossistemas. Fatores bióticos e abióticos.
Habitat e nicho ecológico. A comunidade biológica: teia alimentar, sucessão e
comunidade clímax. Dinâmica de populações. Interações entre os seres vivos.
Ciclos biogeoquímicos. Fluxo de energia no ecossistema. Biogeografia. Biomas
brasileiros. Exploração e uso de recursos naturais. Problemas ambientais:
mudanças climáticas, efeito estufa; desmatamento; erosão; poluição da água, do
solo e do ar. Conservação e recuperação de ecossistemas. Conservação da
biodiversidade. Tecnologias ambientais. Noções de saneamento básico. Noções de
legislação ambiental: água, florestas, unidades de conservação; biodiversidade.

• Origem e evolução da vida - A biologia como ciência: história, métodos, técnicas e
experimentação. Hipóteses sobre a origem do Universo, da Terra e dos seres vivos.
Teorias de evolução. Explicações pré-darwinistas para a modificação das espécies.
A teoria evolutiva de Charles Darwin. Teoria sintética da evolução. Seleção artificiale seu impacto sobre ambientes naturais e sobre populações humanas.

• Qualidade de vida das populações humanas - Aspectos biológicos da pobreza e
do desenvolvimento humano. Indicadores sociais, ambientais e econômicos. Índice de desenvolvimento humano. Principais doenças que afetam a população brasileira:caracterização, prevenção e profilaxia. Noções de primeiros socorros. Doençassexualmente transmissíveis. Aspectos sociais da biologia: uso indevido de drogas;gravidez na adolescência; obesidade. Violência e segurança pública. Exercíciosfísicos e vida saudável. Aspectos biológicos do desenvolvimento sustentável.
Legislação e cidadania.

4. Ciências Humanas e suas Tecnologias

• Diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade

o Cultura Material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil.
o A Conquista da América. Conflitos entre europeus e indígenas na América
colonial. A escravidão e formas de resistência indígena e africana na América.
o História cultural dos povos africanos. A luta dos negros no Brasil e o negro na
formação da sociedade brasileira.
o História dos povos indígenas e a formação sócio-cultural brasileira.
o Movimentos culturais no mundo ocidental e seus impactos na vida política e
social.

• Formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e
ação do Estado

o Cidadania e democracia na Antiguidade; Estado e direitos do cidadão a partir da
Idade Moderna; democracia direta, indireta e representativa.
o Revoluções sociais e políticas na Europa Moderna.
o Formação territorial brasileira; as regiões brasileiras; políticas de reordenamento territorial.
o As lutas pela conquista da independência política das colônias da América.
o Grupos sociais em conflito no Brasil imperial e a construção da nação.
o O desenvolvimento do pensamento liberal na sociedade capitalista e seus
críticos nos séculos XIX e XX.
o Políticas de colonização, migração, imigração e emigração no Brasil nos séculos
XIX e XX.
o A atuação dos grupos sociais e os grandes processos revolucionários do século
XX: Revolução Bolchevique, Revolução Chinesa, Revolução Cubana.
o Geopolítica e conflitos entre os séculos XIX e XX: Imperialismo, a ocupação da
Ásia e da África, as Guerras Mundiais e a Guerra Fria.
o Os sistemas totalitários na Europa do século XX: nazi-fascista, franquismo,
salazarismo e stalinismo. Ditaduras políticas na América Latina: Estado Novo no
Brasil e ditaduras na América.
o Conflitos político-culturais pós-Guerra Fria, reorganização política internacional e
os organismos multilaterais nos séculos XX e XXI.
o A luta pela conquista de direitos pelos cidadãos: direitos civis, humanos, políticos e sociais. Direitos sociais nas constituições brasileiras. Políticas afirmativas.
o Vida urbana: redes e hierarquia nas cidades, pobreza e segregação espacial.

