quinta-feira, 13 de outubro de 2011

REFORMA URBANA E A REVOLTA DA VACINA

Revolta Da Vacina E A Reforma Urbana.
A revolta da vacina foi um movimento social urbano que marcou a sociedade política durante a primeira República brasileira. (1902-1906). No dia 09 de novembro no ano de 1904, é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. Por outro lado podemos dizer que existia uma minoria parlamentar constituída pela imprensa não governista, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. Havia inúmeros focos endêmicos da varíola no Brasil, o maior número deles estava concentrado no Rio de Janeiro. A oposição , com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade. Estes mesmos opositores alegaram ainda mais que se realmente o governo acreditasse nas qualidades da vacina e também as suas necessidades então, deixasse a cada consciência, a liberdade de decidir para a sua aplicação ou não, e que cada um escolhesse a condição que melhor lhe conviesse.

A REFORMA URBANA:

No início do século XX, o Rio de Janeiro possuía uma característica de suma importância que era a sua beleza, enquanto capital federal. Neste início de século, por ocasião de uma intervenção, ele sofre grandes revoluções que abalam de fato toda a sua estrutura e fisionomia.

O Rio de Janeiro estava com uma grande formação de novos bairros e ruas, mas apesar disto, havia uma condensação muito grande das novas relações econômicas capitalistas. O ganho incerto de um lucro provenientes de mercadorias de camelôs, muitos casarões, bancos e estalagens, cômodos sujos faziam parte de sua área central. Como se instalava um surto de epidemias talvez até mortíferas começam a ser discutido em formas de debates no Rio de Janeiro, os problemas de saúde que começavam a afetar a população. "Higienistas lutaram e foram os primeiros a discutirem no Rio sobre as condições de vida, propondo intervenções drásticas para restaurar o equilíbrio do organismo urbano". (Benchimol, pág.239). Os Higienistas condenavam as condições precárias existentes na cidade como, corpos enterrados nas igrejas, animais mortos por todos os lados e muito lixo amontoados, isto fazia com que a proliferação de doenças aumentasse ainda mais.

Em dezembro de 1879, Domingos Freire da academia de Medicina do Rio de Janeiro, anuncia pelos jornais, uma grande descoberta de um micróbio, alegando ser o causador da febre amarela. Ele desenvolve uma vacina por meio de técnicas concebidas por Louis Pasteur. De acordo Com Jaime Benchimol[1], a proclamação da República, em novembro de 1889, aconteceu em meio a uma epidemia muito grave e, enquanto o novo governo negociava a federalização dos serviços de saúde, a vacina de Domingos Freire transformou-se em uma instituição governamental.

Rodrigues Alves assumiu a presidência da República no ano de 1906, tinha como um de seus projetos principais atacar o mal que assombrava toda a capital, que era a febre amarela, a varíola e a peste bubônica. A modernização do porto e remodelagem da cidade estava dentro deste projeto. Com grande responsabilidade em manter a cidade limpa, e longe de tantas doenças infecciosas, Alves nomeia Pereira Passos e o médico Osvaldo Cruz para se empenharem junto à ele nesta reforma sanitarista. Rodrigues Alves, presidente do Brasil de 15 de novembro de 1902 até 15 de novembro de 1906. Logo após ser nomeado pelo presidente Rodrigues Alves, o médico responsável pelo saneamento, Osvaldo Cruz assume o cargo em 1903. O Rio de Janeiro perde a sua supremacia como exportador de café, e inicia em 1904 uma modernização capaz de dar a si mesmos ares de uma cidade luxuosa. A Avenida central foi toda remodelada, as casas retratavam o século XX. Francisco Pereira Passo executava planos de melhoramentos da prefeitura, e esta remodelagem dava a cidade uma sensação de pura higiene . Pereira Passos começou então a investir na cidade como nunca havia visto antes. Queria implantar formas de trabalho diferentes daquelas que havia existido antes.

A REVOLTA DA VACINA Em 1903, foram apresentados vários planos de campanhas lideradas por Osvaldo Cruz, ao ministro da justiça contra o vetor da febre amarela. A Saúde Pública teria de impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e a permanência dos casos esporádicos que garantiam a continuidade da doença nos intervalos epidêmicos. Em relação à varíola, bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada.

A peste bubônica seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos. (Franco, 1969; Benchimol, 1999).A cidade do Rio de Janeiro estava cada vez mais sendo modificada. As ruas foram divididas em distritos sanitários e com delegacias de saúde. Os responsáveis pelos distritos tinham incumbência de receberem notificações, aplicarem soros e vacinas e intimar proprietários de imóveis onde detectassem focos epidêmicos. As pessoas doentes e infectadas eram levadas para hospitais munidas de todos os seus pertences, e até mesmo para desinfetórios que Osvaldo Cruz havia construído. Ainda de acordo com o ilustre BENCHIMOL (1999),a campanha contra a peste bubônica foi menos controvertida do que a febre amarela. Ele afirma em um artigo que produziu, relatando a reforma urbana e a revolta da vacina no Rio de Janeiro que para o combate da peste bubônica houve uma grande comercialização de ratos, o que incentivaria o povo a acabar com os entulhos em imóveis e porões. (...) "A desratização da cidade, em colaboração com a Prefeitura, redundou na emissão de centenas de intimações a proprietários de imóveis para que removessem entulhos e executassem reformas, sobretudo a impermeabilização do solo e a supressão de porões. A DGSP lançou mão de um crédito especial para compra de ratos, o que gerou ativa indústria de captura e comercialização dessa exótica mercadoria". (BENCHMOL, 1993. Pág.272).

Para se combater a varíola, era necessário que a população fosse vacinada. Osvaldo Cruz elaborou um regulamento que não estava mais sujeito as discussões e deveria ser aplicada a toda população. O jornal do Rio A Notícia publicou na sequência um esboço do decreto elaborado por Osvaldo Cruz, e a partir de então o pânico e a indignação tomaram conta de toda a cidade. (SEVCENKO, 1993, pág.17).

O regulamento para as vacinações era extremamente rígido, de acordo com Nicolau Sevcenko, abrangia desde os recém-nascidos até os idosos, tendo como objetivo um amplo sucesso em pouco tempo. Diante de vários relatos de autores que escreveram sobre a Revolta da Vacina é possível se ter uma ideia de que, diante tais circunstâncias, não havia nenhum tipo de preocupação com as condições psicológicas das pessoas, ou mesmo com a preparação para receber uma grande imposição e obrigatoriedade para cumprir tal ato. Logo após ter sido publicada a regulamentação a cidade se torna em um verdadeiro poço de grande rebeldia e alvoroço.


Bibliografia: CARVALHO, José Murilo de. Pontos e Bordados. Belo Horizonte, Ed. UFMG, 1998. BENCHIMOL, Jaime. Reformam urbana e Revolta da Vacina do Rio de Janeiro. Artigo.

ATIVIDADE:
1- A revolta da vacina foi um movimento social urbano que marcou a sociedade política durante a primeira República brasileira. (1902-1906).Justifique a afirmação, escrevendo sobre os envolvidos e suas posições.
2- Explique o que foi a chamada Reforma Urbana, suas causas e consequências.
3- Quais eram as principais doenças e como seriam combatidas?
4- Estabeleça um paralelo entre as condições de vida nas cidades industriais e o trabalhador industrial. Utilize informações do capítulo 6.

41 comentários:

Anônimo disse...

1-prejudicados geralmente famintos, doentes e as condições de trabalho eram péssimas, (quase escravo).
2-As ideias de marxistas são as lutas de classes principalmentes quando trabalhadores vão atrás de seus direitos.
3-similar a questão 1, apresenta a fome e outras péssimas condições a que os trabalhadores passavam.
Adriano(01) 2°B

vava mario disse...

A revolta da vacina foi um movimento social urbano que marcou a sociedade política durante a primeira República brasileira.(1902-1906). No dia 09 de novembro no ano de 1904, é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro.O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. Havia inúmeros focos endêmicos da varíola no Brasil, o maior número deles estava concentrado no Rio de Janeiro. A oposição , com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade.

Anônimo disse...

Tainá Cristine
nº 38
2ºC

1 - A Revolta da Vacina foi uma revolta popular ocorrida na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 10 e 16 de novembro de 1904. Ocorreram vários conflitos urbanos violentos entre populares e forças do governo (policiais e militares). A principal causa foi a campanha de vacina obrigatória contra a varíola, realizada pelo governo brasileiro e comandada pelo médico sanitarista Dr. Oswaldo Cruz. A grande maioria da população, formada por pessoas pobres e desinformadas, não conheciam o funcionamento de uma vacina e seus efeitos positivos. Logo, não queriam tomar a vacina.

2 - Reforma urbana é eliminar os espaços inúteis da paisagem urbana, transformando-os em espaços habitáveis para a nossa população. Uma das causas foi o fato de que os problemas de saúde começavam a afetar a população, as condições precárias existentes na cidade como corpos enterrados nas igrejas, animais mortos por todos os lados e muito lixo amontoado fazia com que a proliferação de doenças aumentasse ainda mais. A conseqüência foi que a cidade do Rio de Janeiro perde a sua supremacia como exportador de café, e inicia em 1904 uma modernização capaz de dar a si mesmos ares de uma cidade luxuosa. A Avenida central foi toda remodelada, e esta remodelagem dava a cidade uma sensação de pura higiene.

3 – Varíola: para combater bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada.
Peste bubônica: seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos.
Febre amarela: Combatida pela vacina desenvolvida por meio de técnicas concebidas por Louis Pasteur

4 – Para o trabalhador industrial os salários eram baixíssimos, a jornada de trabalho podia alcançar 14 ou 16 horas por dia e não havia direito a férias. As fábricas eram imundas e barulhentas, além disso, os patrões eram muito autoritários e humilhavam os empregados. Os patrões preferiam o trabalho das mulheres e, principalmente, das crianças, que recebiam pagamento menor pelo mesmo serviço de um homem adulto. Quase todas as fábricas do começo do século XX empregavam crianças. Enquanto isso, os burgueses continuavam enriquecendo, então os trabalhadores logo perceberam a necessidade de se unir e lutar por seus direitos.

Anônimo disse...

