quinta-feira, 3 de março de 2011

VULCANISMO NO BRASIL


VULCANISMO :

Constitui a atividade pela qual o material magmático é expulso do interior da Terra para a superfície, originando a chamado relevo vulcânico ou postiço . Os materiais expelidos podem ser sólidos, líquidos ou gasosos.
Os vulcões compõem-se em geral, das seguintes partes :

- edifício vulcânico ou cone, que é, como vimos, a montanha formada pelo acúmulo dos materiais magmáticos oriundos do interior da Terra;
- cratera, isto é, cavidade superior (boca) que se forma devido às explosões ocorridas na fase inicial da atividade vulcânica;
- chaminé ou conduto, abertura ou fenda através da qual os materiais magmáticos são expulsos do interior para a superfície;
- caldeira ou câmara magmática, bolsão ou cavidade profunda preenchida pelo magma.

MATERIAIS EXPELIDOS PELOS VULCÕES:

- lavas, material magmático em estado de fusão derramado na superfície terrestre;
- material piroclástico, fragmentos de rochas lançados pela atividade vulcânica (blocos, bombas) ;
- gases e vapores, os mais comuns são os vapores de água ( 80 a 95% do total);
 - fumarolas, verdadeiras nuvens ardentes com temperaturas que podem alcançar até 800ºC.

GÊISERES- são fontes que expelem jatos de água quente, de forma contínua ou intermitente.Sua ocorrência está associada às áreas vulcânicas.

VULCANISMO NO BRASIL:


Em épocas geológicas passadas, houve intensa atividade vulcânica, hoje não existem mais vulcões ativos no Brasil. Nosso país foi palco de diversas atividades vulcânicas, a mais recente ocorreu na Era Cenozoica (Terciário), levando à formação das nossas ilhas oceânicas, tais como Trindade, Fernando de Noronha, Penedo de São Pedro e São Paulo.



FERNANDO DE NORONHA

PENEDO DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

Na Era Mesozoica a atividade vulcânica no Brasil foi muito mais intensa, destacando-se as seguintes ocorrências: Poços de Caldas e Araxá (MG), São Sebastião (SP), Itatiaia e Cabo Frio (RJ) e Lages (SC). Na região Sul houve um dos maiores derrames basálticos do mundo, abrangendo uma área de 1 milhão de km², que vai desde o Estado de São Paulo até o do Rio Grande do Sul, onde houve diversas manifestações que podem ser observados na região de Torres, como as belíssimas falésias basálticas; Os derrames basálticos que ocorreram no Planalto Meridional deram origem ao fértil solo terra roxa; A Bacia Amazônica também foi afetada por atividades vulcânicas em algumas áreas.
VÉU DA NOIVA- POÇOS DE CALDAS- MG

TORRES-RS DERRAME BASÁLTICO


ILHA DE SÃO SEBASTIÃO- SP

VULCÃO NA AMAZÔNIA

CABO FRIO- RIO DE JANEIRO




13 comentários:

Anônimo disse...

Matheus Provesi 28º
3ªA


Um tsunami ou maremoto é uma série das ondas de água causada pelo deslocamento de um grande volume de um corpo de água, como um oceano ou um grande lago.

Quando uma placa tectonica raspa ou se encosta em outra, nós sentimos tremores nos continentes. Se isso ocorre no fundo do mar, a energialiberada forma uma onda, que vai se propagando até atingir terra firme.

Podemos resumir o processo de formação de um tsunami em 4 etapas:

1. A abertura causada pelo tremor no leito do mar empurra a água para cima, dando início à onda.

2. A onda gigante então se move nas profundezas do oceano em altíssima velocidade.

3. Na medida em que se aproxima da terra, a onda perde velocidade, no entanto fica mais alta.

4. A onda então avança por terra, arrasando tudo em seu caminho.

Em alto mar, graças a alta profundidade, os terremotos tsunamis são quase imperceptiveis.

O BRASIL CORRE O PERIGO DE SER ATINGINDO POR UM TERREMOTO? E POR UM TSUNAMI?