• Características e transformações das estruturas produtivas

o Diferentes formas de organização da produção: escravismo antigo, feudalismo,
capitalismo, socialismo e suas diferentes experiências.
o Economia agro-exportadora brasileira: complexo açucareiro; a mineração no
período colonial; a economia cafeeira; a borracha na Amazônia.
o Revolução Industrial: criação do sistema de fábrica na Europa e transformações
no processo de produção. Formação do espaço urbano-industrial.
Transformações na estrutura produtiva no século XX: o fordismo, o toyotismo, as
novas técnicas de produção e seus impactos.
o A industrialização brasileira, a urbanização e as transformações sociais e
trabalhistas.
o A globalização e as novas tecnologias de telecomunicação e suas
consequências econômicas, políticas e sociais.
o Produção e transformação dos espaços agrários. Modernização da agricultura e
estruturas agrárias tradicionais. O agronegócio, a agricultura familiar, os
assalariados do campo e as lutas sociais no campo. A relação campo-cidade.

• Os domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente

o Relação homem-natureza, a apropriação dos recursos naturais pelas sociedades
ao longo do tempo. Impacto ambiental das atividades econômicas no Brasil.
Recursos minerais e energéticos: exploração e impactos. Recursos hídricos;
bacias hidrográficas e seus aproveitamentos.
o As questões ambientais contemporâneas: mudança climática, ilhas de calor,
efeito estufa, chuva ácida, a destruição da camada de ozônio. A nova ordem
ambiental internacional; políticas territoriais ambientais; uso e conservação dos
recursos naturais, unidades de conservação, corredores ecológicos, zoneamento
ecológico e econômico.
o Origem e evolução do conceito de sustentabilidade.
o Estrutura interna da terra. Estruturas do solo e do relevo; agentes internos e
externos modeladores do relevo.
o Situação geral da atmosfera e classificação climática. As características
climáticas do território brasileiro.
o Os grandes domínios da vegetação no Brasil e no mundo.

• Representação espacial

o Projeções cartográficas; leitura de mapas temáticos, físicos e políticos;
tecnologias modernas aplicadas à cartografia.

Fonte : ENEM 2012

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ENEM- COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

MATRIZ DE REFERÊNCIA PARA O ENEM


EIXOS COGNITIVOS (comuns a todas as áreas de conhecimento)

I. Dominar linguagens (DL): dominar a norma culta da Língua Portuguesa e fazer uso das linguagens matemática, artística e científica e das línguas espanhola einglesa.
II. Compreender fenômenos (CF): construir e aplicar conceitos das várias áreas doconhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, de processoshistórico-geográficos, da produção tecnológica e das manifestações artísticas.
III. Enfrentar situações-problema (SP): selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações-problema.
IV. Construir argumentação (CA): relacionar informações, representadas em
diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente.
V. Elaborar propostas (EP): recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.
Matriz de Referência de Linguagens, Códigos e suasTecnologias

Competência de área 1 - Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida.

H1 - Identificar as diferentes linguagens e seus recursos expressivos como elementos caracterização dos sistemas de comunicação.
H2 - Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos sistemas de comunicaçâo informação para resolver problemas sociais.
H3 - Relacionar informações geradas nos sistemas de comunicação e informaçâo considerando a função social desses sistemas.
H4 - Reconhecer posições críticas aos usos sociais que são feitos das linguagens dos sistemas de comunicação e informação.

Competência de área 2 - Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a outras culturas e grupos sociais*.

H5 – Associar vocábulos e expressões de um texto em LEM ao seu tema.
H6 - Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus mecanismos como meio de ampliar possibilidades de acesso a informações, tecnologias e culturas.
H7 – Relacionar um texto em LEM, as estruturas linguísticas, sua função e seu uso social .
H8 - Reconhecer a importância da produção cultural em LEM como representação diversidade cultural e linguística.
*A área 2 foi incluída apenas a partir de 2010

Competência de área 3 - Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida, integradora social e formadora da identidade.
H9 - Reconhecer as manifestações corporais de movimento como originárias de necessidades cotidianas de um grupo social.
H10 - Reconhecer a necessidade de transformação de hábitos corporais em função das necessidades cinestésicas.
H11 - Reconhecer a linguagem corporal como meio de interação social, considerando os limites de desempenho e as alternativas de adaptação para diferentes indivíduos.