1- Pois foi é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. foram apresentados vários planos de campanhas lideradas por Osvaldo Cruz, ao ministro da justiça contra o vetor da febre amarela. Ainda de acordo com o ilustre Benchimol (1999),a campanha contra a peste bubônica foi menos controvertida do que a febre amarela. O regulamento para as vacinações era extremamente rígido, de acordo com Nicolau Sevcenko, abrangia desde os recém-nascidos até os idosos, tendo como objetivo um amplo sucesso em pouco tempo.
2- No inicio do século XX, o Rio de Janeiro possuía uma característica de suma importância que era a sua beleza, enquanto capital federal. Neste inicio de século, por ocasião de uma intervenção, ele sofre grandes revoluções que abalam de fato toda a sua estrutura e fisionomia. A reforma urbana acontecida no Rio de Janeiro, não era prevista de fato das ações de múltiplas forças humanas e não humanas. A modernização do porto e remodelagem da cidade estava dentro deste projeto. Com grande responsabilidade em manter a cidade limpa, e longe de tantas doenças infecciosas, Alves nomeia Pereira Passos e o médico Osvaldo Cruz para se empenharem junto à ele nesta reforma sanitarista. Os Higienistas condenavam as condições precárias existentes na cidade como, corpos enterrados nas igrejas, animais mortos por todos os lados e muito lixo amontoados, isto fazia com que a proliferação de doenças aumentasse ainda mais.
3-
Principais doenças era a febre amarela, a varíola e a peste bubônica. Com grande responsabilidade em manter a cidade limpa, e longe de tantas doenças infecciosas, Alves nomeia Pereira Passos e o médico Osvaldo Cruz para se empenharem junto à ele nesta reforma sanitarista
4- As condições de vida nas cidades eram muito altas a pessoas tinha que ter bastante dinheiro para ter uma vida boa já o trabalhador industrial não tem condições para essa vida, pois sua carga horária é grande e o dinheiro que recebe é muito pouco para as condições de vida da cidade que é tudo muito caro não tem preços acessíveis ao trabalhador industrial a não ser ao chefe.
Larissa n°28 2°C




Anônimo disse...

Nome: Pedro Ern
Série: 2B
Número: 31

1- A Saúde Pública teria de impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e a permanência dos casos esporádicos que garantiam a continuidade da doença nos intervalos epidêmicos. No dia 09 de novembro no ano de 1904, é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro
2- No início do século XX, o Rio de Janeiro possuía uma característica de suma importância que era a sua beleza, enquanto capital federal. Neste início de século, por ocasião de uma intervenção, ele sofre grandes revoluções que abalam de fato toda a sua estrutura e fisionomia.
3- Varíola (bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada.), peste bubônica(seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos)
4- A organizaçao era precária as cidades não eram projetadas, não havia saneamento básico, educação entre outros recursos

Anônimo disse...

Pedro Cardoso de Sales Filho Nº32 Turma: 2ºB C.O.R.

1- A revolta da vacina se deu principalmente pelo fato da população ser obrigada a receber o mesmo, e pela brutalidade em muitos casos dos profissionais da saúde da época. A população grande maioria trabalhadora sofria o descaso e despreparo da sociedade, alegavam que as vacinas estavam com o prazo de validade vencido e outros. Se fazia necessário a vacinação, porém as políticas publicas deveriam usar de artifícios para conscientizar a população.

2- Com a grande proliferação de doenças e pragas, a cidade do Rio de Janeiro sofre modificações. [...] “As ruas foram divididas em distritos sanitários e com delegacias de saúde. As pessoas doentes e infectadas eram levadas para os hospitais munidas de todos os seus pertences, e até para desinfetórios que Osvaldo Cruz havia construído” [...].

3- Peste bubônica (seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos). A Varíola (bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada).

4- Aos trabalhadores a vida era de total descaso, as cidades não eram projetadas, não havia saneamento básico, educação e outros recursos necessários para que houvesse certa organização. A população sofria a o grande descaso público.

Anônimo disse...

Mariana Mendes Scharf. - 26 - 2º B

1. Tão logo a nova lei foi anunciada, a insatisfação popular tomou forma de protesto. Os confrontos - que se iniciaram a partir da prisão de um estudante, numa manifestação no Largo de São Francisco - em pouco tempo se generalizaram, opondo os populares e as forças policiais. As cargas de cavalaria tentavam a todo custo conter a insatisfação dos amotinados, enquanto a massa popular não parava de crescer. Em poucos dias, os conflitos atingiam diversos bairros pela cidade. As áreas compreendidas entre o Largo de São Francisco e a Praça Tiradentes converteram-se em verdadeiros campos de batalha. Barricadas eram erguidas na tentativa de conter as investidas da polícia. Muitas ruas tiveram seus calçamentos transformados em munição pelos populares que, escondidos por detrás dos bondes, alvejavam como podiam as forças policiais.Em meio ao caos gerado pelos conflitos, as autoridades passaram a efetuar prisões de forma generalizada. Testemunha ocular das agitações que marcavam as ruas cariocas naquele tempo, o escritor Lima Barreto registrou em seu "Diário Íntimo" as inúmeras violências e arbitrariedades de que foram vítimas os populares revoltosos: "A polícia arrepanhava a torto e a direito pessoas que encontrava na rua. Recolhia-as às delegacias, depois juntavam na Polícia Central. Aí, violentamente, humilhantemente, arrebentava-lhes os cós das calças e as empurrava num grande pátio. Juntadas que fossem algumas dezenas, remetia-as à Ilha das Cobras, onde eram surradas desapiedadamente.

2. Na Reforma Urbana o governo faria um levantamento de todas as propriedades abandonadas ou sem uso por qualquer motivo, isto poderia ser feito através do IBGE. Seria então estipulado um prazo para que o proprietário, devidamente identificado e avisado, dê um destino útil para sua propriedade. Após este prazo, e obviamente, por força de lei específica, este espaço seria declarado de interesse público e passivo de desapropriação, com a devida indenização dos proprietários sendo feita por conta da união. Logicamente o preço pago estará abaixo do valor de mercado considerando-se o cunho social que será dado ao espaço. Atualmente, estes espaços abandonados além de serem focos de insetos nocivos à saúde humana e de prejudicarem a beleza das cidades, transformaram-se invariavelmente em esconderijos de delinqüentes, prejudicando ainda mais a já conturbada "segurança pública". Além disso, todos sabemos que o déficit habitacional cresce a cada dia em nosso país, em consequência há o aumento constante do número de favelas e habitações sem o mínimo de estrutura para a vida das famílias. Outro ponto importante a ser levado em consideração é que, um proprietário que passa cinco ou até dez anos sem fazer uso de um terreno ou de um imóvel, logicamente não necessita dele para seu sustento, o que faria com que esta reforma se tranformasse em mais um processo de distribuição de renda.

(continua...)

Anônimo disse...

Mariana Mendes Scharf - 26 - 2º B CONTINUAÇÃO

3. As principais doenças no período da revolta das vacinas eram: febre amarela, varíola, tuberculose e peste. Assim iniciava-se o programa de saneamento de Oswaldo Cruz. Para combater a peste, ele criou brigadas sanitárias que cruzavam a cidade espalhando raticidas, mandando remover o lixo e comprando ratos. Em seguida o alvo foram os mosquitos transmissores da febre amarela. Finalmente, restava o combate à varíola. Autoritariamente, foi instituída a lei de vacinação obrigatória. A população, humilhada pelo poder público autoritário e violento, não acreditava na eficácia da vacina. Os pais de família rejeitavam a exposição das partes do corpo a agentes sanitários do governo, pois acumulou-se muita brutalidade.

4. O operário/ trabalhador é quem produz as riquezas, porém delas não usufrui. Tudo que nos cerca na cidade é produto do trabalho, porém, q uem produz tudo isso não tem direito ao uso, como é apresentano na música "Cidadão" do cantor Zé Geraldo. Outro fato marcante na produção do espaço é a alienação, que é consequência da condição de exploração que faz com que os trabalhadores se unam e passem a organizar, rinvidicar seus direitos, construindo a classe trabalhadora. Assim a cidade não representa somente produção industrial capitalista, mas também espaço de lutas, principalmente em grandes cidades com alto número de trabalhadores, transformando o espaço urbano. Os únicos que usufruem de tudo produzido são os poucos que comandam, que estão acima mandando, mas que sem os operários nada fariam. Ao mesmo tempo que a classe trabalhadora é produto do modo de produção capitalista, sua consciência resultou na organização de trabalhadores, que proporcionou resistência e luta, modificando o perfil e as condições nas cidades.

Anônimo disse...

Cícero, Número 06. 2o B.

1- Durante o mês de novembro de 1904, o Rio de Janeiro, então capital federal, foi palco de uma das maiores revoltas urbanas ocorridas no país: a Revolta da Vacina. Milhares de habitantes tomaram as ruas da cidade em violentos conflitos com a polícia. O motivo era uma polêmica medida adotada pelo governo de então: a vacinação obrigatória.

Contando com uma população de mais de 800 mil habitantes, a cidade era constantemente vitimada por surtos de febre amarela, varíola, peste bubônica, malária, tifo e tuberculose. Na tentativa de pôr fim a esse triste quadro epidemiológico, o presidente Rodrigues Alves convocou o médico sanitarista Oswaldo Cruz, que, de imediato, pôs em marcha um ambicioso plano de saneamento e higienização da cidade. Seu projeto, porém, envolvia controvertidas medidas de controle da população e de seus hábitos de higiene.
Tão logo a nova lei foi anunciada, a insatisfação popular tomou forma de protesto. Os confrontos - que se iniciaram a partir da prisão de um estudante, numa manifestação no Largo de São Francisco - em pouco tempo se generalizaram, opondo os populares e as forças policiais. As cargas de cavalaria tentavam a todo custo conter a insatisfação dos amotinados, enquanto a massa popular não parava de crescer.

Em poucos dias, os conflitos atingiam diversos bairros pela cidade. As áreas compreendidas entre o Largo de São Francisco e a Praça Tiradentes converteram-se em verdadeiros campos de batalha. Barricadas eram erguidas na tentativa de conter as investidas da polícia. Muitas ruas tiveram seus calçamentos transformados em munição pelos populares que, escondidos por detrás dos bondes, alvejavam como podiam as forças policiais.