O fato é que os tsunamis são muito raros no Atlântico, pois80% delas ocorrem no Pacífico.

Risco para o Brasil é mínimo, mas existe. Onda gigante devastaria cidades costeiras da Paraíba,invadindo lugares com até 10 km de distância do litoral.

No Brasil, as chances de um tsunami são praticamente inexistentes, conforme explica Wilson Teixeira, professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP). "O país fica no interior de uma placa tectônica bem antiga. Todos os registros de tremor ou movimento das bordas das placas que chegam ao nosso continente são muito fracos, o que elimina o risco. E, além disso, o oceano Atlântico não tem registros de terremotos da mesma magnitude que o Índico", afirma o geólogo, que foi o responsável pela criação de um ambiente simulador de tsunami no museu Estação Ciência de São Paulo.

Além disso, o professor explica que as placas que recobrem o planeta se movem em velocidades diferentes e aquela sobre a qual o Brasil está se move com uma velocidade muito menor do que as da Ásia e da Oceania. "Por ano, as placas do oceano Atlântico sofrem uma separação de 2 centímetros, enquanto naquelas regiões são 8 centímetros.
Por isso, não há chance de eventos agressivos aqui.

Anônimo disse...

Gabriela P. Backes nº14 6ºanoD
Achei muito interessante a materia sobre os tsunamis e terremotos. Pena que nao é minha materia. Bjs.

Anônimo disse...

TSUNAMIS E TERREMOTOS

Quando ocorre o deslocamento de um grande volume de água no fundo do oceano, forma-se uma série de ondas, em grandes profundidades. Quando chega à costa, essas grandes ondas com grande quantidade de energia, perdem velocidade mas aumentam a altura, e por isso são capazes de devastar regiões costeiras inteiras.
O grande deslocamento de água pode ser causado por terremotos, grandes deslocamentos de terra, erupções vulcânicas, e contato entre duas ou mais placas tectônicas.

O Brasil, quanto à terremotos, não corre nenhum risco grave. Isso ocorre pois ele se encontra sobre uma Placa Tectônica apenas (Placa Sul-Americana), longe dos limites da mesma, que é onde há risco de terremotos devido ao contato entre essas placas. Embora esteja no centro de uma Placa, há evidências de que ocorreram vulcões no Brasil, que hoje estão extintos. Uma das evidências relativamente recente desses processos vulcânicos são as Ilhas Oceânicas.

Leonardo Contezini - n°18 - 3° A

Anônimo disse...

O Brasil está localizado dentro da placa Sul Americana, afastado das margens das placas tectônicas, por isso, faz algum tempo não existem vulcões ativos, embora haja indícios de atividades vulcânicas passadas.

No Rio de Janeiro, existe um Patole , um corpo granítico de 100km de comprimento só formado de rocha ígnea consolidada, que começa na Ilha do Governador e atravessa a Serra de Petrópolis, Nova Friburgo, entre outros locais. Isto tudo era um reservatório gigantesco de magma que nunca chegou à superfície e acabou formando a Serra dos Órgãos. Nessa região pode ter existido um vulcão, atualmente já destruído pela erosão, pois a tendência de toda montanha é virar plano, a erosão é muito mais efetiva que os processos geológicos.

Podem ser encontrados também outros exemplos: no Sul do Brasil, o litoral de Torres, o Parque dos Aparados da Serra e até mesmo as Cataratas do Iguaçu, condicionadas pela erosão de rochas vulcânicas. Estima-se que, durante a era Mesozóica, uma área de mais de um milhão de km2 da Bacia do Paraná tenha sido coberta por cerca de 650 mil km3 de lavas basálticas.

Gesieli Oliveira nº 12 3B

Anônimo disse...

A maioria dos terremotos ocorre quando certa tensão na fronteira entre duas placas tectônicas é liberada. Duas placas em movimento podem se encostar, exercer pressão uma contra a outra e ficar presas entre si. Em determinado momento, a força acumulada entre elas pode vencer o atrito, provocando um deslizamento rápido: uma placa escorrega ao longo da outra, o que libera a energia acumulada. Essa energia desencadeia "ondas de choque", chamadas ondas sísmicas, que se espalham pelas rochas e provocam tremores de terra.