Competência de área 4 - Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade.
H12 - Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho da produção dos artistas em seus meios culturais.
H13 - Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos.
H14 - Reconhecer o valor da diversidade artística e das inter-relações de elementos que se apresentam nas manifestações de vários grupos sociais e étnicos.

Competência de área 5 - Analisar, interpretar e aplicar recursos expressivos das linguagens, relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função,organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de produçãe recepção.
H15 - Estabelecer relações entre o texto literário e o momento de sua produção, situando aspectos do contexto histórico, social e político.
H16 - Relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário.
H17 - Reconhecer a presença de valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional.

Competência de área 6 - Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados, expressão, comunicação e informação.

H18 - Identificar os elementos que concorrem para a progressão temática e para a organização e estruturação de textos de diferentes gêneros e tipos.
H19 - Analisar a função da linguagem predominante nos textos em situações específicas de interlocução.
H20 - Reconhecer a importância do patrimônio linguístico para a preservação da memória e da identidade nacional.

Competência de área 7 - Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas manifestações específicas.

H21 - Reconhecer em textos de diferentes gêneros, recursos verbais e não-verbais utilizados com a finalidade de criar e mudar comportamentos e hábitos.
H22 - Relacionar, em diferentes textos, opiniões, temas, assuntos e recursos linguísticos.
H23 - Inferir em um texto quais são os objetivos de seu produtor e quem é seu público alvo, pela análise dos procedimentos argumentativos utilizados.
H24 - Reconhecer no texto estratégias argumentativas empregadas para o convencimento do público, tais como a intimidação, sedução, comoção, chantagem, entre outras.

Competência de área 8 - Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.

H25 - Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.
H26 - Relacionar as variedades lingüísticas a situações específicas de uso social.
H27 - Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.

Competência de área 9 - Entender os princípios, a natureza, a função e o impacto das tecnologias da comunicação e da informação na sua vida pessoal e social, no desenvolvimento do conhecimento, associando-o aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar.

H28 - Reconhecer a função e o impacto social das diferentes tecnologias da comunicação e informação.
H29 - Identificar pela análise de suas linguagens, as tecnologias da comunicação e informação.
H30 - Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.

Matriz de Referência de Matemática e suas Tecnologias

Competência de área 1 - Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais.

H1- Reconhecer, no contexto social, diferentes significados e representações dos números e operações - naturais, inteiros, racionais ou reais.
H2 - Identificar padrões numéricos ou princípios de contagem.
H3 - Resolver situação-problema envolvendo conhecimentos numéricos.
H4 - Avaliar a razoabilidade de um resultado numérico na construção de argumentos sobre afirmações quantitativas.
H5 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos numéricos.

Competência de área 2 - Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade e agir sobre ela.

H6 - Interpretar a localização e a movimentação de pessoas/objetos no espaço tridimensional e sua representação no espaço bidimensional.
H7 - Identificar características de figuras planas ou espaciais.
H8 - Resolver situação-problema que envolva conhecimentos geométricos de espaço e forma.
H9 - Utilizar conhecimentos geométricos de espaço e forma na seleção de argumentos propostos como solução de problemas do cotidiano.

Competência de área 3 - Construir noções de grandezas e medidas para a
compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.

H10 - Identificar relações entre grandezas e unidades de medida.
H11 - Utilizar a noção de escalas na leitura de representação de situação do cotidiano.
H12 - Resolver situação-problema que envolva medidas de grandezas.
H13 - Avaliar o resultado de uma medição na construção de um argumento consistente.
H14 - Avaliar proposta de intervenção na realidade utilizando conhecimentos geométricos relacionados a grandezas e medidas.

Competência de área 4 - Construir noções de variação de grandezas para a
compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.

H15 - Identificar a relação de dependência entre grandezas.
H16 - Resolver situação-problema envolvendo a variação de grandezas, direta ou inversamente proporcionais.
H17 - Analisar informações envolvendo a variação de grandezas como recurso para a construção de argumentação.
H18 - Avaliar propostas de intervenção na realidade envolvendo variação de grandezas.