2- A geografia das grandes cidades nem sempre segue uma lógica de desenvolvimento lenta e espontânea. Há exemplos de grandes reformas que impactaram de forma imensamente significativa o processo de desenvolvimento de imensas áreas urbanas. Este post trata de fazer uma breve relação entre a reforma feita no Rio de Janeiro no início do século XX e a configuração atual da cidade.

A paisagem do Rio de Janeiro notabiliza-se fundamentalmente por seus contrastes. A relação entre o mar e as montanhas, entre o tumulto dos centros econômicos e a beleza das praias… E também os contrastes sociais, escancarados como em poucas outras cidades mundo afora. Pode-se dizer que um dos momentos cruciais para a ocupação do Rio foi a abolição da escravatura em 1888. Esse momento histórico agravou a crise da produção cafeeira no Brasil, e com isso causou um grande êxodo do campo para as cidades. Além disso, a Lei Áurea criou instantaneamente uma imensa massa de desempregados miseráveis, analfabetos e sem qualquer capacitação profissional. Foram esses novos desempregados que começaram a se amontoar no Centro do Rio ao longo da segunda metade do século XIX. Naturalmente, a demanda por moradia e emprego era muito maior que a oferta, restando a essa massa o improviso. O Rio de Janeiro, então uma cidade que acumulava as funções administrativa e portuária, foi vendo as ruas estreitas e tortas de seu centro antigo lotarem de cortiços. Em 1902 eram em torno de 600, que representavam a única opção de moradia para a legião de pobres que vivam no Rio. As ridículas condições de higiene daqueles locais fizeram com que a cidade fosse infestada por diversas pestes como a malária, a febre amarela e a varíola. A propagação de doenças acabou por ser o pretexto que faltava para uma grande reforma que já era pensada havia tempos: pretendia-se adequar a cidade do Rio de Janeiro ao status de capital do Brasil, cortando-o com largas avenidas e edificações imponentes ao gosto do modelo de produção que viria a instalar-se a partir desse período.

Anônimo disse...

CAMILA LU - 4 2B EM

1)No ano de 1904, estourou um movimento de caráter popular na cidade do Rio de Janeiro. O motivo que desencadeou a revolta foi a campanha de vacinação obrigatória, imposta pelo governo federal, contra a varíola. A situação do Rio de Janeiro, no início do século XX, era precária. A população sofria com a falta de um sistema eficiente de saneamento básico. Este fato desencadeava constantes epidemias, entre elas, febre amarela, peste bubônica e varíola. A população de baixa renda, que morava em habitações precárias, era a principal vítima deste contexto. A campanha de vacinação obrigatória é colocada em prática em novembro de 1904. Embora seu objetivo fosse positivo, ela foi aplicada de forma autoritária e violenta. Em alguns casos, os agentes sanitários invadiam as casas e vacinavam as pessoas à força, provocando revolta nas pessoas. Essa recusa em ser vacinado acontecia, pois grande parte das pessoas não conhecia o que era uma vacina e tinham medo de seus efeitos.

2)‘’O Rio de Janeiro estava com uma grande formação de novos bairros e ruas, mas apesar disto, havia uma condensação muito grande das novas relações econômicas capitalistas. O ganho incerto de um lucro provenientes de mercadorias de camelôs, muitos casarões, bancos e estalagens, cômodos sujos faziam parte de sua área central. Como se instalava um surto de epidemias talvez até mortíferas começam a ser discutido em formas de debates no Rio de Janeiro, os problemas de saúde que começavam a afetar a população. ’’ A revolta popular aumentava a cada dia, impulsionada também pela crise econômica (desemprego, inflação e alto custo de vida) e a reforma urbana que retirou a população pobre do centro da cidade, derrubando vários cortiços e outros tipos de habitações mais simples. As manifestações populares e conflitos espalham-se pelas ruas da capital brasileira. Populares destroem bondes, apedrejam prédios públicos e espalham a desordem pela cidade. Em 16 de novembro de 1904, o presidente Rodrigues Alves revoga a lei da vacinação obrigatória, colocando nas ruas o exército, a marinha e a polícia para acabar com os tumultos. Em poucos dias a cidade voltava a calma e a ordem.

3)Em 1903, foram apresentados vários planos de campanhas lideradas por Osvaldo Cruz, ao ministro da justiça contra o vetor da febre amarela. A Saúde Pública teria de impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e a permanência dos casos esporádicos que garantiam a continuidade da doença nos intervalos epidêmicos. Em relação à varíola, bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada.
A peste bubônica seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos.

4)‘’A produção e organização das cidades do inicio do século XX estavam intimamente associadas à industrialização capitalista. ’’ As transformações causadas por elas podem ser percebidas nas paisagens urbanas e em outras cidades, até mesmo nos próprios trabalhadores. Naquela época as cidades não estavam nas melhores condições, eram repletas de indústrias e poluição. Só que para essas indústrias necessitava-se de operários que eram tratados igualmente de tal jeito, ou seja, viviam em condições precárias, baixos salários e nem tinham direitos. ‘’O operário/trabalhador é quem produz as riquezas, porém, não usufrui delas. Tudo o que nos cerca nas cidades é produto do trabalho, porém, quem produziu não tem o direito de uso. ’’

Anônimo disse...

1- Uma minoria parlamentar do congresso, constituída pela imprensa não governista, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. Essa oposição afirmavam que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade, e ainda que se realmente o governo acreditasse nas qualidades da vacina e também as suas necessidades então, deixasse a cada consciência, a liberdade de decidir para a sua aplicação ou não, e que cada um escolhesse a condição que melhor lhe conviesse. Essas alegações geraram um grande conflito na época (1902-1906)
2- A Reforma Urbana foi uma “limpeza” em terrenos abandonados ou até mesmo por casas lindas com uma placa escrita “vende-se” há anos, em lugares nobres, tornando o mesmo lugar, em um ambiente limpo, “higienizado” e habitável para moradia. As causas foram corpos enterrados nas igrejas, animais mortos por todos os lados e muito lixo amontoados, isto fazia com que a proliferação de doenças aumentasse ainda mais.
3- Febre amarela-> Impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e a permanência dos casos esporádicos que garantiam a continuidade da doença nos intervalos epidêmicos.
Varíola-> Bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada.
Peste bubônica-> Seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos.
4- A condição do trabalhador era péssima, assim então, surgiam varias doenças pela cidade. O trabalhador é quem produza as riquezas, porém, não usufrui delas. E tem outro porém, quem produziu não tem o direito de uso. As cidades industriais eram constituidas pelos seus trabalhadores. Nessas cidades nao só as condiçoes de vida eram precarias, mas tambem as de trabalho


Aluna: Ana Luiza Roncelli Back
Número: 03
Série: 2C

Anônimo disse...

Nome: Romulo No:36 Série: 2C

1- Uma minoria parlamentar do congresso, constituída pela imprensa não governista, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. Essa oposição afirmavam que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade, e ainda que se realmente o governo acreditasse nas qualidades da vacina e também as suas necessidades então, deixasse a cada consciência, a liberdade de decidir para a sua aplicação ou não, e que cada um escolhesse a condição que melhor lhe conviesse. Essas alegações geraram um grande conflito na época (1902-1906)

2- Reforma Urbana é a transformação de uma pequena e pacata cidade, em uma cidade cheia de bairros, com um aumento populacional gigante. Devido a busca por novas fontes de economia, industrias começam a se instalar próximo ou na própria cidade, tendo por consequência então um aumento populacional devido ao número de trabalhadores que vieram para trabalhar. Esse aumento populacional gerou um caos na cidade, pois havia muita gente para pouco lugar, com isso começou a acumular-se lixos e gerando doenças.

3- As principais doenças eram a Febre-Amarela, Varíola e Peste Bubônica. Em relação à varíola, bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada.A peste bubônica seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina. Foram apresentados vários planos de campanhas lideradas por Osvaldo Cruz, ao ministro da justiça contra o vetor da febre amarela .A Saúde Pública teria de impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e a permanência dos casos esporádicos que garantiam a continuidade da doença nos intervalos epidêmicos.

4- As condições de vida na cidade eram precárias, a população moravam em meio ao lixo e sofreram com várias doenças. O trabalhador industrial não era muito diferente, ele sofria com uma carga de horário muito grande e quase sem condições de um trabalho adequado, além de receber muito pouco era desvalorizado. Esses trabalhadores muitas vezes eram também moradores das cidades, além de sofrer nas industrias, sofriam nas ruas.

Anônimo disse...

1- A revolta da vacina consiste em uma oposição da classe operária, ao comando dos governantes que queriam erradicar a varíola. Eles ordenaram que toda a população fosse vacinada contra a doença, sem nem sequer ouvir o povo, pensar no assunto, conhecer suas realidades. Eles eram submetidos há maus tratos pelas pessoas que aplicavam as vacinas e estavam com medo e inseguros, pois os métodos de aplicação eram pouco confiáveis. Os planos de campanha liderados por Osvaldo Cruz, juntamente do grupo a favor desse projeto, alegavam que era imprescindível para a saúde publica pois muitos focos concentravam-se no RJ.
2- A reforma urbana foi a criação de novos planejamentos das áreas urbanas que visavam melhorar a condição das áreas onde havia um aglomerado da classe operária, para que consequentemente diminuísse a sujeira, evitando a proliferação de doenças. Além de ser uma tentativa de manter a beleza da capital (RJ). A classe operária ficou muito raivosa e insatisfeita pois destruíram muitos cortiços e áreas onde as famílias já estavam estabelecidas há muito tempo.
3- Varíola: vacinação de toda a população /Peste bubônica: extermínio de ratos e uso do soro e vacina / Febre amarela: impedimento da contaminação dos mosquitos e permanência de casos esporádicos.
4- À procura de melhores condições de vida, as pessoas invadiam as cidades, pensando existir um lugar prospero de lhes desse um novo futuro. Porém, ao deixarem o campo ou ate seu pais de origem no caso dos imigrantes, os trabalhadores se deparavam com péssimos tratamentos, baixos salários, infinitas cargas horarias, maus tratos, castigos e exploração. As cidades industriais eram agora o lugar principal para a indústria e para os trabalhadores onde começam a surgir os bairros operários. Com o aglomerado de pessoas que chegava as cidades cada vez mais via-se o contraste, entre locais grandes,embelezados,com mordomias e saneamento x os cortiços apertados, lugares mau cheirosos e o esgoto a ceu aberto. O operário se depara com uma situação que não possui condições dignas desde o local onde trabalha, até o trabalho que realiza.