Por muito tempo, acreditou-se que o Brasil estivesse a salvo dos terremotos por não estar sobre as bordas das placas tectônicas - o movimento dessas placas estão entre as principais causas dos terremotos.

No entanto, sabe-se que os tremores podem ocorrer inclusive nas regiões denominadas "intraplacas", como é o caso brasileiro, situado no interior da Placa Sul-Americana. Nessas regiões, os tremores são mais suaves, menos intensos e dificilmente atingem 4,5 graus de magnitude.

Os tremores que ocorrem em nosso país decorrem da existência de falhas (pequenas rachaduras) causadas pelo desgaste da placa tectônica ou são reflexos de terremotos com epicentro em outros países da América Latina.

Ou seja, no Brasil os abalos sísmicos têm características diferentes dos terremotos que ocorrem, por exemplo, no Japão e nos Estados Unidos.

Luciana Voigt, 22 3°A

Anônimo disse...

Cinturão do atlântico ou anel de fogo é a área onde a mais ocorre atividades vulcânicas e terremotos. Ele se localiza de Navidad no Chile nos Andes até São Francisco na falha de San Andreas. Do Monte St. Helens as cataratas do noroeste da America, até Ilhas Aleutas ( Sibéria). No Japão tem os Montes Fungi e Sakurajima, na Indonésia o Krakatoa, Bromo e Gung Auing.
Milhões de pessoas vivem por ali e estão voltadas ao fato de pode ocorrer a qualquer momento. No meio do anel de fogo está a ilha do Havai com u lago de larva fundida que funciona semelhante a crosta terrestre, já que a Terra usou desses matérias e gases para formar a litosfera e atmosfera. Ao longo cinturão as placas estão em constante movimentação provocando os terremotos e tsunamis e a civilização sofre muito com isso exemplo atual o ocorrido no Japão no dia 12/03.
A falha de San Andreas são duas placas tectônicas que colidem em uma grande falha atuando como uma bomba relógio, que afetou a cidade muitas vezes assim não só ali os engenheiros foram evoluindo e criando novas estruturas de construção que hoje vimos em prédios, o construções que estão nesse anel de fogo.
O Brasil não sofre com vulcões mais a indícios que já ouve atividade vulcânica e hoje só há vulcões extintos, isso que dizer que seu material já foi todo expelido ou se auto-destruiu. Os testemunhos vivos dessa atividade vulcânica no Brasil são as paredes de basalto, a terra rocha presentes em São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Thiago Sagaz nº40 3ºA EM

Anônimo disse...

Franco nº11 3ºA

Recentemente, o Brasil presenciou dois abalos sísmicos, o primeiro ocorreu em 2007 em um vilarejo localizado ao norte do Estado de Minas Gerais, esse evento gerou a primeira vitima fatal decorrente de terremotos na história do Brasil.
O segundo evento corresponde a três ocorrências em 2008 no norte do Ceará, registrando 3,9 graus na escala Richter. Os moradores dos municípios atingidos ficaram apavorados e passaram a noite acordados na rua.
Segundo o chefe do Laboratório de Sismologia da Defesa Civil, os terremotos vão continuar e alertou que a população deve conviver com o fenômeno.
Diante desses fatos e de outros ocorridos em anos passados fica evidente que o território brasileiro não está totalmente livre da ocorrência de abalos sísmicos, nesse sentido existe uma possibilidade real da incidência de terremotos de maiores proporções em uma das inúmeras cidades do Brasil, a escala mais elevada registrada no Brasil ocorreu em 1955, no Estado de Mato Grosso com 6,6 na Escala Richter.