Competência de área 5 - Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas.

H19 - Identificar representações algébricas que expressem a relação entre grandezas.
H20 - Interpretar gráfico cartesiano que represente relações entre grandezas.
H21 - Resolver situação-problema cuja modelagem envolva conhecimentos algébricos.
H22 - Utilizar conhecimentos algébricos/geométricos como recurso para a construção de argumentação.
H23 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos algébricos.

Competência de área 6 - Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência, extrapolação, interpolação e interpretação.

H24 - Utilizar informações expressas em gráficos ou tabelas para fazer inferências.
H25 - Resolver problema com dados apresentados em tabelas ou gráficos.
H26 - Analisar informações expressas em gráficos ou tabelas como recurso para a construção de argumentos.

Competência de área 7 - Compreender o caráter aleatório e não-determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações de variáveis apresentadas em uma distribuição estatística.

H27 - Calcular medidas de tendência central ou de dispersão de um conjunto de dados expressos em uma tabela de freqüências de dados agrupados (não em classes) ou em gráficos.
H28 - Resolver situação-problema que envolva conhecimentos de estatística e probabilidade.
H29 - Utilizar conhecimentos de estatística e probabilidade como recurso para a construção de argumentação.
H30 - Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de estatística e probabilidade.

Matriz de Referência de Ciências da Natureza e suas Tecnologias

Competência de área 1 – Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos processos de produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade.

H1 – Reconhecer características ou propriedades de fenômenos ondulatórios ou oscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contextos.
H2 – Associar a solução de problemas de comunicação, transporte, saúde ou outro, com o correspondente desenvolvimento científico e tecnológico.
H3 – Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas.
H4 – Avaliar propostas de intervenção no ambiente, considerando a qualidade da vida humana ou medidas de conservação, recuperação ou utilização sustentável da biodiversidade.

Competência de área 2 – Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais em diferentes contextos.

H5 – Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano.
H6 – Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum.
H7 – Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do trabalhador ou a qualidade de vida.

Competência de área 3 – Associar intervenções que resultam em degradação ou conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou ações científico-tecnológicos.

H8 – Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou matérias-primas, considerando processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
H9 – Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo energia para a vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar alterações nesses processos.
H10 – Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais.
H11 – Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnológicos.
H12 – Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou econômicas, considerando interesses contraditórios.

Competência de área 4 – Compreender interações entre organismos e ambiente, em particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando conhecimentos científicos, aspectos culturais e características individuais.

H13 – Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a manifestação de características dos seres vivos.
H14 – Identificar padrões em fenômenos e processos vitais dos organismos, como manutenção do equilíbrio interno, defesa, relações com o ambiente, sexualidade, entre outros.
H15 – Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.
H16 – Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.

Competência de área 5 – Entender métodos e procedimentos próprios das ciênciasnaturais e aplicá-los em diferentes contextos.

H17 – Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.
H18 – Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
H19 – Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômica ou ambiental.

Competência de área 6 – Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-tecnológicas.

H20 – Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos ou corpos celestes.
H21 – Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e(ou) do eletromagnetismo.
H22 – Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.
H23 – Avaliar possibilidades de geração, uso ou transformação de energia em ambientes específicos, considerando implicações éticas, ambientais, sociais e/ou econômicas.

Competência de área 7 – Apropriar-se de conhecimentos da química para, em
situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
tecnológicas.

H24 – Utilizar códigos e nomenclatura da química para caracterizar materiais, substâncias ou transformações químicas.
H25 – Caracterizar materiais ou substâncias, identificando etapas, rendimentos ou implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais de sua obtenção ou produção.
H26 – Avaliar implicações sociais, ambientais e/ou econômicas na produção ou no consumo de recursos energéticos ou minerais, identificando transformações químicas ou de energia envolvidas nesses processos.
H27 – Avaliar propostas de intervenção no meio ambiente aplicando conhecimentos químicos, observando riscos ou benefícios.


Competência de área 8 – Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em
situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
tecnológicas.