Eduarda 2ºB nº8

Anônimo disse...

Mariana Busarello - 2º C - nº 41
1 - No começo do século XX, a cidade do Rio de Janeiro estava crescendo muito, a população aumentava e as construções também. O local estava ficando desorganizado e as condições de higiene eram muito precárias. Foi então em 1902 que Rodrigues Alves assumiu a presidência do Brasil e tomou iniciativas para melhorar a cidade. Nomeou então, o médico Osvaldo Cruz e Pereira Passos para se empenharem junto à ele nesta reforma sanitarista. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. Por outro lado podemos dizer que existia uma minoria parlamentar constituída pela imprensa não governista, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. A oposição por outro lado, com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade.
2 - Com a crise da produção de café no Brasil e a Lei Áurea, milhares de pessoas ficaram desempregadas e sem ter para onde ir, um grande êxodo rural aconteceu, e essa massa de novos desempregados que começaram a se amontoar no Centro do Rio de Janeiro. Então uma cidade que acumulava as funções administrativa e portuária, foi vendo as ruas estreitas e tortas de seu centro antigo lotarem de cortiços. As ridículas condições de higiene daqueles locais fizeram com que a cidade fosse infestada por diversas pestes como a peste bubônica, a febre amarela e a varíola. A propagação de doenças acabou por ser o pretexto que faltava para uma grande reforma que já era pensada havia tempos: pretendia-se adequar a cidade do Rio de Janeiro ao status de capital do Brasil, cortando-o com largas avenidas e edificações imponentes ao gosto do modelo de produção que viria a instalar-se a partir desse período. Com a cidade sendo modificada, condições de saúde também foram implantadas, as pessoas infectadas eram levadas aos hospitais e tratamentos foram sendo descobertos.
3 - Febre Amarela: A Saúde Pública teria de impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e a permanência dos casos esporádicos que garantiam a continuidade da doença nos intervalos epidêmicos. Varíola: Bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada. Peste bubônica: Seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos.
4 - Em meio disso tudo, acontecia também a Revolução industrial, mais e mais pessoas chegavam à cidade em busca de emprego, abandonando a vida no campo. Uma vez nas indústrias, recebiam um salário baixíssimo e tinham péssimas condições de trabalho. Com o pouco que ganhavam, tinham que sustentar a família e não tinham dinheiro para viver em uma boa casa. Com o excesso de gente, e falta de moradia, foram criados os cortiços, aglomerados de casas, muitas vezes antigas, que abrigavam mais de uma família. Na tal situação a higiene era totalmente inexistente, e as condições de vida longe de ideais. As doenças se manifestavam cada vez mais, e medidas precisam ser tomadas.

Anônimo disse...

1-A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. Por outro lado podemos dizer que existia uma minoria parlamentar constituída pela imprensa não governista, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. A oposição, com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade.

2-Os Higienistas condenavam as condições precárias existentes na cidade como, corpos enterrados nas igrejas, animais mortos por todos os lados e muito lixo amontoados, isto fazia com que a proliferação de doenças aumentasse ainda mais. Rodrigues Alves assumiu a presidência da República no ano de 1906, tinha como um de seus projetos principais atacar o mal que assombrava toda a capital, que era a febre amarela, a varíola e a peste bubônica. A modernização do porto e remodelagem da cidade estava dentro deste projeto. Em 1904 uma modernização capaz de dar a si mesmos ares de uma cidade luxuosa. A Avenida central foi toda remodelada, as casas retratavam o século XX. Francisco Pereira Passo executava planos de melhoramentos da prefeitura, e esta remodelagem dava a cidade uma sensação de pura higiene . Pereira Passos começou então a investir na cidade como nunca havia visto antes. Queria implantar formas de trabalho diferentes daquelas que havia existido antes.

3-A Saúde Pública teria de impedir a contaminação dos mosquitos pelos amarelentos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e a permanência dos casos esporádicos que garantiam a continuidade da doença nos intervalos epidêmicos. Em relação à varíola, bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada. A peste bubônica seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos.
4 -A Revolução industrial, através da exploração operária, trouxe problemas como baixos salários e carga horária de trabalho excessiva que resultaram em um aumento considerável da exposição aos fatores de riscos ligados à saúde do trabalhador.
As condições de trabalho precárias em que os trabalhadores eram submetidos, somado às jornadas excessivamente longas, a baixos salários e, principalmente, a ausência do governo com Ente disciplinador do sistema produtivo, contribuiu decisivamente para a proliferação dos danos à saúde.
Devido às más condições de trabalho a taxa de mortalidade superava a de natalidade, confirmando a precariedade da saúde do trabalhador em razão da exploração da sua força de trabalho sem que houvesse a mínima garantia legal que lhes proporcionassem uma melhor condição de vida.
A instantaneidade com que os bairros pobres foram construídos foi tão espantosa quanto a velocidade com que as ferrovias atravessaram o mundo. A cidade industrial havia nascido. Os problemas se somavam. Era preciso um novo tipo de profissional, o planejador urbano, alguém que tivesse em mente como uma cidade poderia melhor funcionar e ser um lugar descente e saudável para viver.

Heloisa Kleis Schmitz N° 23 2°C

Anônimo disse...

Nome: Lucas Orsi de Borba N-21 2B EM
1- Revolta feita pelo povo cansado de tanto autoritarismo do governo, de serem obrigados a tudo, descontentes com o desalojamento, o desemprego urbano e ao alto custo de vida.
2- A reforma urbana foi para o Brasil ou Rio de Janeiro na época capital do Brasil ser vista com outros olhos lá fora se tornando uma cidade urbanizada e civilizada com avenidas largas e bem arborizadas. Para isso tiveram que destruir prédios e casas antigas que abrigavam pessoas agora desalojas e sendo obrigadas a se deslocar para agora periferia.
3- Peste bubônica e febre amarela que foram combatidas controlando água parada e ratos (problema onde a população criava ratos para vender ao governo). E a varíola única que só podia ser tratada com a vacina motivo de tanta repercussão.
4- Ambos possuíam condições precárias o trabalhador trabalhava cerca de 16 horas por dia e sua vida na cidade era em periferias não dotadas de saneamento básico e infraestrutura.

Anônimo disse...

Eduardo Silva n17 2ºC

1- Em 1903 liderado por Osvaldo Cruz contra o vetor da febre amarela .Rodrigues Alves assumiu a presidência da República no ano de 1906, tinha como um de seus projetos principais atacar o mal que assombrava toda a capital, que era a febre amarela, a varíola e a peste bubônica.

2- A ideia da reforma urbana é justamente eliminar esses espaços inúteis da paisagem urbana, transformando-os em espaços habitáveis para a nossa população. Ponto positivo seria que alguns lugares abandonados que hoje são vistos como lugares para delinquentes e drogados seria reversivel, e melhoraria para a população.

3-Febre amarela, a varíola e a peste bubônica. Para se combater a varíola, era necessário que a população fosse vacinada. E termo higiene para as outras, como saneamento basico etc..

4- As condições de vida das cidades eram boas, devido a industrialização, mas graças a isso era os trabalhadores que forneciam para todos uma boa cidade, sendo assim, as condições de vida desses trabalhadores eram muito intensas, levando até ao isolamento social e diversas doenças, alem do salário que não era devidamente correto para a quantidade de trabalhos!

Anônimo disse...

Arthur Nivaldo da Silva nº6 2ºC


1- Marcou muito a época ocorrida pois, o governo queria que todos fossem vacinados, ja a população achava algo muito brutal, algo do tipo se obrigatório, sem ter o direito de escolha.
2- No dia 09 de novembro no ano de 1904, é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro.O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. Havia inúmeros focos endêmicos da varíola no Brasil, o maior número deles estava concentrado no Rio de Janeiro. A oposição , com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade
3- Febre amarela- uma vacina para tratamento foi desenvolvida e o controle do contagio pelo mosquito.
Varíola- vacina
Peste Bulbonica- seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina
4- O Rio de Janeiro cresceu muito, e com isso vieram fábricas e com as fábricas trabalhadores, se instalando por ali em regiões mais habitadas formando um “pequeno bairro”, sem infra-estrutura, higiene e qualidade de vida.

Anônimo disse...

revolta popular aumentava a cada dia que foi impulsionado graças ao desemprego, alto custo de vida e inflação, isto é, a crise econômica, além é claro, da reforma urbana que tirou a população pobre do centro da cidade, derrubou cortiços e habitações mais simples que acabavam com a beleza da cidade.

As manifestações populares se espalhavam cada vez mais em todas as ruas da capital, onde com estes conflitos, populares destruíam bondes, espalhavam desordem pela cidade, apedrejavam prédios públicos e mais, devastando a cidade. No dia 16 de novembro de 1904, após dez dias do início da revolta, o presidente Rodrigues Alves anula a lei da vacinação obrigatória colocando nas ruas o exército, polícia e marinha para acabar de vez com estes tumultos. Em poucos dias a cidade voltou a ter calma e ordem.
Bernardo Marucco 10 2ºC

Anônimo disse...

1) A Revolta da vacina era obrigatória sim e como quem vacinava a população não tinha nenhum tipo de cuidado ou atenção, além de que essa vacina era dolorosa mas era muito necessária, pois onde eles viviam era um poço de doença ''digamos''. No início do século XX, a cidade do Rio de Janeiro, como capital da República, apesar de possuir belos palacetes e casarões, tinha graves problemas urbanos: rede insuficiente de água e esgoto, coleta de resíduos precária e cortiços super povoados e muitas das chamadas favelas. As pessoas começaram a se manifestar e a revolta então começou... Código de tortura que a população chamava essa vacina era exatamente pelo modo que eles aplicavam a vacina na população.