Toda polêmica acerca da “imunidade” do Brasil em relação à ocorrência de terremotos foi derrubada pelo professor Allaoua Saadi. Através do Departamento de Geografia do Instituto de Geociência, liderado por Allaoua Saadi foram encontradas 48 falhas geológicas em toda extensão do território brasileiro.
São nessas falhas que desenvolvem os terremotos, por meio do movimento das placas tectônicas. As falhas se formaram há milhões de anos em um longo processo geológico

Anônimo disse...

Bruna Caroline Maia nº04 3ºA

Já houve intensa atividade vulcânica no Brasil, mas hoje não existem mais vulcões ativos. Nosso país foi palco de diversas atividades vulcânicas, a mais recente ocorreu na Era Cenozóica (Terciário), levando à formação das nossas ilhas oceânicas, tais como Trindade, Fernando de Noronha, Penedo de São Pedro e São Paulo.
Na Era Mesozóica a atividade vulcânica no Brasil foi muito mais intensa, destacando-se as seguintes ocorrências: Poços de Caldas e Araxá (MG), São Sebastião (SP), Itatiaia e Cabo Frio (RJ) E Lajes (SC); No Sul houve um dos maiores derrames basálticos do mundo, abrangendo uma área de 1 milhão de km², que vai desde o Estado de São Paulo até o do Rio Grande do Sul, onde houve diversas manifestações podem ser observados na região de Torres, como as belíssimas falésias basálticas; Os derrames basálticos que ocorreram no Planalto Meridional deram origem ao fértil solo terra roxa.
O Brasil está no centro de uma grande placa tectônica, a Placa Sul-Americana, portanto, afastado dos limites dessa placa. O limite leste da Placa Sul-Americana está posicionado no fundo do oceano Atlântico, entre o Brasil e a África, enquanto que o limite oeste fica junto ao litoral oeste da América Latina. O distanciamento dos limites da Placa Sul-Americana é o motivo porque não há vulcões atualmente no Brasil.

Anônimo disse...

oii conção. tudo bem ? adoro o blog é muito interesante . o blog da muitas dicas sobre geografia e tudo mas. bjxxx

beatriz do 6ºa.

Anônimo disse...

ola Conceição, adorei as escala geográfica achei muito interessante aprendi muita coisa com as escalas,só não entendi muito sobre o significava 1: 1.000.000. MUITO OBRICADA.




julia roberta reinert numero 23 6ano b

Anônimo disse...

Bernardo Reis Orsi 6ºB

Quando ocorre o deslocamento de um grande volume de água no fundo do oceano, forma-se uma série de ondas, em grandes profundidades. Quando chega à costa, essas grandes ondas com grande quantidade de energia, perdem velocidade mas aumentam a altura, e por isso são capazes de devastar regiões costeiras inteiras.
O grande deslocamento de água pode ser causado por terremotos, grandes deslocamentos de terra, erupções vulcânicas, e contato entre duas ou mais placas tectônicas.

O Brasil, quanto à terremotos, não corre nenhum risco grave. Isso ocorre pois ele se encontra sobre uma Placa Tectônica apenas (Placa Sul-Americana), longe dos limites da mesma, que é onde há risco de terremotos devido ao contato entre essas placas. Embora esteja no centro de uma Placa, há evidências de que ocorreram vulcões no Brasil, que hoje estão extintos. Uma das evidências relativamente recente desses processos vulcânicos são as Ilhas Oceânicas.

Bruno Ribeiro disse...

Profa. Conceição, parabens pelo Blog. Muito didatico e que me faz lamentar não ter sido educado com esse ferramental multimídia que hoje a internet dispõe. Uma correção apenas, a imagem que ilustra os Rochedos de São Pedro e São Paulo, na verdade é o remanescente do Vulcão do Paredão na Ilha de Trindade-RJ. Ass: Geologo, fruto de outra excelente professora de Geografia.

Anônimo disse...

Olá professora. Me explique porque no Brasil não tem cones vulcanicos, ou seja o vulcao propriamete dito. n entendo muito sobre isso. Não há cone vulcanico no Brasil em função do desgaste desses cones ou pq n chegou a se formar cones no Brasil. Bjus e obrigada.