H28 – Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em ambientes brasileiros.
H29 – Interpretar experimentos ou técnicas que utilizam seres vivos, analisando implicações para o ambiente, a saúde, a produção de alimentos, matérias primas ou produtos industriais.
H30 – Avaliar propostas de alcance individual ou coletivo, identificando aquelas que visam à preservação e a implementação da saúde individual, coletiva ou do ambiente.

Matriz de Referência de Ciências Humanas e suas Tecnologias

Competência de área 1 - Compreender os elementos culturais que constituem as identidades

H1 - Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes documentais acerca de aspectos da cultura.
H2 - Analisar a produção da memória pelas sociedades humanas.
H3 - Associar as manifestações culturais do presente aos seus processos históricos.
H4 - Comparar pontos de vista expressos em diferentes fontes sobre determinado aspecto da cultura.
H5 - Identificar as manifestações ou representações da diversidade do patrimônio cultural e artístico em diferentes sociedades.

Competência de área 2 - Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.

H6 - Interpretar diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços
geográficos.
H7 - Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações
H8 - Analisar a ação dos estados nacionais no que se refere à dinâmica dos fluxos populacionais e no enfrentamento de problemas de ordem econômico-social.
H9 - Comparar o significado histórico-geográfico das organizações políticas e
socioeconômicas em escala local, regional ou mundial.
H10 - Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da participação da coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica.

Competência de área 3 - Compreender a produção e o papel histórico das
instituições sociais, políticas e econômicas, associando-as aos diferentes grupos, conflitos e movimentos sociais.

H11 - Identificar registros de práticas de grupos sociais no tempo e no espaço.
H12 - Analisar o papel da justiça como instituição na organização das sociedades.
H13 - Analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou rupturas em processos de disputa pelo poder.
H14 - Comparar diferentes pontos de vista, presentes em textos analíticos e interpretativos, sobre situação ou fatos de natureza histórico-geográfica acerca das instituições sociais, políticas e econômicas.
H15 - Avaliar criticamente conflitos culturais, sociais, políticos, econômicos ou ambientais ao longo da história.

Competência de área 4 - Entender as transformações técnicas e tecnológicas e seu impacto nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social.

H16 - Identificar registros sobre o papel das técnicas e tecnologias na organização do trabalho e/ou da vida social.
H17 - Analisar fatores que explicam o impacto das novas tecnologias no processo de territorialização da produção.
H18 - Analisar diferentes processos de produção ou circulação de riquezas e suas implicações sócio-espaciais.
H19 - Reconhecer as transformações técnicas e tecnológicas que determinam as várias formas de uso e apropriação dos espaços rural e urbano.
H20 - Selecionar argumentos favoráveis ou contrários às modificações impostas pelas novas tecnologias à vida social e ao mundo do trabalho.

Competência de área 5 - Utilizar os conhecimentos históricos para compreender e valorizar os fundamentos da cidadania e da democracia, favorecendo uma atuação consciente do indivíduo na sociedade.

H21 - Identificar o papel dos meios de comunicação na construção da vida social.
H22 - Analisar as lutas sociais e conquistas obtidas no que se refere às mudanças nas legislações ou nas políticas públicas.
H23 - Analisar a importância dos valores éticos na estruturação política das sociedades.
H24 - Relacionar cidadania e democracia na organização das sociedades.
H25 – Identificar estratégias que promovam formas de inclusão social.
Competência de área 6 - Compreender a sociedade e a natureza, reconhecendo suas interações no espaço em diferentes contextos históricos e geográficos.
H26 - Identificar em fontes diversas o processo de ocupação dos meios físicos e as relações da vida humana com a paisagem.
H27 - Analisar de maneira crítica as interações da sociedade com o meio físico, levando em consideração aspectos históricos e(ou) geográficos.
H28 - Relacionar o uso das tecnologias com os impactos sócio-ambientais em diferentes contextos histórico-geográficos.
H29 - Reconhecer a função dos recursos naturais na produção do espaço geográfico, relacionando-os com as mudanças provocadas pelas ações humanas.
H30 - Avaliar as relações entre preservação e degradação da vida no planeta nas diferentes escalas.

Fonte: ENEM 2012