2) A modernização do porto e remodelagem da cidade estava dentro deste projeto. Com grande responsabilidade em manter a cidade limpa, e longe de tantas doenças infecciosas, Alves nomeia Pereira Passos e o médico Osvaldo Cruz para se empenharem junto à ele nesta reforma sanitarista. Rodrigues Alves, presidente do Brasil de 15 de novembro de 1902 até 15 de novembro de 1906. Logo após ser nomeado pelo presidente Rodrigues Alves, o médico responsável pelo saneamento, Osvaldo Cruz assume o cargo em 1903. O Rio de Janeiro perde a sua supremacia como exportador de café, e inicia em 1904 uma modernização capaz de dar a si mesmos ares de uma cidade luxuosa. A Avenida central foi toda remodelada, as casas retratavam o século XX. Francisco Pereira Passo executava planos de melhoramentos da prefeitura, e esta remodelagem dava a cidade uma sensação de pura higiene . Pereira Passos começou então a investir na cidade como nunca havia visto antes. Queria implantar formas de trabalho diferentes daquelas que havia existido antes.


3) As principais doenças eram Peste Bulbônica e Varíola. Os Higienistas condenavam as condições precárias existentes na cidade como, corpos enterrados nas igrejas, animais mortos por todos os lados e muito lixo amontoados, isto fazia com que a proliferação de doenças aumentasse ainda mais. Para combater as doenças, vacinas eram criadas para serem aplicadas na população e uma reforma urbana, para evitar que nos cortiços e no resto da cidade acumulasse lixos, gerando bactérias, ratos, baratas e as doenças também.


4) A qualidade de vida é sem duvidas uma busca incansável pelo bem estar físico, mental e social e que reflete em uma satisfação harmoniosa dos objetivos e desejos de uma pessoa que seria a abundancia dos aspectos positivos somada à ausência de aspectos negativos. Destaque que o trabalho humano (operário) passou a ser substituído pelas máquinas, aumentando, assim, o número de desempregados. Esse fenômeno contribuiu para a formação de um exército industrial de reserva, no qual os indivíduos que possuíam emprego passaram a aceitar baixos salários, pois poderiam ser facilmente substituídos. O trabalho passou a ficar cada vez mais dependente da máquina e se tornou muito repetitivo.


Bruna Vicente, nº 12 2ºC

Anônimo disse...

1- O governo e os membros do congresso se encontravam em uma mesma posição, a favor da vacina obrigatória sendo interesse da saúde pública, porém contra essa decisão se escondiam a população e imprensa diziam ser um método de aplicação não confiável.
2- Em consequência da urbanização acelerada de grandes cidades no Brasil, inclusive o Rio de Janeiro, as estruturas das cidades estavam desorganizadas e começam a se construir mais ruas e novos bairros. Com o mal planejamento dessa expansão, o espaço ficava cada vez mais precário e sem higiene, o que levou a uma reforma urbana, replanejar a estrutura da cidade, de forma que fique bem distribuída e organizada.
3- Varíola, febre amarela e peste bubônica. Modernização do porto, e mudanças na estrutura da cidade, febre amarela pelas vacinas, a peste bubônica com a exterminação de ratos e uso de soro e vacina, e varíola toda a população devia tomar a vacina.
4- As cidades industriaos são de cera maneira bem construídas, pois as indústrias após funcionarem, atraem outras atividades envolta de si e vai se construído uma roda de comércio. Os trabalhadores industriais moram longe, e pegam transporte público para chegarem ao local de trabalho, e vivem em condições horríveis de moradia, sem higiene, os cortiços.

Anônimo disse...

Nome:Bárbara Sandri Silvestre (04)
Série: 2º A

1- Em 1904, é lançado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. Por outro lado podemos dizer que existia uma minoria parlamentar, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. Causando assim um verdadeiro poço de grande rebeldia e alvoroço.

2- A cidade do Rio de Janeiro estava em um grande processo de transformação por causa da reforma da vacina. Ocoreu a formação de novos bairros e ruas para higienizar a cidade, desalojando milhares de pessoas para que cortiços e habitações populares fossem exterminadas. As ruas foram divididas em distritos sanitários e com delegacias de saúde. Os responsáveis pelos distritos tinham incumbência de receberem notificações, aplicarem soros e vacinas e intimar proprietários de imóveis onde detectassem focos epidêmicos. As pessoas doentes e infectadas eram levadas para hospitais munidas de todos os seus pertences, e até mesmo para desinfetórios que Osvaldo Cruz havia construído.

3- Uma das principais doenças da época seria a febre amarela, que em dezembro de 1879, Domingo Freire descobriu o micróbio causador, desenvolvendo assim uma vacina por meio de técnicas concebidas por Louis Pasteur. A vacina de Domingos Freire transformou-se em uma instituição governamental e combateu toda a epidemia existente na década. Outra maléstia era a varíola, para a combater era necessário vacinar toda a população, causando assim um caos na cidade para os menos informados. O regulamento para a vacinar a população era extremamente rígido, de acordo com Nicolau Sevcenko, abrangia desde os recém-nascidos até os idosos, tendo como objetivo um amplo sucesso em pouco tempo. E por fim, tinha a epidemia da peste bulbônica na qual o extermínio de ratos, medidas urbanas, uso de soro e vacina resolveria o problema da sociedade.

4- Nas cidades industriais os operários passaram a fazer parte da cultura urbana. A cultura estava marcada nas paisagens das cidades industriais, como era o caso dos bairros operários. Nessas cidades, não só as condições de vida eram precárias, mas também as de trabalho. Os operários eram submetidos a jornadas de 16 horas e eram constituídas de sete dias ininterruptos, sem descanso. Muitas vezes os trabalhadores, como mulheres e crianças, eram castigados. Ao longo dos anos, as cidades passaram a materializar as desigualdades da sociedade que as produzia, de um lado bairros limpo e com infraestrutura. E de outro, bairros operários com pouca ou quase nennhuma infraestrutura.

Anônimo disse...

Nome: Bárbara Sandri Silvestre (04)
Série: 2º A

1- Em 1904, é lançado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. Por outro lado podemos dizer que existia uma minoria parlamentar, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. Causando assim um verdadeiro poço de grande rebeldia e alvoroço.

2- A cidade do Rio de Janeiro estava em um grande processo de transformação por causa da reforma da vacina. Ocoreu a formação de novos bairros e ruas para higienizar a cidade, desalojando milhares de pessoas para que cortiços e habitações populares fossem exterminadas. As ruas foram divididas em distritos sanitários e com delegacias de saúde. Os responsáveis pelos distritos tinham incumbência de receberem notificações, aplicarem soros e vacinas e intimar proprietários de imóveis onde detectassem focos epidêmicos. As pessoas doentes e infectadas eram levadas para hospitais munidas de todos os seus pertences, e até mesmo para desinfetórios que Osvaldo Cruz havia construído.

3- Uma das principais doenças da época seria a febre amarela, que em dezembro de 1879, Domingo Freire descobriu o micróbio causador, desenvolvendo assim uma vacina por meio de técnicas concebidas por Louis Pasteur. A vacina de Domingos Freire transformou-se em uma instituição governamental e combateu toda a epidemia existente na década. Outra maléstia era a varíola, para a combater era necessário vacinar toda a população, causando assim um caos na cidade para os menos informados. O regulamento para a vacinar a população era extremamente rígido, de acordo com Nicolau Sevcenko, abrangia desde os recém-nascidos até os idosos, tendo como objetivo um amplo sucesso em pouco tempo. E por fim, tinha a epidemia da peste bulbônica na qual o extermínio de ratos, medidas urbanas, uso de soro e vacina resolveria o problema da sociedade.

4- Nas cidades industriais os operários passaram a fazer parte da cultura urbana. A cultura estava marcada nas paisagens das cidades industriais, como era o caso dos bairros operários. Nessas cidades, não só as condições de vida eram precárias, mas também as de trabalho. Os operários eram submetidos a jornadas de 16 horas e eram constituídas de sete dias ininterruptos, sem descanso. Muitas vezes os trabalhadores, como mulheres e crianças, eram castigados. Ao longo dos anos, as cidades passaram a materializar as desigualdades da sociedade que as produzia, de um lado bairros limpo e com infraestrutura. E de outro, bairros operários com pouca ou quase nennhuma infraestrutura.

Anônimo disse...

Camila Silveira Medeiros – 08 – 2ºano A

1 - A população de baixa renda, que morava em habitações precárias, era a principal vítima deste contexto, que sofria com a falta de um sistema eficiente de saneamento básico. Foram as ruas lutando por seus diretos.

2- A reforma urbana na capital da República, baseava-se no que havia sido feito em Paris, a referência de progresso e bom gosto para as classes abastadas brasileiras. O centro velho do Rio foi demolido para a abertura da avenida central (hoje, Avenida Rio Branco), onde ficaria o teatro de ópera, o museu de belas-artes, a biblioteca nacional, as sedes das empresas, as lojas e os cafés elegantes. O problema é que para alargar as avenidas, várias cortiços foram derrubados, sem que o governo se preocupasse com os desabrigados. Que fossem procurar outro lugar para morar, e que não atrapalhassem o progresso!Havia outra coisa pouco moderna, além dos cortiços: as epidemias. No começo do século XX, a cidade maravilhosa sofria com doenças como a febre amarela, a malária e a varíola, resultando na revolta da vacina.

3- Febre amarela, malária e varíola. Para combater a doença e o mosquito, Oswaldo Cruz dividiu a cidade em distritos e organizou as chamadas “brigadas mata–mosquitos”. As “brigadas” tinham o poder de invadir e isolar qualquer residência suspeita de abrigar focos do mosquito. As medidas de profilaxia de Oswaldo Cruz tiveram características de uma campanha militar. Os doentes eram isolados, e a cidade ficou sob a constante vigilância das autoridades policiais e sanitárias. Além de fazerem mutirões para erradicar as doenças.

4- O trabalhador industrial era simples, vivia e condições quase que desumanas e recabia pouco. Fazendo grande paralelo a mordomia das cidades onde morava. Não tinha condições de morar aonde era ele que construía.

Anônimo disse...

Juliana Labes Reiser (18) 2ºA EM

Os focos endêmicos de varíola só cresciam no Brasil, por esse motivo o governo tinha grande interesse na medida de vacinação, já que tal ato era essencial para a saúde pública. O problema foi que grande parte da população brasileira da época se opôs a tal medida dizendo que os métodos de aplicação eram pouco confiáveis e que os funcionários operavam de forma agressiva. Chegaram a sugerir que cada um deveria decidir se tomaria ou não a vacina.

Com o capitalismo ganhando força no Brasil, muitos camelôs, bancos, casarões e cômodos sujos passaram a fazer parte da paisagem do Rio de Janeiro. As condições precárias existentes na cidade (lixo espalhado, animais mortos) propiciaram o surgimento de surtos de epidemias. Em 1903 Osvaldo Cruz foi nomeado médico responsável pelo saneamento, pelo então presidente Rodrigues Alves. Foi então que a capital deixou de ser uma grande exportadora de café e se concentrou em sua modernização. Foram também estabelecidos planos que tinham como objetivo o melhoramento da prefeitura. Essa Reforma Urbana deu ao Rio de Janeiro um aspecto de limpeza.

A peste bubônica seria combatida através do extermínio dos ratos, pelo uso de soro e da vacina produzida no instituto de Maguinhos. Para a erradicação da varíola era essencial que a população fosse inteiramente vacinada. A eliminação da febre amarela seria possível com a exterminação do vetor da doença. Era necessário evitar a contaminação dos mosquitos pelos vírus infectantes e a infecção através de mosquitos contaminados.

O desenvolvimento industrial permitiu que as cidades recebessem um grande contingente de imigrantes, provenientes principalmente do campo e de outros países, em busca de melhores condições de trabalho. Essa grande massa de pessoas vivendo em um mesmo espaço trouxe sérios problemas, o aumento da violência, desemprego, falta de saneamento básico, epidemias, entre outros inúmeros fatores. As cidades passaram então a formar um espaço combinado e desigual, onde diferentes classes sociais coexistiam. Enquanto os donos de fábricas acumulavam cada vez mais capital, os trabalhadores pouco sabiam, tornando-se cada vez mais submissos e ignorantes.

Anônimo disse...

1- No dia 09 de novembro no ano de 1904, é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro.O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. Havia inúmeros focos endêmicos da varíola no Brasil, o maior número deles estava concentrado no Rio de Janeiro. A oposição , com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade. Ocorreram vários conflitos urbanos violentos entre populares e forças do governo (policiais e militares).Também muitas pessoas se negavam a receber a visita dos agentes públicos que deviam aplicar a vacina, reagindo, muitas vezes, com violência.
2- No início do século XX, o Rio de Janeiro possuía uma característica de suma importância que era a sua beleza, enquanto capital federal. Neste início de século, por ocasião de uma intervenção, ele sofre grandes revoluções que abalam de fato toda a sua estrutura e fisionomia. O Rio de Janeiro estava com uma grande formação de novos bairros e ruas, mas apesar disto, havia uma condensação muito grande das novas relações econômicas capitalistas. O ganho incerto de um lucro provenientes de mercadorias de camelôs, muitos casarões, bancos e estalagens, cômodos sujos faziam parte de sua área central. Como se instalava um surto de epidemias talvez até mortíferas começam a ser discutido em formas de debates no Rio de Janeiro, os problemas de saúde que começavam a afetar a população.
3- A febre amarela, a varíola e a peste bubônica eram as doenças mais presentes nesse período. A peste bubônica seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos. Em dezembro de 1879, Domingos Freire da academia de Medicina do Rio de Janeiro, anuncia pelos jornais, uma grande descoberta de um micróbio, alegando ser o causador da febre amarela. Ele desenvolve uma vacina por meio de técnicas concebidas por Louis Pasteur.Em relação à varíola, bastaria vacinar toda a população para que a doença fosse controlada.
4- As condicoes de vida na cidade era muito ruins, pois havia muita
poluição, e principalmente a
desigualdade social, pois o trabalhador não pode usufruir do que produz. O trabalho era muito puxado e casativo, e o trabalhador era oprimido por forças maiores.
JEAN CARLOS ADRIANO JÚNIOR Nº 25 2ºC

Anônimo disse...

1-Entre os anos de 1902 e 1906 o Brasil sofria com a varíola e para reverter essa situação foi elaborado um plano para aplicação obrigatória da vacina.Esta decisão ocasionou um debate que transpunha as dimensões do legislativo,para desencadear uma visão positiva para a imprensa.O argumento do governo era que a vacinação um ponto de interesse para a saúde pública.Vários lugares estavam sofrendo com esta endemia que assolava a população da época,principalmente a capital federal da época, o Rio de Janeiro.Como forma de agredir os governantes, a oposição falava que os métodos de aplicação desta lei eram pouco confiáveis e os enfermeiros agiam brutalmente.
2-Como as condições de vida daquela época eram precárias,com esgoto a céu aberto, lixo nas ruas, mortos pelas ruas, e não se tinha o conhecimento para o tratamento de doenças como a febre amarela,varíola e peste bubônica o que ajudava ainda mais na proliferação dessas doenças,o atual presidente da república,Rodrigues Alves,tomou como providência a modernização do porto e a remodelagem da cidade,com o intuito de manter a cidade limpa e longe de doenças infecciosas.Junto a Rodrigues,o médico Osvaldo Cruz se empenhou em fazer uma reforma sanitária.
3-Varíola:Vacinar toda a população
Peste Bubônica:Exterminar ratos,uso de soro e aplicação da vacina.
Febre Amarela:Impedir a contaminação de mosquitos pela doença, a infecção dos mesmos e acabar com casos esporádicos da doença.
4-Os trabalhadores viviam em condições de escravidão,pois ganhavam pouco,tinham uma carga horária muito extensa e não tinham direitos como seguro desemprego,auxílio com medicamentos e uma melhor especificação na área,já que as cidades eram muito poluídas e a mão de obra era barata e não especializada.Além disso os operários tinham de conviver em um caos e uma vez que sua produção caísse ele era demitido,a fumaça das indústrias e do fato de não poder usufruir o que construiu.
Helisson 2C N22

Anônimo disse...

1.A revolta popular aumentava a cada dia, impulsionada também pela crise econômica (desemprego, inflação e alto custo de vida) e a reforma urbana que retirou a população pobre do centro da cidade, derrubando vários cortiços e outros tipos de habitações mais simples. As manifestações populares e conflitos espalham-se pelas ruas da capital brasileira. Populares destroem bondes, apedrejam prédios públicos e espalham a desordem pela cidade. Em 16 de novembro de 1904, o presidente Rodrigues Alves revoga a lei da vacinação obrigatória, colocando nas ruas o exército, a marinha e a polícia para acabar com os tumultos. Em poucos dias a cidade voltava a calma e a ordem.
2.O presente trabalho analisa a reforma urbana realizada pelo prefeito Francisco Pereira Passos no Rio de Janeiro entre os anos 1903 e 1906. A questão da reforma urbana obteve a partir da segunda metade do século XIX uma posição central na maioria das grandes cidades ocidentais. No Rio de Janeiro houve solicitações por obras de remodelação da cidade e encaminhamento de projetos à municipalidade desde a década de 1870.No entanto, a grande reforma urbana que a cidade exigia só foi iniciada em 1903 no governo do Presidente Rodrigues Alves, sob a administração municipal do Prefeito Pereira Passos.O início do período republicano é marcado por um reordenamento da capitalidade da cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente a partir de 1891 com a Constituição Republicana. Analisamos como a reforma urbana municipal, implementada diretamente pelo prefeito Pereira Passos, propôs reafirmar a capitalidade da cidade dentro da nova ordem republicana, através da opção de civilizar o espaço urbano.
3. A varíola foi combatida com a vacinação obrigatória, imposta pelo governo federal.
4. Que a condição de vida dos trabalhadores era precária, ganhava pouco a carga horária era muito grande e eles não tinham auxilio como seguro desemprego ou condições melhores de trabalho dai como a cidade era um caos,vivia poluída e varias doenças assolavam os operários e os operários tinham de viver com a triste realidade em q eles não podiam usufruir do que fabricavam
Aluna:1Beatriz Vieira 2ºC

Anônimo disse...

Maria Eduarda Moreira - 22 - 2°A

1- Os envolvidos na revolta da vacina, era o povo de classes inferiores que já estavam insatisfeitos com o governo devido ao fato do famoso “bota-abaixo”, que nada mais era a derrubada de casarões e cortiços e o conseqüente despejo de seus moradores tudo para que fossem construidas novas avenidas no Rio de Janeiro. O outro lado envolvido na história seria o governo que de forma autoritária se empunha frente aos moradores pobres, e para que combatessem a varíola, aplicaram a lei da vacinação obrigatória que não era vista de forma positiva pela população, pois não acreditavam na eficácia da vacina.

2- A reforma urbana foi o "movimento" onde o governo buscou mudanças na urbanização da cidade, reforma urbana e o subúrbio carioca tem uma forte ligação, onde existiam cotriços, foram demolidos para que novas avenidas fossem construidas, tudo pensando apenas no "bem estar" de quem tinha um poder aquisitivo melhor, ou seja, os moradores de cortiços foram forçados a abandonar suas casas, foi então que mudaram-se para os morros, onde aconteceram as primeiras formações de periferias na história do Rio de Janeiro no caso.

3- Na época era comum que houvessem surtos de doenças graves que matavam muitas pessoas pelo fato de não ter um recurso onde todos pudessem usar. No caso, a varíola, uma doença que estava em exesso, teve vacinas que vieram para a proteção contra a doença, mas não foi vista de forma positiva por toda a população, causando então a revolta da vacina.

4- A vida em cidades industriais torna-se algo que é mais prático aos moradores de tais industrias, devido ao crescimento de industrias acontece também o crescimento de trabalhadores, a população aumenta também.

Anônimo disse...

Nome: Jurandir Coelho Júnior Nº: 19 Série: 2º A - 2012

Respostas:

1 - O marco que deu início a revolta da vacina, foi no dia 09 de Novembro de 1964, quando o Governo publicou que seria obrigatória a aplicação da vacina contra a varíola. Proposta essa que foi liderada por Osvaldo Cruz. O governo era apoiado pelo Congresso, por outro lado à imprensa não governista e que população, era contra a vacina. Naquela época havia vários focos da doença pelo Brasil, principalmente no Rio de Janeiro. Segundo os opositores, a vacina era pouco confiável e os funcionários da saúde eram brutais, para eles a vacina deveria ser opcional.

2 - Antes da reforma urbana, Rio de Janeiro possui muita importância quanto capital federal, sendo caracterizada pela sua beleza. A cidade passou a sofrer grandes transformações. Como a criação de novos bairros e a implementação de novas ruas. A acumulação de pessoas e de dinheiro traz o comércio, a sujeira e a falta de saneamento para a cidade. Quando Rodrigo Alves assume a presidência, a cidade passa a ser remodelada, a sujeira dá lugar a limpeza, para amenizar as doenças. Assim a supremacia do café da lugar a modernização, com saneamento adequado Rio de Janeiro passa a receber muitos investimentos, se tornando em uma nova cidade.

3 - As doenças que desolaram a capital nessa época foram a febre amarela, a varíola e a peste bubônica. As campanhas lideradas por Osvaldo cruz tinham planos para impedir todas. O Governo tinha como objetivo impedir a contaminação e a proliferação dos mosquitos, a peste bubônica teria como planos a exterminação de ratos, pela melhora de saneamento, e pela criação do soro e da vacina. Já a varíola só precisaria vacinar toda população e assim acabar com os casos. Porém a população muitas vezes sem o conhecimento se revolta.

4 - Essa situação de calamidade se deve as condições da época. Percebem-se as semelhanças entre as condições de vida da cidade com as condições de trabalho. O trabalhador era totalmente explorado, ganhava pouco, trabalhava por longas jornadas, não tinham direitos, suas condições eram bem precárias, pode se dizer que foi a partir da criação dessas fábricas que a população começou a se aglomerar, formando bairros periféricos. Essa rápida expansão sem planejamento, fez com que as condições da cidade fossem péssimas, sem sistemas de esgoto as sujeiras e as doenças espalharam-se por toda cidade.

Anônimo disse...

Fabiana nº10 2°A
1. O motivo no qual houve a revolta foi a campanha de vacinação contra a varíola obrigatória, imposta pelo governo federal, comandada pelo médico sanitarista Dr. Oswaldo Cruz. Foi aplicada de forma autoritária e violenta. Em alguns casos, os agentes sanitários vacinavam as pessoas à força, provocando revolta nas pessoas, por grande parte ter medo dos resultados da vacina. Enquanto isso ocorria a crise econômica e retirada do povo, destruindo cortiços e entre outros locais mais pobres. Assim a população se espalha nas cidades destruindo tudo. Psidente Rodrigues Alves revoga a lei da vacinação obrigatória, colocando nas ruas o exército, a marinha e a polícia para acabar com os tumultos. Em poucos dias a cidade voltava a calma e a ordem.
2. A principal causa foi a campanha de vacinação obrigatória contra a varíola, realizada pelo governo brasileiro. A população, formada por pessoas pobres e desinformadas, não conheciam nada a respeito da vacina, então não queriam tomar a vacina.
Com o descontentamento do povo, que afetaram principalmente as pessoas mais pobres.Então tomaram medidas drástocas, como a reforma urbana da cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil), que desalojou milhares de pessoas para que cortiços e habitações populares, assim morando na rua. Suspendendo por um tempo a vacinação obrigatória, direitos e garantias constitucionais. Várias pessoas foram deportadas para o Acre, mais ou menos 30 mortes e 100 feridos. Depois a vacinação obrigatória voltou, parando a epidemia no Rio de Janeiro.
3. A peste bubônica era temina em grande parte dos países, com seus terríveis males. Então, foi fundado o Instituto Soroterápico Federal, hoje Fundação Oswaldo Cruz, cuja principal finalidade por ocasião de sua inauguração foi a fabricação do soro para combater a Peste Bubônica no Rio de Janeiro e a campanha de saneamento comandada por Oswaldo Cruz. Nesse período, as principais epidemias combatidas pelos órgãos públicos foram: a Febre Amarela, a Varíola e a Peste Bubônica.
4. Durante a revolução industrial, a vida de um trabalhador rural era completamente mudada, deslocando-o para a cidade. Além de que o ambiente nas fábricas eram pesadas por longos horarios de trabalho seguido e salário extremamente baixo, sem exeção para mulheres e crianças, que muitas vezes eram mais baixas. Enquanto na cidades, condições horríveis de higiene e salubridade, e os camponeses, que viviam em choupanas de palha. Conviviam com a falta de água encanada, com os ratos e o esgoto.

Tuany Martins disse...

Tuany Martins Boldo 2ºo n° 34

1-Rodrigues Alves assumiu a presidência da República no ano de 1906,ele queria acabar com a febre amarela, a varíola e a peste bubônica.
Alves nomeia Pereira Passos e o médico Osvaldo Cruz para se empenharem junto à ele nesta reforma sanitarista.
O o médico responsável pelo saneamento, Osvaldo Cruz assume o cargo em 1903.

2- Explique o que foi a chamada Reforma Urbana, suas causas e consequências.
No início do século XX a Cidade do Rio de Janeiro sofreu a sua grande transformação, que lhe daria um aspecto inteiramente modernizado. O presidente da República Rodrigues Alves tinha como principais auxiliares: Oswaldo Cruz, que saneou a Cidade acabando com três epidemias terríveis que vinham assolando a população a cada ano, e Francisco Bicalho, que foi o construtor do novo Porto do Rio de Janeiro, inaugurado em 1910

3- As principais doenças eram a febre amarela, a varíola e a peste bubônica.
A varíola seria combatida com a vacina, a peste bubônica seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e a febre amarela pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos.

4- No início do século XX, as condições de vida nas cidades industriais eram péssimas, as cidades eram sujas, desorganizadas e repleta de doenças. Os trabalhadores eram submetidos a longas jornadas de trabalho, ganhavam mal e eram super desvalorizados.


Anônimo disse...

Janaína Nespolo dos Santos nº16 2ºA

nº1 As medidas decorrentes das políticas de saneamento propostas por Osvaldo Cruz para a cidade do Rio de Janeiro durante a administração do presidente Rodrigues Alves (1902-1906), afetaram a vida das camadas mais pobres, quando se promoveu a mobilização da população na caça de ratos que seriam comprados pelo governo e quando os agentes sanitários, para desinfetar ruas e cortiços, tiveram que adentrar as casas, com poderes de interditar moradias e até mesmo determinar sua demolição. A obrigatoriedade da vacina pode ser considerada o auge das interferências sobre a vida da população, o que justifica, juntamente com as demais, a violenta reação expressa na Revolta da Vacina.

nº2 A trajetória da luta pela reforma urbana inicia-se nos anos 1960, época que os segmentos progressistas da sociedade brasileira demandavam reformas estruturais na questão fundiária. A principal bandeira era a realização da Reforma Agrária no campo, que já integrava o plano das “Reformas de Base” no governo do presidente João Goulart.

nº3 doenças tropicais como febre amarela, varíola, malária e peste, além de melhorar as condições de higiene da então capital da república. O plano de saneamento, organizado por Oswaldo Cruz, foi elaborado em sintonia com a política de modernização do espaço urbano do prefeito Pereira Passos.

nº4 Nas cidades industriais, não só as condições de vida eram precárias, mas também as de trabalhos. Os operários eram submetidos a jornadas de 16 horas diárias, e a semana de trabalho era de sete dias ininterruptos, sem descanso. As cidades passaram a materializar as desigualdades da sociedade que produzia: de uma lado bairros limpos e com infraestrutura; de outro operários com pouco ou quase nenhuma infraestrutura.

Anônimo disse...

Victoria Hostin Pezzini, 31 2ºA

1- Rodrigues Alves assume a presidência do Brasil com o programa de sanear e reformar o Rio de Janeiro, nos moldes das cidades europeias. Os motivos são manter o turismo e atrair investidores estrangeiros. O médico sanitarista Oswaldo Cruz é encarregado de combater as epidemias.
Para atacar a Febre Amarela, Oswaldo Cruz segue uma teoria de médicos cubanos, que aponta um tipo de mosquito como o seu transmissor.

2- A trajetória da luta pela reforma urbana inicia-se nos anos 1960, época que os segmentos progressistas da sociedade brasileira demandavam reformas estruturais na questão fundiária. A principal bandeira era a realização da Reforma Agrária no campo, que já integrava o plano das “Reformas de Base” no governo do presidente João Goulart.

3- No início do século XX, a cidade do Rio de Janeiro, como capital da República, apesar de possuir belos palacetes e casarões, tinha graves problemas urbanos: rede insuficiente de água e esgoto, coleta de lixo precária e cortiços super povoados. Nesse ambiente proliferavam muitas doenças, como a tuberculose, o sarampo, o tifo e a hanseníase. Alastravam-se, sobretudo, grandes epidemias de febre amarela, varíola e peste bubônica.

4- Os operários eram submetidos a jornadas de 16 horas diárias, e a semana de trabalho era de sete dias ininterruptos, sem descanso. As cidades passaram a materializar as desigualdades da sociedade que produzia: de uma lado bairros limpos e com infraestrutura; de outro operários com pouco ou quase nenhuma infraestrutura.

Anônimo disse...

Henrique Veloso Santiago Nº: 13 2ºB

1- No dia 09 de novembro no ano de 1904, é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal e o governo era apoiado pela maioria do congresso naquela época.

2- Foi um movimento social urbano que marcou a sociedade política durante a primeira República brasileira, e a partir desse movimento o desenvolvimento das cidades passaram a ser mais importantes e fundamentais para a população.

3- varíola e a infecção dos mosquitos, essas doenças eram tratadas e controladas através de vacinas principalmente.

4- as condições de vida nas cidades industriais não eram muito boas porem com o desenvolvimento urbano essas condições tiveram uma melhoria. A urbanização foi um fato marcante e parecido com essas adaptações e evoluções feitas nas cidades em pouco tempo e isso devido ao grande numero de trabalhadores trocarem o campo pela cidade buscando principalmente melhores condições de trabalho.

Tuany Martins disse...

Tuany Martins Boldo Nº 34 Série: 2º A
Disciplina: Biologia
Relatório referente a palestra e ao documentário assistido
Na palestra do Doutor Daria foram tratados diversos assuntos sobre métodos anticoncepcionais. Ele nos informou e nos apresentou métodos eficazes, como a camisinha feminina e masculina, DIU (dispositivo intra uterino), anticoncepcional hormonal e o adesivo anticoncepcional.
O Doutor Dario também nos apresentou o Agino Knauss, mais conhecido como “tabelinha” , porém a sua porcentagem de erro é alta e sem eficácia. Daí se dá a importância de utilizar outros meios para evitar uma gravidez indesejada ou ser infectado por alguma HIV.
Segundo o Doutor, os métodos de barreira, como a camisinha, são melhores, pois além de evitar uma gravidez indesejada eles nos previnem de contrair uma HIV. Dependendo da HIV, não há cura, apenas tratamento, como a AIDS, mas boa parte delas há cura, como gonorreia ou sífilis.
A palestra foi importante, pois além de divertida e dinâmica ela foi altamente informativa. Uma vez que os jovens começam a ter sua vida sexualmente ativa mais cedo, palestra como estas são indispensáveis, pois isso se trata também de saúde pública.
Juntamente com essa palestra, no aprendizado referente ao sistema reprodutos humano, foi passado um vídeo sobre a gravidez. Nesse vídeo, foi mostrada a jornada pela qual os espermatozoides tem de passar para que haja a fecundação e formação do zigoto.
O caminho pelo qual o espermatozoide passa, funciona como um meio de seleção, na qual apenas o espermatozoide mais forte, veloz e íntegro conseguirá fecundar o óvulo e formar uma nova vida.
Além da formação do zigoto, o vídeo nos mostrou o desenvolvimento embrionário, e também todas as transformações que o corpo da mãe é submetido, visando a maturação e proteção do feto. O corpo da mãe acumula gordura para que haja energia suficiente para a hora da concepção, com os pulmões comprimidos, há um maior aproveito de oxigênio dos pulmões para que não haja desperdício, e por volta dos 8 meses as contrações começam a aparecer. No final do documentário é mostrado o final da gravidez e a concepção do bebê.
O documentário foi importante, ele serviu para que pudéssemos ter um melhor entendimento sobre o que é a gravidez, como ela se inicia e como ela se desenvolve.

Anônimo disse...

1- governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. imprensa não governista, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. oposição , com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade
2- grandes revoluções que abalam de fato toda a sua estrutura e fisionomia. condensação muito grande das novas relações econômicas capitalistas. os problemas de saúde que começavam a afetar a população. Rodrigues Alves assumiu a presidência da República no ano de 1906, tinha como um de seus projetos principais atacar o mal que assombrava toda a capital, que era a febre amarela, a varíola e a peste bubônica. A modernização do porto e remodelagem da cidade estava dentro deste projeto.
Queria implantar formas de trabalho diferentes daquelas que havia existido antes.
3- a febre amarela, a varíola e a peste bubônica
4- quando se trabalha em uma indústria, o trabalhador sofre, afinal trabalha em um ambiente sem luz do dia e com muita sujeira. Porém cidades industrializadas são normalmente mais desenvolvidas. Então a cidade ganha por ter industrias (tirando o fator poluição), porem o trabalhador sofre.


Nome: Fernanda Nº: 09 Série: 2ºB

Anônimo disse...

Lucas Eduardo Azarias do Nascimento – 20 – 2ºB
1 - A revolta da vacina foi um movimento social urbano que marcou a sociedade política durante a primeira República brasileira. (1902-1906). No dia 09 de novembro no ano de 1904, é publicado oficialmente o plano de aplicação da vacina obrigatória contra a varíola. A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso. Por outro lado podemos dizer que existia uma minoria parlamentar constituída pela imprensa não governista, e até mesmo a população da cidade que resistiam a tal implantação. O governo argumentava que, a vacinação era de inegável e imprescindível interesse para a saúde pública. Havia inúmeros focos endêmicos da varíola no Brasil, o maior número deles estava concentrado no Rio de Janeiro. A oposição , com grande furor e totalmente enraivecidos, respondiam ao governo que os métodos de aplicação no caso de lei Brasileira, eram poucos confiáveis e os enfermeiros e funcionários agiam com grande brutalidade. Estes mesmos opositores alegaram ainda mais que se realmente o governo acreditasse nas qualidades da vacina e também as suas necessidades então, deixasse a cada consciência, a liberdade de decidir para a sua aplicação ou não, e que cada um escolhesse a condição que melhor lhe conviesse.
2 - Na intenção de fazer do Rio de Janeiro se parecer com cidades européias, o presidente do brasil naquela época autorizou o prefeito Pereira Passos a promover uma reforma urbana na capital. sendo assim, diversos casarões imperiais foram demolidos e ruas foram alargadas, afim de facilitar a circulação de mercadorias do porto às linhas férreas.
3- Varíola: Para se combater a varíola, era necessário que a população fosse vacinada.
Peste bubônica: A peste bubônica seria detida pelo extermínio de ratos, por medidas urbanas e pelo uso do soro e da vacina fabricados no instituto de Maguinhos.
4 - os trabalhadores perderam o controle do processo produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão (na qualidade de empregados ou operários), perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os quais passaram a receber todos os lucros. O trabalho realizado com as máquinas ficou conhecido por maquinofatura.
A Revolução Industrial alterou profundamente as condições de vida do trabalhador braçal, provocando inicialmente um intenso deslocamento da população rural para as cidades. Criando enormes concentrações urbanas; a população de Londres cresceu de 800 000 habitantes em 1780 para mais de 5 milhões em 1880, por exemplo. Durante o início da Revolução Industrial, os operários viviam em condições horríveis se comparadas às condições dos trabalhadores do século seguinte. Muitos dos trabalhadores tinham um cortiço como moradia e ficavam submetidos a jornadas de trabalho que chegavam até a 80 horas por semana. O salário era medíocre (em torno de 2.5 vezes o nível de subsistência) e tanto mulheres como crianças também trabalhavam, recebendo um salário ainda menor.
A produção em larga escala e dividida em etapas iria distanciar cada vez mais o trabalhador do produto final, já que cada grupo de trabalhadores passava a dominar apenas uma etapa da produção, mas sua produtividade ficava maior. Como sua produtividade aumentava os salários reais dos trabalhadores ingleses aumentaram em mais de 300% entre 1800 até 1870. Devido ao progresso ocorrido nos primeiros 90 anos de industrialização, em 1860 a jornada de trabalho na Inglaterra já se reduzia para cerca de 50 horas semanais (10 horas diárias em cinco dias de trabalho por semana).

Anônimo disse...

Amanda faria 2b numero 1 Questao 1- foi um movimento social e urbano, a populacao mobilizou-se na luta contra a vacinacao que estava sendo imposta. Questao 2- Mudancas socioespaciais ocasionadas pela urbanizacao, esse processo produz problemas caracteristicos, segregacao urbana, especulacao imobiliaria,etc. Questao 3- a variola, a febre amarela e a peste bubonica, seriam combatidas com a vacinacao, e a peste com um projeto que financiava a captura de ratos. Questao 4- a urbanizacao causa uma divisao espacial pela condicao financeira, nas fabricas essa divisao tambem ocorre, existem varios departamentos, uma hierarquia monetaria e de poder, de operarios a presidente

Anônimo disse...

Lucas reiser n°18 2°B
1- A revolta da vacina foi um movimento social urbano que marcou a sociedade política durante a primeira República brasileira.A partir deste momento se desencadeia um debate transpondo as dimensões do legislativo, para empolgar toda a imprensa da capital federal que era o Rio de Janeiro. O governo tinha grande interesse nesta medida, e era apoiado pela maioria no Congresso.
2-Osvaldo Cruz em um artigo que produziu, relatando a reforma urbana e a revolta da vacina no Rio de Janeiro que para o combate da peste bubônica houve uma grande comercialização de ratos, o que incentivaria o povo a acabar com os entulhos em imóveis e porões. (...) "A desratização da cidade, em colaboração com a Prefeitura, redundou na emissão de centenas de intimações a proprietários de imóveis para que removessem entulhos e executassem reformas, sobretudo a impermeabilização do solo e a supressão de porões.
3- Como se instalava um surto de epidemias talvez até mortíferas começam a ser discutido em formas de debates no Rio de Janeiro, os problemas de saúde que começavam a afetar a população. "Higienistas lutaram e foram os primeiros a discutirem no Rio sobre as condições de vida, propondo intervenções drásticas para restaurar o equilíbrio do organismo urbano".
4- o trabalhador industrial corria muito risco de morrer com alguma doenças liberada pelos gases e fumaças das industrias, e a população que vive em cidades industriais iriam sofrer de um grande aquecimento global.

Thuany Karoline Stuart. Turma:2ºA. Número: 30. disse...

Thuany Karoline Stuart. Turma:2ºA. Número: 30.
1- O governo da situação que criou em 1904 o plano de aplicação da vacina obrigatória, tinha grande apoio do Congresso. Em contrapondo, resistindo à implantação, estava uma minoria parlamentarista não governista e grande parte do povo. Os que eram a favor da vacina defendiam uma saúde pública de melhor qualidade, e os da oposição contradiziam alegando que os enfermeiros eram despreparados e defendiam a liberdade de escolha individual quanto à aplicação da vacina.
2- O rápido e grande crescimento capitalista nas grandes cidades brasileiras gerou paisagens caóticas. Não havia saneamento básico e a população crescia, assim como a quantidade de lixo e as epidemias. O conjunto de projetos feitos pelo presidente Rodrigo Alves para a reforma da cidade do Rio de Janeiro, então capital brasileira, foi chamado de Reforma Urbana. Foi proibido jogar lixo e animais mortos nas ruas. Os prédios públicos e vias foram restaurados.Os bairros tinham delegacias de saúde. A cidade ganhara uma nova cara.
3- As principais doenças eram a varíola, febre amarela e febre bubônica. A varíola fora tratada com a vacina obrigatória, que gerou a revolta da vacina. A febre amarela, foi controlada impedindo a contaminação dos mosquitos pelos infectantes, a infecção dos mosquitos contaminados e o fim da continuidade da doença nos intervalos epidêmicos. A febre bubônica fora exterminada com medidas de saúde pública, principalmente à caça aos ratos, onde o governo pagava pela captura do animal.
4- Assim como o trabalho industrial, as condições da vida urbana desses trabalhadores eram precárias. Em sua maior parte, os problemas eram gerados pelas instalações inadequadas e a falta de saneamento básico. Com a grande migração para as cidades e o aumento do número de trabalhadores industriais, as cidades não deram conta dessa demanda e ficou saturada, gerando problemas que se refletem principalmente na forma de epidemias, que não são favoráveis aos patrões, que perdiam mão de obra.